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Dica da semana: "O Homem que Viu o Infinito"

Filme de 2015 conta como a Matemática é uma poderosa ferramenta de transformação
16/09/2019 13:21 - KREITLON PEREIRA, VIA STREAMING


 

Por mais que o ensino pareça sempre igual há décadas, a Matemática está em constante evolução, e algumas perguntas que não parecem tão complexas podem resultar em problemas até hoje sem resposta fechada. Dentre as áreas que mais intrigam os grandes acadêmicos, o campo da Teoria dos Números certamente recebe destaque. Por se tratar do conjunto dos números inteiros, é até difícil ter uma primeira impressão do quão complexas as análises são nesse conjunto. Consequentemente, fazer um filme que tenha um assunto de difícil entendimento como pano de fundo parece maluquice. E foi exatamente isso que “O Homem que Viu o Infinito” fez.

Para quem pensa que a produção (que está disponível na Netflix) é inacessível para quem não fez Matemática na faculdade, o filme não foca no conteúdo matemático em si, mas da história por trás das descobertas do jovem Ramanujan (Dev Patel). O indiano, dotado de um talento extraordinário, precisava desesperadamente que alguém enxergasse seu potencial com os números e lhe desse um emprego na área. Aprisionado na cidade de Madras e em um rígido sistema de castas, suas opções pareciam muito limitadas, até que surge uma improvável luz no fim do túnel. O matemático G.H. Hardy (Jeremy Irons) recebeu a carta de Ramanujan, e, contra todo o alto escalão da Universidade, decide convidá-lo para Cambridge com o intuito de publicar as descobertas do indiano.

O foco de “O Homem que viu o Infinito” não é na Matemática em si, mas sim na importância de lutar por um sonho. Tanto Ramanujan quanto Hardy enfrentaram todas as adversidades possíveis, incluindo uma Guerra Mundial, para marcar seus nomes na história da Matemática. Com um enredo fascinante e dois grandes atores como protagonistas, fica fácil entender que esse filme certamente deve ser assistido. Bem mais fácil que entender as equações de Ramanujan.  

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Felpuda


A parceria que até então era cantada em prosa e verso, com direito à divulgação de fotos em momentos de muita alegria, dá sinais de que realmente está se esgotando. O tal parceiro quase não mais aparece nos meios de divulgação, e até criticas, digamos, “meio de leve” vêm sendo feitas. Dizem que está o “maior climão”.Mas pelo sim, pelo não, resta esperar para ver onde é que essa parceria chegará. Sei não...