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CORREIO DO ESTADO

Confira o editorial desta segunda-feira: "Preocupação constante"

Empresários que atuam na região central fizeram uma série de pedidos à prefeitura, para que a obra de revitalização da Rua 14 de Julho passasse por manutenção adequada e constante
24/02/2020 03:00 - Da Redação


Prestes a completar três meses de inauguração da reforma da Rua 14 de Julho, que foi entregue no dia 29 de novembro de 2019, os comerciantes da área central ainda esperam pelos resultados prometidos. Sem vislumbrar o retorno em vendas, a classe pede por alguns ajustes, entre eles a cosntrução de um estacionamento público o que possivelmente poderia resolver a questão da falta de vagas na área central. O problema já havia sido levantado antes mesmo do  início da obra, em 2018 - pois o déficit já existia e tinha previsão de piorar justamente devido a internvenção a ser realizada-, mas nada foi feito para minimizar ou solucionar o caso.

Além disso, os empresários também sugerem uma série de medidas e reparos que podem ajudar a atrair novamente os consumidores para o Centro. Questões aparentemente simples, com a substituição das árvores que não foresceram e a instalação de cinzeiros nas áreas dos mobiliários urbanos - onde há locais para as pessoas se sentarem - ficam emperradas por conta das falhas na manutenção que aparentemente ficou esquecida no pós-obra.

Empresários e o poder público ainda precisam estreitar relações e definir prioridades, ao passo que juntos estabelecem uma estratégia eficaz para que a região central volte a ser atrativa. A obra milionária, vale lembrar, ainda não está completa. As vias transversais  as dez quadras reformadas, também vão passar por retalização.

Até agora, ao que se sabe, a obra milionária do Reviva Campo Grande financiada pelo Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID) já custou R$ 60.455.110,03. Isso porque a intervenção inicialmente orçada em aproximadamente R$ 58 milhões, mas formalizada em R$ 49.238.506,82 pela empresa Engepar Engenharia - que venceu a licitação -, foi aditivada em R$ 11.216.603,21 em setembro do ano passado.

Com o plus a revitalização ficou em torno de R$ 2,2 milhões acima do que havia sido prevista. A justificativa dada na época era que devido à “decorrência da reprogramação dos quantitativos de serviços inicialmente contratados”.

Resta saber se com esses novos pedidos de "ajuda" por parte dos comerciantes, o serviço de manutenção e cuidado da obra - que no carnaval ganhou reforço da Guarda Municipal na segurança, para evitar depredações e vandalismo - que deveriam ser recorrentes, o montante total gasto vai subir e de onde afinal, o "extra" será cobrado, ou vai sair. Espera-se que não seja do bolso do contribuinte.

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!