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ARTIGO

Gilson Cavalcanti Ricci: "Fim do mundo à vista"

Advogado
01/04/2020 02:00 - Da Redação


Perplexos, assistimos às imagens assustadoras do mundo atual, mostradas pela televisão mundial a respeito da devastadora pandemia do coronavírus. Particularmente, já havia perdido a fé na imparcialidade jornalística da televisão brasileira, a qual durante anos seguidos valeu-se do beneplácito econômico dos governos esquerdistas corruptos para calar sobre o descalabro governamental que implantou no País a pedofilia como cultura e dinamitou a economia nacional condenando à miséria mais de doze milhões de brasileiros desempregados.  

Expulsos do governo os comunistas Lula e Dilma, pela vontade de mais de cinquenta e sete milhões de brasileiros, surge nos horizontes do Brasil um novo sistema administrativo, trazendo-nos a esperança de colocar nosso amado País novamente nos trilhos da decência e do respeito à memória dos nossos heroicos antepassados, que nos legaram amor ao trabalho e respeito à pátria amada.

Instala-se então no País, de Norte a Sul, uma inusitada onda de feroz oposição ao novo governo, patrocinada por políticos esquerdistas, os quais se unem raivosamente contra o presidente Bolsonaro, unicamente por ser ele militar oriundo do glorioso Exército Brasileiro, e homem dedicado ao serviço da Pátria como militar calejado no cumprimento do dever e legislador atuante no Congresso Nacional durante duas décadas em prol da democracia. Tão logo empossado no cargo de presidente da República, começa a gritaria histérica orquestrada pelos líderes do PT e seus correligionários adeptos do comunismo internacional, os quais estão dolosamente tumultuando a administração do governo federal com o fito de desestabilizá-lo e levar o País ao caos econômico e moral, pouco importando a eles a segurança e o bem-estar do povo brasileiro.

Agora mesmo, com esta ameaçadora pandemia mundial, esses apóstolos da imoralidade material e humana estão fazendo de tudo para destruir as medidas cautelares do presidente Bolsonaro, para o contorno eficiente e pacífico da crise, a qual, na verdade, constitui uma piramidal ameaça à segurança nacional tanto no aspecto econômico como no aspecto humano – principalmente no aspecto humano, posto que a quarentena geral poderá levar à falência milhares de empresas e milhões de empregadores, gerando dessa forma uma “pandemia” tão grave ou pior do que o coronavírus. Entretanto, para os famigerados “lulistas”, inimigos gratuitos de Bolsonaro, não interessa essa série de sinistras ameaças ao sofrido povo brasileiro, que sempre foi vítima da maldita politicalha. A eles basta o poder em suas mãos rapinantes, e o povo que se dane. Na verdade, eles herdaram dos líderes comunistas do passado a maldade sanguinária contra “dissidentes” oprimidos pela vassalagem aos esbirros endeusados pela paranoia do poder totalitário, quando milhões de pessoas indefesas foram implacavelmente fuziladas na Rússia sob Lenin e Stalin; na China sob Mao-Tse-Tung; e em Cuba sob o “comandante” Fidel Castro. A história do mundo não mente, lamentavelmente.  

De repente, surge na China – um país comunista praticante do capitalismo – o coronavírus, uma bactéria altamente letal, que rapidamente está se esparramando pelo mundo inteiro, chegando ao Brasil recentemente e infectando milhares de brasileiros e levando à morte dezenas de infectados.

Tal ocorrência sinistra leva ao delírio os inimigos de Bolsonaro, meramente porque o governo teve de adotar medidas urgentíssimas em defesa da população, em uma verdadeira roleta russa para proteção das pessoas contra o contágio, e evitar o colapso da economia nacional em defesa de milhões de assalariados, os quais certamente perderão seus empregos se o governo não impor já medidas preventivas para evitar no Brasil o caos social e forte tendência para a guerra civil.  

Com certeza, esse indício alarmante do fim do mundo   tornou-se um maquiavélico festim em prol dos inimigos do presidente Bolsonaro, os quais não esperavam este prêmio inusitado, precioso às suas aspirações subjetivas de desestabilizar o governo, favorecendo assim suas intenções facciosas de destituir na marra o indomável capitão, eleito democraticamente pelo povo brasileiro nas últimas eleições presidenciais.     

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.