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ARTIGO

Leandro Gregorut: "Carnaval: Saiba como curtir a folia sem sofrer lesões"

Ortopedista, especialista em Medicina Esportiva
18/02/2020 02:00 - Da Redação


O carnaval está chegando e, antes mesmo do início oficial, os foliões já se aventuram em bloquinhos e festas. A data se tornou indispensável para quem gosta de diversão, mas, apesar do clima de festividade, é necessário manter cuidados com joelhos e pés para não prejudicar o seu gingado.

Os pés dão sustentação ao corpo e suportam todo o impacto sofrido, os joelhos sofrem pelo longo tempo em que se fica de pé e, quando sambamos, pulamos ou dançamos, a rápida mudança de direção aumenta o perigo de lesões e desgastes. As passistas, por exemplo, sambam sem parar por mais de uma hora na avenida em saltos com pouca sustentação, além de usar adereços pesados que sobrecarregam a coluna.

A preparação prévia é fundamental para curtir o feriado sem dores de cabeça. Veja algumas dicas:

Para quem vai enfrentar os desfiles das escolas de samba na avenida, o fortalecimento muscular prévio é muito importante. Os músculos que sustentam as articulações vão ajudar com o peso das fantasias.

Para quem vai de bloquinho em bloquinho, evite usar chinelos, rasteirinhas, sandálias e sapatilhas. Esses calçados não protegem os pés das irregularidades do solo e não têm o amortecimento necessário. Tênis com uma elevação de até 3cm são a pedida para os foliões que vão passar muito tempo em pé;

Para quem vai aproveitar o feriado para viajar, a praia é um destino comum. Por isso, quer seja para praticar exercícios ou para brincar o carnaval no litoral, tenha muito cuidado na areia fofa, que, por ser muito irregular, pode causar quedas e torções, além de exigir muito do joelho e do quadril.

Preste atenção nos seus limites, dor nos pés, tornozelos e joelhos são alertas de que algo não está bem. Na hora de descansar, invista em massagens para relaxamento e deixe os pés para o alto para melhorar a circulação.

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!