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Ex-senador boliviano asilado no Brasil<br> sofre acidente de avião em Goiás

Ex-senador boliviano asilado no Brasil<br> sofre acidente de avião em Goiás
13/08/2017 13:33 - FOLHAPRESS


 

O ex-senador boliviano Roger Pinto Molina, que recebeu asilo no Brasil após alegar perseguição do governo de Evo Morales, ficou gravemente ferido após a queda do avião que pilotava em Luziânia (GO) neste sábado (12).

Segundo o Corpo de Bombeiros de Goiás, o monomotor caiu depois de decolar do aeroclube da cidade, no entorno de Brasília. Único ocupante da aeronave, Pinto ficou preso nas ferragens, embora estivesse consciente.

Após ser estabilizado pelos bombeiros, ele foi levado ao Hospital de Base, na capital federal, onde está internado em estado grave. O ex-senador sofreu traumatismo craniano, parada cardiorrespiratória e outras fraturas.

Roger Pinto pediu asilo ao Brasil em maio de 2012, alegando perseguição política após ser acusado de vender terras de Pando, departamento que governava, e de ser o mandante de uma ação em que 20 índios foram mortos.

O pedido foi aceito, mas a Bolívia não deu o salvo-conduto para sair do país. Pinto ficou 454 dias na embaixada em La Paz até sair com ajuda de Eduardo Saboia, encarregado de negócios, que o levou de carro até Corumbá (MS). De lá, o boliviano partiu para Brasília, onde mora até hoje. 

A operação provocou uma crise diplomática entre Evo Morales e a então presidente Dilma Rousseff, que terminou com uma suspensão a Saboia no Itamaraty.

O ex-senador também foi citado na época do acidente com o avião que levava o time da Chapecoense a Medellín, na Colômbia, que deixou 71 mortos. Ele era sogro de Miguel Quiroga, piloto e dono da empresa LaMia.

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!