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                                <title><![CDATA[Correio do Estado - Corumbá]]></title>
                    
                                <subtitle>Feed de notícias de Corumbá do Correio do Estado</subtitle>
                                                    <updated>2026-11-03T21:56:53+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[PRF apreende dinheiro com suspeita de compra de voto com servidor da Prefeitura de Corumbá]]></title>
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                <name><![CDATA[Alison Silva]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Um motorista da Prefeitura de Corumbá foi detido com R$ 10 mil pela Polícia Rodoviária Federal após denúncia de suposto transporte de dinheiro para ser utiizado em compra de votos....]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="617582"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Um motorista da Prefeitura de Corumbá foi detido com R$ 10 mil pela Polícia Rodoviária Federal após denúncia de suposto transporte de dinheiro para ser utiizado em compra de votos. A abordagem ocorreu nesta quarta-feira (28) à tarde e o caso acabou ficando público nesta quinta-feira (29).</p><p>O servidor municipal, que tem 10 anos de carreira, voltava de Campo Grande com veículo da Secretaria Municipal de Saúde. Ele havia feito a viagem para trazer para a unidade do Hemosul bolsas com paquetas e levou para o Lacen, na Capital, coletas de sangue para análise.</p><p>O dinheiro em espécie estava guardado no bolso do servidor público. Quando o carro foi parado pelos policiais rodoviários federais, o condutor, que estava sozinho, recebeu a informação que as autoridades tinham recebido a denúncia sobre o transporte de dinheiro para suposto uso irregular.</p><p>O motorista reconheceu que estava com o dinheiro e o entregou aos PRFs. Ele declarou que havia pego a quantia com uma irmã e pretendia usar metade para pagamento de uma compra de casa no bairro Cristo Redentor e o restante seria usado para compra de materiais de construção. Por conta da denúncia e a falta de comprovantes que indicassem a origem das notas, o material foi apreendido. O celular do motorista também foi confiscado para passar por perícia.</p><p>O Ministério Público Federal deve analisar a questão e encaminhar a investigação para a Justiça. Em casos envolvendo o direito eleitoral, a Polícia Federal é quem conduz inquérito de investigação também.</p><p>A Prefeitura de Corumbá divulgou nota oficial que abriu processo administrativo para apurar a conduta do servidor. O prefeito Marcelo Iunes (PSDB); o procurador-geral do Município, Alcido Cardoso do Valle Júnior; e a secretária municipal de saúde, Beatriz Assad, tiveram uma reunião para tratar do assunto.</p><p>“A comissão sindicante poderá até mesmo determinar a suspensão do motorista até a conclusão da apuração, observado o direito do funcionário de ampla defesa. O prefeito Marcelo Iunes reiterou seu compromisso e seu respeito com a Democracia e reafirmou que não compactua e não apoia qualquer ação ilegal”, informou o comunicado.</p><p>De acordo com a prefeitura, o servidor reportou-se para a chefia no setor de saúde e justificou que o uso do dinheiro era para benefício próprio e que havia recebido a quantia da irmã. “O valor, o comprovante e o celular do servidor foram retidos pelos policiais e o condutor liberado. O motorista pertence ao quadro efetivo da Prefeitura há 10 anos e nunca respondeu por nenhum processo administrativo”, apontou nota do governo municipal de Corumbá.</p><p><span style="background-color:rgb(255,255,255);">Neste dia 2 de outubro haverá eleições para definir governador, senador, deputados federal e estadual, além de presidente.</span></p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="background-color:rgb(255,255,255);"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></p>

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                                    <category term="Polícia" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-09-29T22:50:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:47+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[‘Corre de Cosme e Damião’ deve reunir ao menos 400 locais de entrega de doces em Corumbá e Ladário]]></title>
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
            </author>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Durante todo o 27 de setembro, estampidos de fogos são ouvidos em diferentes locais e horários em Corumbá e Ladário. É o chamado para o “corre de Cosme e Damião”.Essa celebração mo...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="617134"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Durante todo o 27 de setembro, estampidos de fogos são ouvidos em diferentes locais e horários em Corumbá e Ladário. É o chamado para o “corre de Cosme e Damião”.</p><p>Essa celebração movimenta milhares de crianças, e também adultos, durante as primeiras horas do dia até o final da tarde para recolher, gratuitamente, doces que são distribuídos por devotos.</p><p>Nas duas cidades, a estimativa é que haja ao menos 400 locais que fazem essa distribuição como forma de agradecimento pelo alimento. </p><p>Além de envolver uma tradição, o fator fé é muito presente em quem se desdobra para arrecadar doces e alimentos para fazer a distribuição gratuita. </p><p>A regra é simples, qualquer pessoa que for ao local onde os fogos foram soltos pode pegar seu saquinho com doces. </p><p>Em geral são crianças que ficam circulando pelos bairros para participar dessa brincadeira para elas, e ato agradecimento para quem distribui.</p>

<p>“Cosme e Damião é uma data importante não só para Corumbá, mas principalmente para aqueles que tem fé. A importância disso tudo está ligada a fé das pessoas, é algo muito pessoal. Algumas pessoas têm devoção, outros fazem promessa, e tem também aqueles que gostam desse movimento", relata Thayná Cambará, umbandista e devota dos santos.</p><p>"Eu entendo que isso traz para Corumbá uma força religiosa muito grande, uma expressão cultural de grande valia. É uma data muito importante. Aquele doce entregue é uma forma de agradecimento pelo alimento que a pessoa tem para ela e a família”, acrescenta.</p><p>Ela participa de organização de um local de entrega no C.E.U Pai Oxalá há vários anos. </p><p>Agora em 2022 estão previstos a distribuição de 1,4 mil saquinhos com doces, mas também teve café da manhã com leite, pão e bolo. </p><p>O grupo ainda atende creches, lar de idosos, casa de acolhimento, sem contar a entrega que é feita na frente do centro de umbanda, onde fila longa é formada enquanto há itens para serem distribuídos.</p><p>Conforme histório, Cosme e Damião eram irmãos e foram reconhecidos como santos pela Igreja Católica a partir do século 6. </p><p>Eles são reconhecidos como padroeiros dos médicos, cirurgiões, farmacêuticos, cabeleireiros e, claro, das crianças. </p><p>Eles viveram no século 3 na região onde hoje está a Síria e os relatos apontam que eles atuaram como uma espécie de médico para atender as pessoas de forma gratuita.</p><p>Há sincretismo com o Candomblé e a Umbanda, pois Cosme e Damião remete à festa dos erês (que significa a criança que existe em cada um). </p><p>No catolicismo, a data de Cosme e Damião é 26 de setembro, porém a distribuição de doces é sempre feita em 27 de setembro, que é lembrado para os orixás Ibejis, filhos de Xangô e Iansã.</p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="617136"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

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                                    <category term="Cidades" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-09-27T17:05:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:53+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Em Corumbá, polícia apreende mais de 4 mil arquivos de pornografia infantil]]></title>
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                <name><![CDATA[Elias Luz]]></name>
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                <![CDATA[A Polícia Civil, em Corumbá, apreendeu mais de quatro mil arquivos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.Intitulada de Operação Sentinela, a ação aconteceu na tarde desta quinta...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A Polícia Civil, em Corumbá, apreendeu mais de quatro mil arquivos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.</p><p>Intitulada de Operação Sentinela, a ação aconteceu na tarde desta quinta-feira (8) e contou com a participação a Delegacia de Atendimento à Infância, Juventude e Idosos (Daiji), em conjunto com a Delegacia Especializada de Proteção à Criança e Adolescente (Depca).</p><p>Em nota oficial, a Polícia Civil informou que a operação foi o resultado das investigações conduzidas pelas delegacias especializadas no intuito de combater a pornografia infantil e levou à prisão de um homem de 38 anos pelos crimes de armazenamento e disponibilização de material contendo cena de sexo e nudez de criança e adolescente.  </p><p>No total, os policiais encontraram mais de quatro mil arquivos de fotos e vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes no endereço onde a diligência foi realizada. </p><p>Um notebook e um celular na posse do investigado foram apreendidos e serão submetidos à perícia nos próximos dias. </p><p>A operação tem como escopo uma série de diligências e investigações que terão como alvo constante os autores de crimes armazenamento, produção, posse e compartilhamento de material contendo pornografia infantil em todo o Estado.</p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="614290"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>]]></content>
                                    <category term="Polícia" />
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                        <published>2022-09-08T21:02:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:48+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Operação Mad Max 3 combate venda ilegal de combustível em Mato Grosso do Sul]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Tal qual o futuro distópico da série de filmes com Mel Gibson, a gasolina já é considerado item precioso no Brasil, o que levou a Polícia Federal a deflagrar, na manhã desta quarta...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="612998"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Tal qual o futuro distópico da série de filmes com Mel Gibson, a gasolina já é considerado item precioso no Brasil, o que levou a Polícia Federal a deflagrar, na manhã desta quarta-feira (31) a terceira fase da operação Mad Max, em combate à venda clandestina de combustível. </p><p>Segundo informações da PF, todo o combustível que estava sendo comercializada de forma clandestina, em alguns pontos de Corumbá; Ladário e Porto Esperança, era trazido das cidades bolivianas de Puerto Quijarro ou Puerto Suarez. </p><p>Ainda, a operação detalha que a intenção do grupo era, justamente, utilizar veículos - muitas vezes modificadas - para ir até o país vizinho e trazer o combustível para o Brasil, com a ideia de armazenar e vender do lado de cá da fronteira. </p><p>Armazenados em galões dos mais variados tipos - que vão desde tambores metálicos, plásticos, até os famosos garrafões azuis de água -, o combustível era revendido muitas vezes em garrafas pets ou galões menores.  </p><p>Ainda, conforme a Polícia Federal, o cliente ainda tinha a possibilidade de abastecer no próprio local.  </p><p>Vale ressaltar que, outras duas fases da Mad Max foram deflagradas, em agosto de 2018 e março de 2019, sendo que a polícia apura que essa prática criminosa aconteça, na região, há pelo menos cinco anos.</p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="612996"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<h2>Balanços </h2><p>Somadas as operações Mad Max de 2018 e 2019, cerca de 900 litros de combustível foram apreendidos em cada ano, segundo equipe responsável pela comunicação social da PF-MS</p><p>Além do combustível, na edição deste ano, a Polícia Federal apreendeu um revólver calibre 38, com três munições intactas, além de uma grande quantia em cédulas brasileiras, bolivianas e até norte-americanas, assim como cigarros contrabandeados. </p><p>Já em 2022, a operação Mad Max III apreendeu uma litragem total maior que os dois anos anteriores somados, sendo 1.891 litros de combustível neste ano, além de 5 veículos que eram utilizados para transportar o combustível da Bolívia para o Brasil.</p><p>Vale ressaltar que, os investigados podem responder pelos crimes de contrabando, importação ilegal de combustível, por armazenar substância tóxica irregularmente e qualquer eventual crime ambiental que possa ser encontrado no decorrer da investigação.</p><p>Importante frisar também que, as cargas de combustíveis precisam seguir as confirações estipuladas pela Receita Federal. Com isso, para o transporte regular, é necessário ter a licença da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e  uma declaração de importação registrada. (Colaborou Rodolfo César)</p><p> </p><p><i><strong>**(Matéria editada às 16h04 para acréscimo de informação)</strong></i></p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></a></p>

<div class="dn_noticiasRelacionadas" data-id="612997"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>]]></content>
                                    <category term="Polícia" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-08-31T18:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:42+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Ventos fortes em Corumbá deixam pescadores ‘ilhados’ no rio Paraguai]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/2022/08/29/ventos-fortes-em-corumba-deixam-pescadores-ilhados-no-rio-paraguai.html" />
            <id>https://correiodoestado.com.br/01a1a317-302f-72c4-9315-cd9d7dd051f4</id>
            <author>
                <name><![CDATA[Alanis Netto]]></name>
            </author>
            <summary type="html">
                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Um grupo de pescadores formado por seis adultos e um adolescente de 15 anos ficaram impedidos de conseguir voltar de uma pescaria no rio Paraguai, no começo da noite deste domingo...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="612620"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p style="text-align:justify;">Um grupo de pescadores formado por seis adultos e um adolescente de 15 anos ficaram impedidos de conseguir voltar de uma pescaria no rio Paraguai, no começo da noite deste domingo (28). Eles tentavam retonar para Corumbá, mas os ventos fortes que foram registrados no município impediram que a chalana que estavam pudesse seguir viagem.</p><p style="text-align:justify;">Eles foram obrigados a atracar na margem do rio a cerca de 1 km de alcançar o Porto Geral de Corumbá, pouco antes das 19h de domingo. Eles havia descido o rio, sentido Ladário, e no local que atracaram conseguiram sinal para acionar socorro dos Bombeiros, por rádio.</p><p style="text-align:justify;">Uma equipe de Corumbá, da Guarnição de Salvamento do 3° Grupamento de Bombeiros Militar, foi mobilizada por volta das 19h. Eles utilizaram a embarcação chamada Sucuri para fazer o resgate. Dois bombeiros seguiram como tripulantes na embarcação.</p><p style="text-align:justify;">Além da chalana, os pescadores utilizavam dois barcos de alumínio. A ventania registrada em Corumbá no final da tarde de domingo, que continuou na madrugada e até a manhã desta segunda-feira, gerou alerta para quem fazia navegação. O risco principal era de que os barcos pudessem virar e causar naufrágios.</p><p style="text-align:justify;">Todos os pescadores foram resgatados sem ferimentos pelos Bombeiros e foram trazidos para o Porto Geral já na noite de domingo. As embarcações que eles estavam só foram retiradas da margem esquerda do rio Paraguai quando as condições climáticas estavam mais seguras para a navegação. Durante este dia 28, em Corumbá houve sensação térmica de 38º C e baixa umidade relativa do ar, que chegou a 15%. Esse calor extremo foi alterado bruscamente depois das 18h, com a chegada da ventania. Os termômetros caíram para abaixo dos 20º C e nesta segunda-feira ainda não ultrapassaram os 22º C até o final da manhã.</p><p style="text-align:justify;">O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) está com alerta para o declínio brusco de temperatura para a Capital do Pantanal e mais 34 municípios de Mato Grosso do Sul, principalmente na região Sul. Esse alerta cobre ainda os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A previsão de intensidade de ventos é de velocidade moderada e isso deve ocorrer até a noite desta segunda-feira (29). Dados do instituto indicaram que a velocidade dos ventos chegou a ficar em quase 30 km/h.</p>

<div class="dn_noticiasRelacionadas" data-id="612621"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>]]></content>
                                    <category term="Cidades" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-08-29T17:15:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:44+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Com sensação términa de 38º C, Corumbá fica com névoa seca e calor escaldante]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/2022/08/28/com-sensacao-termina-de-38o-c-corumba-fica-com-nevoa-seca-e-calor-escaldante.html" />
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou alerta de índices extremos de temperatura e baixa umidade do ar em 44 cidades de Mato Grosso do Sul. Essas condições geraram u...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="612502"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou alerta de índices extremos de temperatura e baixa umidade do ar em 44 cidades de Mato Grosso do Sul. </p><p>Essas condições geraram uma fumaça no céu de algumas cidades, como ocorreu em Corumbá. </p><p>Por volta das 11h30 deste domingo (28), na Capital do Pantanal um cenário de fumaça surgiu na cidade e perdura durante a tarde.</p><p>A sensação términa na cidade chegou a registrar 38º C por volta das 13h, enquanto a temperatura estava na faixa dos 36º C. </p><p>Nesse período de maior calor, geralmente entre 10h e 16h, a umidade relativa do ar na cidade atingiu a marca dos 15%, mesma marca que foi registrada no deserto do Sahara.</p><p>Ainda como comparação sobre essas condições climáticas extremas, em Doha, cidade que vai abrigar a Copa do Mundo do Catar neste ano, a sensação térmica na cidade atingiu 40º C neste domingo enquanto a temperatura estava em cerca de 33º C. A localidade fica no deserto. </p><p>O período da Copa foi alterado de julho-agosto, quando tradicionalmente a competição acontece, para o final do ano justamente devido às altas temperaturas registradas no país do Oriente Médio.</p>

<p>Para Mato Grosso do Sul, e principalmente a região de Corumbá, temperaturas altas e baixa umidade do ar são perigos por conta de incêndios florestais no Pantanal. </p><p>Como havia previsão para essa situação alarmante há algumas semanas, os Bombeiros vêm realizando trabalho preventivo em áreas consideradas mais críticas no bioma com relação à prevenção de incêndios. </p><p>Isso foi feito a partir de orientação para comunidades, trabalhadores rurais e donos de propriedades para que não seja feita queimada de nenhum tipo. </p><p>Além da medida estar proibida, existe o risco do fogo criar um incêndio – que significa sair do controle.</p><p>O sistema Pantanal em Alerta, dos Bombeiros com o Ministério Público Estadual, indicou que neste domingo havia 248 focos de calor registrados até por volta das 17h, que atingia cinco municípios e oito propriedades. </p><p>Essa condição, comparada a outros períodos, apresenta números menores de registros. </p><p>Em Corumbá, por exemplo, foram identificados 21 focos de calor, apesar da alta temperatura e a baixa umidade do ar.</p><p>Dentro do município de Porto Murtinho, no Sul do Estado, estavam concentrados os maiores focos de incêndios neste domingo, 213 casos. </p><p>Os registros apontavam para duas áreas de reserva que ficam próximas a fronteira com o Paraguai.</p><h2>Calorão</h2><p>De acordo com o Imnet, neste sábado (27), o local com temperatura recorde no país foi o aeroporto de Cuiabá, com registro de 39,9º C. </p><p>O município de Mato Grosso do Sul nessa lista foi Coxim, que ficou em 10º lugar, com 37,5º C. </p><p>No município de Corumbá, houve o registro da fazenda Nhumirim, da Embrapa Pantanal, que marcou 37,3º C.</p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="612505"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-08-28T22:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:45+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Artesãos pantaneiros mostram sua arte no Rio de Janeiro e ampliam negócios]]></title>
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                <name><![CDATA[Naiara Camargo]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ A transformação de materiais não tão valorizados em obras de arte e peças únicas é um modelo de negócio que tem tradição no Pantanal. E agora que o bioma está em alta no Brasil, po...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="611170"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>A transformação de materiais não tão valorizados em obras de arte e peças únicas é um modelo de negócio que tem tradição no Pantanal.  </p><p>E agora que o bioma está em alta no Brasil, por conta da novela que é transmitida pela TV Globo, os artesãos de Corumbá e Ladário estão buscando novo espaço no mercado ao levarem seus produtos para serem vistos e comercializados no Rio de Janeiro. Esse movimento começou nesta segunda quinzena de agosto e vai até outubro.</p><p>Entre os produtos que estão em evidência na mostra, a qual visa impulsionar o artesanato pantaneiro, está a chamada viola de cocho. </p><p>É fato que na novela não aparece de forma comum esse instrumento, que é tão peculiar e muito presente em Corumbá, Ladário e em algumas regiões de Mato Grosso, bem como no Nordeste.  </p><p>A viola de cocho é usada para entoar o cururu, dança folclórica praticada por homens, e o siriri, outra dança tradicional, mas praticada geralmente por mulheres. </p><p>E com esse movimento de levar o artesanato pantaneiro para o Rio de Janeiro a intenção é tornar essa cultura mais próxima de grandes centros, além de permitir que esses produtos sejam comercializados.</p><p>Quem produziu as violas de cocho presentes na mostra são avô e neto, que moram em Ladário. Sebastião de Souza Brandão é um mestre nacional, reconhecido por garantir a tradição do instrumento, além de ser músico e tocar o cururu.  </p><p>Ele ainda é marcado nacionalmente por inovar com a viola de cocho e oferecer uma versão desse instrumento feito de forma rústica, no fundo de uma casa simples em Ladário, com acesso para sistema de som.  </p><p>Essa modernidade implantada possibilitou, por exemplo, a realização de uma apresentação para grande público porque a viola pode ser ligada a caixas de som.  </p><p>Sr. Sebastião, como é conhecido na região pantaneira de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, agora tem como um de seus sucessores o neto, João Vitor Alves Brandão.  </p><p>Com 15 anos, o estudante já sabe produzir viola de cocho, está aprendendo a tocar e chega a substituir o avô em oficinas feitas na Rede Estadual de Ensino para ensinar jovens como ele a terem contato com um instrumento tão tradicional e emblemático para a cultura pantaneira e muito tocado no período de festas juninas.</p><p>Os dois levaram para a mostra “Casa do Brasil Central, do Cerrado ao Pantanal” seis violas de cocho. Os instrumentos estão expostos no Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab), que serve de polo para difundir esse segmento tanto no Brasil como no exterior. Os preços de cada uma das violas variam, com valores que partem de R$ 300.  </p><p>“É muito legal, é extraordinário [ver a viola de cocho em exposição no Crab]. Essa cultura [da viola e do siriri e cururu] ficou parada, como se estivesse em uma gaveta. Parecia que não iria mais para frente. Um pouco antes de começar a pandemia, alguns companheiros falaram que acabou, que só teria algo em época de São João. Não acho que é isso. Eu, por exemplo, não parei.</p><p>Nesse período de pandemia, eu fiquei fazendo viola. Tive convite para fazer oficinas de viola. Agora tem esse trabalho no Rio de Janeiro. É uma tradição muito viva”, comentou o mestre Sebastião Brandão, que deve realizar neste ano uma apresentação de cururu no Rio de Janeiro.  </p><p>E, se puder, levará o neto. Ele já vendeu peças para Portugal e com a presença nessa mostra cria expectativa para ampliar seu mercado. Os dois não são os únicos que levam o nome da cultura pantaneira para um dos polos culturais do País.  </p><p>Profissionais instalados na Casa do Artesão de Corumbá também conseguiram ser selecionados para colocarem à venda suas peças. Entre eles está o grupo Amor Peixe, que foi fundado em 2009, na Capital do Pantanal, e reúne mulheres que transformam a pele do peixe em 37 produtos diferentes. O projeto hoje é negócio e envolve diretamente quatro mulheres, além de duas que atuam como colaboradoras.  </p><p>“Do começo do projeto Amor Peixe, mudaram todas as pessoas. Antes, eram filhas de pescadores. Eu mesmo fui estagiária, não sabia nem costurar. No começo, eu ficava pensando o que iam fazer com a pele de peixe. Será que iam fritar e só? [risos]. Não imaginava quantas coisas poderiam ser feitas. Hoje, temos mais de 37 produtos”, detalhou Francisca Garcia da Silva, que é a mais antiga do grupo e trabalha no Amor Peixe com Inês Monteiro Anez, Guilhermina Batista do Nascimento e Migdonia Clementina Nogueira Arzamendia Penha.</p><p>Outra artesã desse espaço em Corumbá é Luziangela da Silva Borges. Ela aprendeu o ofício em Batayporã, cidade onde nasceu. Foi para a Capital do Pantanal em 2018 e se instalou de vez na cidade para trabalhar com retalhos de pele de jacaré, que sobram no frigorífico que trabalha com o animal e fica em Corumbá.</p><p>Ela tem clientes da Itália [Roma], do Chile, da Bolívia, além do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Paraná. Como conseguiu ser selecionada para a mostra de três meses no Crab, ela planeja aumentar a sua clientela.  </p><p>“Eu trabalho sozinha. Minhas peças variam de R$ 25 a R$ 2 mil, dependendo do tamanho, e para essa exposição a gente levou imagens [sacras] de artesãos do Massabarro, a Nossa Senhora do Pantanal em cerâmica revestida com pele de jacaré, além de pulseiras e chaveiros”, contou.</p><p>Além dos artesãos de Corumbá e Ladário, há profissionais de Miranda, Campo Grande, Bonito, Jardim, Bodoquena e Três Lagoas nessa mostra, que é promovida pelo Sebrae de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal.  </p><p>No total, há a produção de mais de 150 artesãos, trazendo um retrato das produções do Cerrado e do Pantanal. Só do Estado, são cerca de 60.  </p><p>“Você está mostrando o artesanato sul-mato-grossense junto de outros estados. É um espaço de cultura no Rio antigo. Isso dá competitividade, dá valor agregado para esses artesãos. Essa exposição vai ajudar a chegarem a outros mercados”, analisou Isabella Carvalho Fernandes, coordenadora de Turismo do Sebrae-MS.</p>

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                        <published>2022-08-20T13:30:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:40+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Fechamento de fronteira entre Brasil e Bolívia atinge comércio internacional e estudantes]]></title>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="609106"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>O trânsito de veículos entre Brasil e Bolívia, a partir de Corumbá, está suspenso por 48 horas desde o início da madrugada desta segunda-feira (8). </p><p>O “paro”, como é definido esse tipo de protesto, já é o segundo que ocorre na região no prazo de menos de 15 dias. </p><p>A manifestação anterior foi no dia 25 de julho e durou 24 horas. </p><p>O motivo apresentado é o mesmo: cobrança de comitês cívicos para que o governo federal boliviano realize o censo, que estava previsto para novembro de 2022, mas acabou adiado para 2024.</p><p>A previsão é que com a paralisação de fluxo de veículo, mais de 100 caminhões fiquem sem trafegar pela região somente nesta segunda-feira (8). </p><p>O número de veículos com carga pode aumentar porque a manifestação vai prosseguir para esta terça-feira. </p><p>A informação que a fronteira ficaria fechada foi divulgada na semana anterior para empresas, por isso alguns carregamentos podem ter segurado o despacho para após a quarta-feira.</p><p>O Sindicato das Empresas de Transporte e Logística do Pantanal (Setlog Pantanal) está acompanhando a movimentação e notificou empresas e motoristas particulares que transitam na região. </p><p>Conforme a entidade, pode haver filas na rodovia Ramão Gomes, que liga Corumbá a Puerto Quijarro (na Bolívia), durante este dois dias de paro. </p><p>Ainda há previsão de caminhões fiquem parados em Corumbá, em pátios de transportadoras que têm escritórios na Capital do Pantanal.</p><p>Mato Grosso do Sul movimentou na fronteira Brasil-Bolívia mais de US$ 730 milhões, entre importação e exportação, no período de janeiro a junho. </p><p>A média é que em torno de US$ 4 milhões circulam diariamente nessa região, que abriga o maior porto seco do Centro-Oeste.</p>

<p>Além do reflexo no comércio internacional de Mato Grosso do Sul, o fechamento da fronteira gera dificuldade para estudantes. </p><p>Em Puerto Quijarro há universidade que abriga estudantes brasileiros, principalmente os que querem fazer Medicina. </p><p>Além disso, há alunos de ensino fundamental e médico que moram em municípos fronteiriços, como Quijarro, Puerto Suarez e o distrito de Arroyo Concepción, e vêm até Corumbá para estudar.</p><p>Estima-se que há 500 alunos que fazem essa viagem diariamente.</p><p>Como nenhum carro está passando para nenhum dos dois lados, parte desses alunos devem ficar sem aula nesses dois dias de manifestação. </p><p>Quem decide atravessar a fronteira precisa realizar uma caminhada de cerca de 800 m até acessar um dos dois países. </p><p>A previsão é que mototaxistas e motoristas de táxi devem aumentar sua frequência na região para poder levar uma demanda maior de passageiros.</p><p>Na região de Corumbá e Puerto Quijarro, não houve registro de incidentes de violência contra a manifestação. </p><p>Porém, o mesmo tipo de protesto acontece em outras partes da Bolívia e houve alguns confrontos. Fotógrafo do jornal boliviano El Deber chegou a ser atacado durante cobertura que era feita nas proximidades de Santa Cruz de la Sierra. </p><p>Conforme o jornal, havia policiais no local, mesmo assim não houve intervenção.</p><p>Na Bolívia, há uma disputa política que ocorre entre o governo federal, que tem como presidente Luis Arce, do partido MAS, e o governo departamental de Santa Cruz, que tem com governador Luis Fernando Camacho. </p><p>O governador é um dos apoiadores do paro. A realização do censo na Bolívia, tal qual ocorre no Brasil, gera índices que servem para definir repasses de recursos federais para departamentos (espécie de estado) e os municípios.</p>

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                        <published>2022-08-08T15:01:00+00:00</published>
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            <title><![CDATA[MP recomenda à Prefeitura e Santa Casa de Corumbá medidas urgentes contra descontroles na saúde]]></title>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ O Ministério Público Estadual publicou documento que recomenda diversas diretrizes tanto para a Prefeitura de Corumbá como para a Associação Beneficente de Corumbá (ABC) para tenta...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="608696"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>O Ministério Público Estadual publicou documento que recomenda diversas diretrizes tanto para a Prefeitura de Corumbá como para a Associação Beneficente de Corumbá (ABC) para tentar conter rombos e falhas na gestão pública do único hospital no Estado para a fronteira do Brasil com a Bolívia. </p><p>Nessa relação, entre as diretrizes apontadas estão a contratação de auditoria independente anual, a partir de 2023, por parte do município; e regularização nos pagamentos que o hospital faz para o corpo clínico.</p><p>O órgão fiscalizador apontou que apesar de ser uma recomendação o documento nº 0002, relativo ao procedimento administrativo 09.2022.00007359-8, o seu não cumprimento pode acarretar em medidas criminais contra o prefeito Marcelo Iunes (PSDB). </p><p>Além das diretrizes apontadas, o MP ainda recomenda que a ABC regularize documentação para conseguir identificar o tamanho do rombo fiscal que possui. O valor total da dívida é uma incógnita e a previsão é que nos últimos cinco anos, o déficit esteja em R$ 6.401.589,97.</p><p>A Santa Casa de Corumbá está sob intervenção municipal há mais de uma década e financeiramente encontra-se em crise, com atraso em pagamentos, falta de prestação de contas e suspeita de irregularidades em gastos com recursos públicos. A atual administração do hospital acontece por meio de Junta Interventora que é designidada pela Prefeitura de Corumbá.</p><p>Diante as condições de instabilidade organizacional e econômica, o Ministério Público Estadual também orientou que o município providencie a exoneração de praticamente toda a Junta Interventora, exceto pelo diretor-presidente Milton Carlos de Melo. </p><p>Ele foi nomeado em 10 de maio de 2022 depois de cumprimento de acordo entre a Prefeitura e o MP, além de outros órgãos públicos, para tentar evitar o colapso total do hospital.</p><p>A junta é composta por Élbio dos Santos Mendonça, André Luiz Oliveira dos Santos e Adriano Antonio Pires, este era diretor-presidente antes de Milton ter sido nomeado para o cargo. Todos esses integrantes estão, em diferentes níveis, ligados à Prefeitura de Corumbá.</p><p>O gestor Milton Carlos de Melo já atuou na recuperação de outras entidades beneficentes em Corumbá, como a Apae e o Lar de Idosos São José. O nome dele foi apontado de forma unâmime para assumir a junta, porém os demais membros indicados pela Prefeitura não receberam a mesma aprovação de órgãos de fiscalização.</p>

<p>O diretor-presidente da Junta, que não teve poder de indicar profissionais para trabalhar com ele na remodelação iniciada em maio, agora poderá fazer indicações. Isso foi o que recomendou o MP. </p><p>Faz parte dessa remodelação organizacional também nomear a auditora municipal Mariana Galharte Trotta, que compôs grupo que elaborou relatório enviado ao Ministério Público Estadual.</p><p>A relação de recomendações para a Associação Beneficente de Corumbá é bem mais extensa do que as diretrizes apontadas diretamente para a Prefeitura. São 25 apontamentos que sinalizam o grau de desorganização que a Santa Casa encontra-se. </p><p>Não há, por exemplo, plano de contenção e racionamento de despesas para pagamento de dívias; planejamento orçamentário e financeiro; padrão para contrato com médicos; adequação de despesas com pessoal; registro contábil de despesas com assistência a pacientes SUS; informações atualizadas sobre o tamanho da dívida, e a lista segue.</p><p>No levantamento feito, o Ministério Público ainda identificou que aparelhos de telefone que custam mais de R$ 5,9 mil foram adquiridos pelo hospital sem controle de patrimônio próprio.</p><p>Nesse caso, há celulares de última geração que não possuem registo, apesar de serem de propriedade da ABC, o mesmo ocorrendo com laptops de mais de R$ 8,6 mil. Há também poltronas adquiridas para maternidade que desapareceram.</p><p>“A presente recomendação não exclui a irrestrita necessidade de plena observância de todas as normas constitucionais e infraconstitucionais em vigor. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul deverá ser comunicado, no prazo de 10, dias úteis a partir do recebimento da presente, se a autoridade acolherá ou não a recomendação, com o encaminhamento de documentos hábeis a comprovar a efetivação das medidas, caso positiva a resposta, sob pena de, não adotando as providências, serem adotadas as medidas cabíveis em desfavor do responsável”, especificou a promotora de Justiça Ana Rachel Borges de Figueiredo Nina e o promotor de Justiça Luciano Bordignon Conte.</p><p>O documento detalhando as demandas foi também publicado no Diário Oficial do MP, na edição desta quinta-feira (4), o que representa na forma pública de encaminhamento para a Prefeitura.</p><p>A 5ª Promotoria de Justiça de Corumbá instaurou uma ação civil pública para apurar falta de transparência no uso de recursos públicos pela prefeitura local na Santa Casa, principalmente no atendimento a pacientes com Covid-19. </p><p>O inquérito foi instaurado em 3 de maio e foi aberto depois que a Câmara Municipal de Corumbá não conseguiu acessar a prestação de contas detalhada, em 2021, após mais de 30 requerimentos elaborados.</p><p> </p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></a></p>

<div class="dn_noticiasRelacionadas" data-id="608695"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>]]></content>
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                        <published>2022-08-05T12:45:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:42+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Pronto-socorro de Corumbá passará por sindicância, inquérito e representação, após morte de bebê]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Após Ravy Luiz de Arruda Aldama morrer em um corredor, com apenas dois meses de idade, o pronto-socorro de Corumbá será alvo de sindicância, de inquérito policial e representação a...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="607398"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Após Ravy Luiz de Arruda Aldama morrer em um corredor, com apenas dois meses de idade, o pronto-socorro de Corumbá será alvo de sindicância, de inquérito policial e representação ao Conselho Regional de Medicina, conforme o Ministério Público de Mato Grosso do Sul. </p><p>Como apontou o Correio do Estado, Ravy já chegou em estado crítico à unidade de saúde administrada pela Prefeitura de Corumbá.  </p><p>Conforme os pais da criança, ele não teve avaliação médica especializada, e, ainda na segunda-feira (25) não resistiu.  </p><h2>Apurações</h2><p>De acordo com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul - acionado ainda na terça-feira (26), pelos pais da criança -, a 5ª Promotoria de Justiça de Corumbá registrou o caso como notícia de fato.</p><p>Ainda, tanto o hospital quanto Secretaria de Saúde foram requisitados a apresentarem, ao MP, informações sobre o ocorrido.  </p><p>Segundo o MP "serão analisadas as próximas providências como requisição de sindicância, de inquérito policial e representação ao CRM". </p>

<h2>Entenda o caso</h2><p>Numa maca, no corredor do pronto-socorro,  Ravy passou seus últimos momentos com uma máscara de adulto que não parava em seu rosto. </p><p>Depois de o teste para Covid-19 ter sido negativo. Segundo a mãe do menino, Evelyn Amorim, somente após o falecimento de Ravy que foi diagnóstico positivo foi confirmado. </p><p>“Até quando iremos ter que chorar a morte de um filho por negligência desse hospital. Peço a todas as mãezinhas que me ajudem a fazer justiça. Meu filho foi abandonado para morrer no corredor do hospital. Ninguém quis se responsabilizar pela morte do meu filho", relatou a mãe de Ravy.</p><p>Antes que pudesse ser encaminhado para a UTI na Santa Casa de Corumbá, prédio que fica anexo ao pronto-socorro, ele morreu.  </p><p>Relatos da mãe apontam que ela gritou por socorro, alertando aos médicos que o quadro respiratório do filho tinha piorado.  </p><p>Ainda, o registro de óbito aponta para uma cardiopatia congênita, uma anormalidade na estrutura ou função do coração que surge durante a formação do órgão, nas primeiras 8 semanas da gestação.  </p><p>Os familiares realizaram exame do coração, datado de 10 de maio de 2022, que apresentou normalidade do órgão com oxigenação maior ou igual a 95%.  </p><p>Em resposta, a Prefeitura alega que a criança esteve o tempo todo sendo assistida pela equipe médica e de enfermagem, e que todos os protocolos foram seguidos.  </p><p>“A equipe tentou reanimá-la inúmeras vezes, sendo que 4 médicos prestaram assistência, porém sem sucesso, infelizmente. O óbito foi constatado às 20h10, por insuficiência respiratória, choque e cardiopatia cardiogênica. A criança esteve a todo momento acompanhada pela mãe”, alegou o Executivo Municipal em nota.</p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></a></p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-07-28T15:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:38+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[CGU aponta prejuízo de R$ 396,4 mil aos cofres da União por obra inacabada de Corumbá]]></title>
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                <name><![CDATA[Alanis Netto]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ A construção do Centro de Inicialização Esportiva (CIE), em Corumbá, teve início em 2015, foi orçada em R$3,5 milhões, e estava prevista para ser inaugurada em 2016. Até hoje, a ob...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="607093"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p style="text-align:justify;">A construção do Centro de Inicialização Esportiva (CIE), em Corumbá, teve início em 2015, foi orçada em R$3,5 milhões, e estava prevista para ser inaugurada em 2016. Até hoje, a obra não foi concluída e se encontra paralisada, com apenas 55,7% de execução do valor contratado.</p><p style="text-align:justify;">O município de Corumbá (MS) recebeu aplicação de verbas federais repassadas pelo Ministério do Esporte para realização da construção, nos anos de 2015 e 2016. Ao todo, foram R$3,6 milhões investidos, sendo R$750.469,84 repassados em 2015 e R$2.871.342,16 repassados em 2016.</p><p style="text-align:justify;">Os números são do relatório de apuração, realizado pela Controladoria-Geral da União (CGU), no dia 15 de junho de 2022.  </p><p style="text-align:justify;">O serviço de apuração foi realizado para averiguar a regularidade da aplicação dos recursos repassados pela União, para identificar ilegalidades ou irregularidades praticadas por agentes, públicos ou privados, na utilização dos recursos públicos federais.</p><p style="text-align:justify;">No documento, foi comprovado que foram realizados pagamentos por serviços não executados no valor de R$ 11.581,59 e prejuízo por serviços pagos, executados, mas depredados ou furtados do local das obras no valor de R$ 384.887,20, resultando em um prejuízo atual de R$ 396.468,79 (valor a preços iniciais da planilha contratada).  </p><p style="text-align:justify;">Confira os pontos analisados:  </p><h2 style="text-align:justify;">Cláusulas do contrato</h2><p style="text-align:justify;">Durante a análise, a CGU encontrou irregularidades em relação às cláusulas do edital da Concorrência, mostrando que a rejeição à participação de consórcios restringiu o caráter competitivo das licitações, impossibilitando que propostas mais vantajosas fossem aceitas para a licitação.</p><h2 style="text-align:justify;">Execução dos serviços</h2><p style="text-align:justify;">O processo também avaliou a execução dos serviços contratados, cujo montante representa 58,86% dos  valores pagos até o Boletim de Medição nº 20 – BM20 (serviços executados até 10.08.2020).</p><p style="text-align:justify;">No dia 22/02/2022, uma inspeção física foi realizada no local, para apurar se o valor pago à contratada era compatível com o valor dos serviços que já foram executados e medidos. O contraventamento horizontal em “X” da estrutura metálica em tesouras estava no BM20, mas durante a visita, os inspetores viram que o serviço não estava totalmente executado, resultando em um prejuízo calculado em R$ 11.581,59.</p><p style="text-align:justify;">Em explicação à CGU, o gestor da Prefeitura Municipal de Corumbá afirmou que os itens não localizados foram furtados, e por isso não estavam nos devidos lugares.</p><p style="text-align:justify;">Entretanto, em consulta à série de imagens disponibilizadas na plataforma Google Earth,  a CGU não conseguiu localizar os itens instalados em nenhum momento registrado nos últimos 4 anos.</p><p style="text-align:justify;">Ainda na inspeção, foi constatado que a grelha de ferro fundido teria sido executada conforme demonstrado pela fiscalização da prefeitura, em fotos à época das fiscalizações, mas não estavam no local no dia da inspeção física pela equipe da CGU, resultando em mais prejuízo, este de R$ 31.684,95.</p><h2 style="text-align:justify;">Superfaturamento</h2><p style="text-align:justify;">Outro ponto investigado foi o superfaturamento no preço dos itens. Para o levantamento, foi realizada a comparação entre preços praticados no contrato e os constantes do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) para janeiro de 2015, mês de referência do orçamento elaborado pela Prefeitura Municipal de Corumbá/MS e utilizado no procedimento licitatório.</p><p style="text-align:justify;">Em vinte e dois itens de serviço (de um total de 324 itens) de maior materialidade (serviços que representam acima de 1% do valor total contratado), cujo montante representa 63,52% do valor global adjudicado, foi constatado que o preço contratado ficou abaixo do preço referência de mercado. Assim, conclui-se que não houve prática de superfaturamento decorrente de sobrepreço contratual.</p><p style="text-align:justify;">Além disso, não foram celebrados Termos Aditivos de quantidades em valores significativos que pudessem alterar as características dos serviços contratados, nem foram realizadas medições de serviços em desacordo com o Cronograma.  </p><p style="text-align:justify;"><strong>A obra </strong>encontra-se paralisada no Boletim de Medição nº 20 (período de 19.12.2018 a 10.08.2020). Conforme informação da Prefeitura de Corumbá, uma nova licitação será realizada para a execução dos serviços remanescentes.  </p><p style="text-align:justify;">Em relação aos serviços pagos e danificados, ou extraviados no âmbito do Contrato nº 20/2015, encontra-se no departamento jurídico da prefeitura a tratativa para rescisão do contrato e cobrança do valor do prejuízo.</p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);"><strong>Assine o Correio do Estado.</strong></span></a></p>

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                        <published>2022-07-26T19:45:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:36+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Paralisação de 24h trava comércio exterior na fronteira do Brasil com a Bolívia]]></title>
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="606906"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>A movimentação de mercadorias na região do maior porto seco do Centro-Oeste, em Corumbá, está paralisada por conta do Paro Cívico Departamental. </p><p>O protesto boliviano fechou o acesso de caminhões na fronteira do Brasil com a Bolívia, em Puerto Quijarro, na madrugada desta segunda-feira (25), e está previsto para durar 24 horas.</p><p>Além de caminhões, não está autorizado também o fluxo de veículos menores entre Corumbá e Puerto Quijarro. </p><p>Nessa região, estima-se que em torno de 1 mil carros transitam diariamente, tanto com mercadorias como para o turismo e a interligação entre as cidades de Puerto Suarez e Puerto Quijarro com Corumbá.</p><p>No comércio exterior, Mato Grosso do Sul movimentou nessa região mais de US$ 730 milhões, entre importação e exportação, entre janeiro e junho deste ano. </p><p>Os dados são do governo federal, a partir do sistema Comex Stat. Por dia, a média de transações fica em mais de US$ 4 milhões. </p><p>Há fluxo de cargas tanto pela rodovia Ramão Gomes, que liga Corumbá a Puerto Quijarro e na Bolívia passa a ser chamada de rodovia Bioceânica; quanto pelo canal Tamengo, um braço do rio Paraguai.</p>

<p>Durante a madrugada e parte da manhã, o protesto transcorreu de forma pacífica. </p><p>Para impedir o trânsito de veículos, os manifestantes usaram diferentes objetos, que foram colocados perto da ponte que liga Corumbá a Puerto Quijarro. </p><p>Somente para ambulâncias a sinalização é retirada. O fluxo de pedestres não foi impedido, portanto, a única forma de acessar a região é a pé.</p><p>No Porto Seco de Corumbá, a movimentação de caminhões é de cerca de 350 veículos de carga por dia e todos estão parados, aguardando a liberação da rodovia para seguirem viagem. </p><p>Do lado da Bolívia, também há caminhões parados. </p><p>O Setlog Pantanal, sindicato da categoria dos transportistas, estima que são 100 caminhões parados.</p><p>O fechamento da fronteira nesta segunda-feira (25) foi avisado às autoridades bolivianas na semana passada e ocorreu por conta de manifestação do Comitê Cívico contra a decisão do governo federal boliviano de adiar a realização do censo para 2024. </p><p>A renovação de estatística no país vizinho estava prevista para começar em novembro deste ano. </p><p>Ela gera impacto direto no repasse de recursos para municípios e demais estruturas governamentais, como ocorreu no Brasil, com o censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p><p>Conforme os manifestantes, não existe critérios técnicos que justificam esse atraso na realização do censo.</p><p>Quem é responsável por esse levantamento na Bolívia é o Instituto Nacional de Estatística (INE). A decisão em realizar o bloqueio foi dada pelo Comitê Interinstitucional, que reúne os comitês cívicos de diferentes cidades. </p><p>Esse é um tipo de estrutura organizacional que reúne setores privados para deliberar sobre assuntos políticos.</p><p>Ainda há uma discussão na Bolívia para que já para o próximo ano seja feito uma política de estado que usa a base de dados sobre projeção da população. </p><p>Além disso, está em estudo a criação de um fundo de compensação para atender os municípios em função dos indicadores locais.</p><p>Além da região de fronteira do Brasil com a Bolívia, os bloqueios estão espalhados em outras áreas até Santa Cruz de la Sierra.</p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-07-25T16:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:38+00:00</updated>
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            <title><![CDATA["Juruna" é encontrado após três dias de busca e passar uma semana desaparecido]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="606491"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Após três dias de busca, e de passar quase uma semana desaparecido, o trabalhador desaparecido na região do Paiaguás, Luiz Carlos da Silva, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros e levado de helicóptero, no final da tarde de ontem (21), até Corumbá. </p><p>Alcoólatra em abstinência, o rapaz conhecido como "Juruna" tinha sido avistado pela última vez no dia 15, quando voltara de uma viagem de barco até a Fazenda São Camilo, quando saiu em direção ao mato e não foi mais visto. </p><p>Encontrado no final da manhã de quinta-feira (21), conforme o Corpo de Bombeiros à imprensa, Luiz estava desorientado e com sinais de desidratação e foi encaminhado para uma avaliação médica. </p><p>Como <a href="https://correiodoestado.com.br/policia/bombeiros-buscam-juruna-desaparecido-ha-5-dias-no-pantanal/402732"><strong>mostrou o Correio do Estado</strong></a>, três equipes ficaram responsáveis pela busca, a primeira formada pelo Sargento Kalunga e a cadela Laika; uma segunda realizava buscas à cavalo com peões da São Camilo e, ainda, uma terceira ficou responsável pelo percurso aéreo com drone.  </p>

<p>Na busca por Juruna, inclusive, um dos cachorros da Fazenda São Camilo que auxiliava na procura chegou a ser atacado por um porco do mato. </p><p>Conforme os Bombeiros, ontem (21) a equipe saiu de caminhonete em direção a fazendas vizinhas.</p><p>Na ação foram usadas buzina, sirene, para fazer barulho, na esperança de que ele viesse ao encontro da guarnição.  </p><p>Quando desapareceu, por estar sem beber, apresentava surtos psicóticos e comportamentos estranhos e sem nexo.  </p><p>Não foi informado exatamente onde Luiz Carlos foi encontrado.  </p><p> </p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></a></p>

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                        <published>2022-07-22T12:13:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:38+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Alcoólatra em abstinência, "Juruna" está desaparecido há 5 dias no Pantanal]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="606073"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Luiz Carlos da Silva - de 52 anos -, conhecido como "Juruna" (citado como alcoólatra em abstinência), está desaparecido desde a última sexta-feira (15) e, ainda no início da semana (18) o Corpo de Bombeiros iniciou a busca pelo indivíduo no Paiaguás, região do Pantanal. </p><p>Conforme relatos do Corpo de Bombeiros, além da guarnição do canil do 6.º Grupamento, com o trabalho da cadela Laika, os militares usaram ainda um drone para auxiliar nas buscas. </p><p>Três equipes ficaram responsáveis pela busca, sendo a primeira formada pelo Sargento Kalunga e a Laika, que percorreram uma distância de 4 quilômetros, com a cadela tendo farejado diversos itens da vitima para a ação. </p><p>Já a segunda fez buscas à cavalo por pelo menos 15 quilômetros, sem sucesso, enquanto a terceira ficou responsável pelo percurso aéreo com drone. </p><p>Além dos bombeiros, 3.º sargento Thiago Kalunga; 1.º sargento Oscar e o soldado Del Bianco, os militares contaram com ajuda diversos peões da Fazenda São Camilo auxiliaram nas buscas.  </p><p>Vale frisar que, Luiz foi visto pela última vez às 17h30, após chegar de uma longa viagem de barco e desembarcar na fazenda São Camilo e sair em direção à mata. </p><p>Ainda, um peão da Fazenda - identificado como Ramão - teria sido o último a avistar Juruna. Ele teria tentado ainda ir atrás do colega, mas desistiu quando notou que já estava para escurecer. </p>

<p>Durante as ações, um dos cães da fazenda - que tem acompanhado e auxilia as equipes -, terminou sendo atacado por um porco do mato, sofrendo um corte grande e recebendo os primeiros atendimentos ainda em campo. Importante ressaltar que o animal passa bem.  </p><p>Das ações de busca desenvolvidas ontem, durante a tarde foram definidos outros pontos a serem vistoriados pelas equipes, ainda assim nada foi encontrado até o momento. </p><p>Ao final do dia mais uma vez o Drone foi utilizado na tentativa de localizar o desaparecido, também sem sucesso. </p><p>Por fim, os bombeiros apontaram que o rapaz é dependente de bebidas alcoólicas e, por estar sem beber, apresentava recentes surtos psicóticos, com comportamentos estranhos e sem nexo. </p><p> </p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></a></p>

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                        <published>2022-07-20T15:30:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:39+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Após morte de onça-pintada a tiros, Polícia Federal faz operação contra caça ilegal]]></title>
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="605914"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>A Polícia Federal deflagrou cumpriu mandados de busca e apreensão em Corumbá, em operação desencadeada contra a caça ilegal, especialmente de onças.</p><p>Os mandados foram cumpridos nessa segunda-feira (18).</p><p>Conforme a Polícia Federal, investigações começaram quando uma onça-pintada foi encontrada morte com ferimentos provocados por arma de fogo, no dia 4 de julho, no Rio Paraguai, em Ladário.</p><p>Durante a operação, denominada Canguçu, não houve prisões, apenas mandados de busca e apreensão.</p><p>Os materiais recolhidos passarão por perícia para que seja individualizada a autoria do crime ocorrido.</p><p>O nome da operação faz referência ao termo em Tupi-Guarani “akangu'su”, designação da 'onça-pintada', formado de a'kanga 'cabeça' e a'su ou u'su 'grande'.</p>

<h2>Onça-pintada morta</h2><p>A<a href="https://correiodoestado.com.br/cidades/onca-encontrada-morta-no-rio-paraguai-indica-caca-predatoria/402098"><span style="color:hsl(240,75%,60%);"><strong> onça foi encontrada morta</strong></span></a> às margens do Rio Paraguai na segunda-feira (4) no município de Ladário.</p><p>O animal tinha marca de um ferimento à tiro na cabeça, indicando que foi morta por ação humana.  </p><p>Na ocasião, o tenente-coronel da Polícia Militar Ambiental (PMA), Ednilson Queiroz, disse que caso o suspeito seja identificado e condenado, ele pode pegar entre seis meses e 1 ano e meio de prisão, além de pagar uma multa de R$ 5 mil, pela espécie estar em extinção.</p><p>“Nós trabalhamos na prevenção de casos como esse. Dada a região da morte, o animal pode ter sido morto por uma pessoa local, assim como indivíduos da Bolívia, região próxima de Ladário”, pontuou Queiroz.</p><p>O tenente-coronel disse ainda que em casos de caça ilegal é difícil encontrar o autor.</p><p>“Nestes casos, encontrar um culpado é muito difícil. Exige prova testemunhal, ou mesmo a localização do projétil balístico. Acredito que a onça esteja nestas condições entre cinco e sete dias, sendo identificada hoje”, concluiu Queiroz.  </p><p>No primeiro semestre do ano, foram registrados 114 crimes contra a vida animal da fauna sul-mato-grossense.</p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-07-19T14:30:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:39+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Corumbá: Lei que cria "Bolsa Auxílio à Produção Cultural" é sancionada]]></title>
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                <name><![CDATA[Beatriz Feldens]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Com o objetivo de estimular o interesse artísticoe cultural de Corumbá, a Lei Complementar nº 302, que cria o Programa "Bolsa Auxílio à Produção Cultural" foi sancionada e publicad...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="605555"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Com o objetivo de estimular o interesse artísticoe cultural de Corumbá, a Lei Complementar nº 302, que cria o Programa "Bolsa Auxílio à Produção Cultural" foi sancionada e publicada no <a href="https://do.corumba.ms.gov.br/corumba">DIOCORUMBÁ </a>(Diário Oficial de Corumbá).  </p><p>A criação e fundação do Programa foi proposta pelo Executivo Municipal e teve aprovação unânime da Casa de Leis. O Auxílio fica no desenvolvimento cultural e pretende atender pessoas carente e que possuam algum conhecimento nas áreas de atuação.</p><p>A bolsa também visa estimular o interesse artístico e cultural na <a href="https://correiodoestado.com.br/pesquisar/corumba">Cidade Branca</a>, além de valorizar os jovens talentos que representam o município em eventos culturais pelo país, e os educadores artístico-culturais.  </p><p> </p>

<h2>Categorias</h2><p>O Programa é dividido em seis categorias de serviço voluntário, são eles: jovens talentros, jovem aprendiz técnico, produtor cultural, executantes, monitores e participantes.  </p><h3>Bolsas</h3><p>A partir de agora a Fundação da Cultura fica autorizada a conceder até 200 Bolsas com valor mínimo de 70 e máximo de 500 vezes o VRM (Valor de Referência do Município).</p><p>No mínimo, 5% do total de bolsas serão reservadas para pessoas com deficiência. As categorias serão destinadas a voluntários que possuam disponibilidade de horário, conhecimento técnico, e tenham cadastro ativo no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais).</p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);">Assine o Correio do Estado</span></a></p>

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                                    <category term="Cidades" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-07-17T17:19:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:37+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Vale confirma conclusão da venda de mineração em Corumbá para grupo dos irmãos Bastista]]></title>
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                <name><![CDATA[Alison Silva]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ A mineradora Vale divulgou no final da tarde desta sexta-feira (15) que foi concluída a venda dos ativos do Sistema Centro Oeste, que se refere à mineração em Corumbá e Ladário, ap...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="605385"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>A mineradora Vale divulgou no final da tarde desta sexta-feira (15) que foi concluída a venda dos ativos do Sistema Centro Oeste, que se refere à mineração em Corumbá e Ladário, após 46 anos de permanência na região. </p><p>A J&F Investimentos S.A, que pertence aos irmãos Wesley e Joesley Batista, foi quem comprou os direitos de exploração de minério de ferro e de manganês no Pantanal, além da empresa de transporte fluvial.</p><p>O negócio teve valor global de US$ 1,2 bilhão e o recebimento que faltava para concluir a transação foi de US$ 150 milhões.</p><p>"A Vale informa que concluiu nesta data (15 de julho) a venda de seus ativos do Sistema Centro Oeste para a J&F Mineração Ltda., controlada pela J&F Investimentos S.A, com o recebimento de US$ 150 milhões. </p><p>Esta transação reforça a estratégia da Vale de simplificação de portfólio, com foco nos principais negócios e oportunidades de crescimento, e pautados pela alocação de capital disciplinada”, detalhou a nota.</p><p>A comunicação oficial aconteceu porque a Vale é empresa de capital aberto e precisa fazer notificação ao mercado.</p><p>Com essa confirmação de venda concluída, a nova mineradora já está apta para assumir a operação em 100% dos processos.</p><p>Conforme apurado com especialistas do setor de mineração em Corumbá, a previsão inicial era que a J&F Mineração Ltda. iria assumir a unidade a partir de novembro deste ano. </p><p>Porém, ainda neste primeiro semestre, houve sinalização que esse procedimento poderia ser antecipado para final de julho ou começo de agosto.</p><p>A venda foi anunciada no dia 6 de de abril e corresponde à compra de ativos da Mineração Corumbaense Reunida S.A., Mineração Mato Grosso S.A., International Iron Company, Inc.; e Transbarge Navegación Sociedad Anónima. </p><p>Esse pacote transfere os direitos de exploração de minério de ferro, minério de manganês e a logística no Sistema Centro-Oeste. </p><p>Os atuais contratos vigentes no modelo take-or-pay também foram incorporados à negociação.</p><p>“Pelos termos acordados, o enterprise value da transação é de cerca de US$ 1,2 bilhão para um conjunto de ativos que contribuiu com US$ 110 milhões de Ebitda ajustado para a Vale em 2021. No fechamento da transação, a Vale receberá cerca de US$ 150 milhões, além de transferir ao comprador as obrigações relacionadas aos contratos logísticos de take-or-pay, sujeito à anuência das contrapartes aplicáveis e demais passivos existentes no conjunto de ativos das referidas sociedades”, informou a nota da Vale emitida em abril deste ano.</p><p>Os cerca de 1 mil funcionários da Vale vão ser transferidos na integralidade para a nova empresa de mineração, que ainda não tem expertise nesse setor e vai começar as atividades a partir da unidade de Corumbá/Ladário.</p><p>Quando a Vale adquiriu a estrutura total em Corumbá, para a exploração de minérios de ferro e de manganês, em 2009, o negócio com a Rio Tinto ficou na cifra de US$ 750 milhões. </p><p>Na época, a cotação da moeda norte-americana estava na faixa de R$ 2,30 e, com isso, a transação foi de cerca de R$ 1,7 bilhão.</p>

<h2>A  estrutura da Vale em Corumbá</h2><h5> </h5><h6>Compra dos ativos  </h6><p>Aquisição de operações de minério de ferro que pertenciam a Rio Tinto Plc em 18 de setembro de 2009.</p><h6>Produção</h6><p>Em 2008: 2 milhões de toneladas de minério de ferro.</p><h6>Previsão de ampliação para 15 milhões de toneladas ao ano.</h6><p>US$ 750 milhões foram pagos</p><h6>Investimento previsto</h6><p>Recursos que estavam previstos: US$ 2 bilhões (US$ 1,5 bilhão na compra de comboios de barcaças).</p><h6>Classificação do minério em Corumbá</h6><p>Classe mundial, alto teor de ferro e alta qualidade.</p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></p>

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                                    <category term="Economia" />
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                        <published>2022-07-15T22:30:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:37+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Transportadora que distribuía diesel ilegal é multada em R$120 mil em Corumbá]]></title>
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                <name><![CDATA[Natália Olliver]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Corumbá autuou uma transportadora que abastecia outros veículos de maneira ilegal nesta quinta-feira (14). O flagrante foi realizado após denún...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="605101"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p style="text-align:justify;"><span style="color:#26282a;background-color:transparent;">A Polícia Militar Ambiental (PMA) de Corumbá autuou uma transportadora que abastecia outros veículos de maneira ilegal nesta quinta-feira (14). O flagrante foi realizado após denúncias de moradores que perceberam a presença de um tanque reboque estacionado em área rural, a 15 km da cidade. </span></p><p style="text-align:justify;"><span style="color:#26282a;background-color:transparent;">Na autuação foram encontrados 3 mil litros de óleo diesel, no veículo com capacidade total de 28 mil. O local funcionava como ponto de abastecimento para caminhões que transportam minério para a empresa transportadora. Companhia não tinha licença ambiental para a atividade. </span></p><p style="text-align:justify;"><span style="color:#26282a;background-color:transparent;">Os agentes multaram a empresa em R$120 mil, sob acusação de armazenamento de produto perigoso sem autorização ambiental e em desacordo com as normas para o tipo de  substância. </span></p><p style="text-align:justify;"><span style="color:#26282a;background-color:transparent;">De acordo com a PMA, os produtos não só estavam armazenados de maneira perigosa, como colocavam em risco o ambiente e as pessoas, por não possuir nenhum sistema de proteção para o solo e por ser altamente inflamável.</span></p><p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;background-color:transparent;">Os responsáveis poderão responder pelo crime ambiental previsto pela Lei Federal nº 9.605/12/2/1998, que prevê pena de um a quatro anos de reclusão. </span></p><p style="text-align:justify;"><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);background-color:transparent;"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-07-14T21:20:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:38+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Oásis de águas cristalinas no Pantanal ainda está sendo descoberto pelo turismo]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/2022/07/09/oasis-de-aguas-cristalinas-no-pantanal-ainda-esta-sendo-descoberto-pelo-turismo.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Naiara Camargo]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Após os incêndios de 2020, o Pantanal ficou na cabeça das pessoas, pois a tragédia impactou o mundo. Até então, as exuberâncias do bioma eram conhecidas em certo grau, mas o que as...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="604181"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Após os incêndios de 2020, o Pantanal ficou na cabeça das pessoas, pois a tragédia impactou o mundo. Até então, as exuberâncias do bioma eram conhecidas em certo grau, mas o que as chamas de dois anos atrás causaram, além de tristeza, foi a vontade de explorar um Pantanal que está disponível e do qual ainda pouco se sabe. </p><p>Pelo menos em termos de ecoturismo, que é reconhecido como ferramenta para garantir medidas sustentáveis e proteção ambiental.  </p><p>Entre as “descobertas” turísticas estão as águas cristalinas do Paraguai-Mirim. A transparência permite até fazer mergulho entre peixes e arraias.</p><p>O assunto tratado aqui é parte integrante de uma série que o Correio do Estado começou a publicar sobre o Pantanal no dia 4 de julho. Este trabalho corresponde a uma composição única, que vai concentrar e contextualizar outras reportagens que o jornal tem publicado desde 2020 para mostrar qual é a realidade atual do bioma e as perspectivas para o futuro.</p><p>Esse afluente difere de tudo que ocorre no Rio Paraguai, que tem água turva e misteriosa, sem praticamente mostrar nada do que há em seu mundo subaquático, em trechos que a profundidade pode chegar a 60 metros. </p><p>O Paraguai-Mirim pode ser acessado tanto rio abaixo, logo depois de Ladário, como rio acima, antes de chegar na comunidade Barra do São Lourenço, que fica próximo à divisa de Mato Grosso do Sul com Mato Grosso.</p><p>Em qualquer um desses acessos, logo que a embarcação chega a esse rio a diferença de turbidez da água é enorme. </p><p>Apesar dessa condição, muito favorável para a visitação, o Paraguai-Mirim não é nem de longe tão conhecido como as águas de Bonito (Rio Sucuri, por exemplo), destino referência em ecoturismo no Brasil e no mundo.  </p><p>Atualmente, só existe uma agência em Corumbá que promove passeios exclusivos para visitar a região, incluso o mergulho com equipamento. Entre outubro de 2021 e junho deste ano, em torno de 40 pessoas foram diretamente para visitar o local, entre elas, oito alemães que passavam pela Capital do Pantanal.</p><p>Virgínia Ly Lito Pinto, dona de uma agência que trabalha com passeio dedicado ao Rio Paraguai-Mirim, explica que há fatores que ainda dificultam uma visitação maior.  </p><p>Diferentemente de Bonito, onde os atrativos estão mais próximos da cidade, chegar às águas cristalinas do Pantanal exige uma viagem mais longa. É possível ir e voltar da região em um dia, mas o trajeto, incluindo o período para mergulhar, dura mais de 12 horas.</p><p>“Eu trabalho na região desde 2018, e a gente fazia batismo do curso de mergulho por lá. Em 2020, a gente viu uma oportunidade, mas veio a pandemia e só conseguimos retomar no ano passado. É tudo muito lindo, mas, para a gente fazer um turismo responsável, não é local de grandes grupos. No máximo são oito pessoas. Temos que trabalhar para preservar. Além disso, não é barato”, comentou a empresária.  </p><p>Um passeio até o Paraguai-Mirim chega a custar R$ 750 por pessoa, quando é feito em um dia. Na necessidade de pouso, o valor quase dobra e a estrutura para receber o turista é simples.</p><p>Esse afluente surge na região da Serra do Amolar, área com vegetação e vida selvagem muito preservadas, e corta um caminho até Corumbá e Ladário, desaguando em local conhecido como Rabicho, onde a Marinha tem uma unidade de treinamento. </p><p>Pelo fato de a navegação ainda ser menos intensa do que no Rio Paraguai, muitos trechos do Paraguai-Mirim ficam cobertos de camalotes e, em outros, a navegação é quase inexistente. Apesar disso, há trechos em que a profundidade é maior do que cinco metros.</p><p>A organização não governamental (ONG) Ecoa, que atua com comunidades ribeirinhas, identificou cerca de 38 famílias que vivem na região.  </p><p>A grande maioria dessas pessoas (80%) são pescadores e coletores de iscas vivas, que acabam sendo vendidas a turistas que fazem pesca esportiva e passam pelo trecho em barcos-hotéis que partem de Corumbá até a região da Baía da Gaíva, na Serra do Amolar.  </p><p>“No total, são 216 pessoas, moradoras fixas, espalhadas por um vasto território nas margens do Rio Paraguai, do Paraguai-Mirim e seus corixos. A média de filhos por famílias é de 5,4”, identificou estudo da ONG Ecoa.</p><p>Também existe projeto em andamento para estruturar turismo de base comunitária em alguns trechos dessa comunidade, ao ser criado um roteiro turístico.  </p><p>O Sebrae-MS e a Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS) têm parceria para auxiliar moradores interessados em empreender, bem como oferecer suporte para propriedades que pensam em propostas de negócios. Essa ação é para médio prazo.</p><h2>ESTRATÉGIA DE GUERRA</h2><p>Se atualmente as águas cristalinas do Paraguai-Mirim oferecem potencial turístico, elas foram uma “arma” estratégica para o Brasil na época da Guerra da Tríplice Aliança (1864-1870), conhecida também como Guerra do Paraguai.  </p><p>O canal, há dois séculos mais conhecido pelos indígenas que moravam na região, serviu para tropa brasileira que havia saído de Cuiabá surpreender os paraguaios, que haviam tomado o Porto de Corumbá.</p><p>A chamada retomada de Corumbá, até hoje celebrada na Capital do Pantanal com evento militar, ocorreu em 13 de junho de 1867, encabeçada por Antônio Maria Coelho, e foi fundamental para acabar com três anos de ocupação paraguaia na região.  </p><p>Para surpreender as forças armadas paraguaias, a tropa não surgiu na curva do Rio Paraguai, imortalizada na música “Chalana” de Mário Zan, e que está logo na frente do Porto Geral. Foi cortando caminho no Paraguai-Mirim que essa estratégia militar ocorreu.</p><p>Apesar desse fato histórico representativo, que gerou raízes para Corumbá e Ladário serem o que são hoje e parte do território brasileiro, para quem se aventura na região ainda não se conta muito sobre o assunto.  </p><p>A beleza natural e surpreendente de ver barcos parecendo flutuar e peixes nadarem como se estivessem no ar gera mais atenção e não precisa de explicação: é só estar lá para presenciar tudo isso.</p>

<div class="dn_noticiasRelacionadas" data-id="604182"><small>@@NOTICIAS_RELACIONADAS@@</small></div>]]></content>
                                    <category term="Cidades" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-07-09T13:30:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:38+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[PF de Corumbá retém 25 toneladas de insumo utilizado para refinar cocaína]]></title>
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                <name><![CDATA[Eduardo Miranda]]></name>
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            <summary type="html">
                <![CDATA[A Polícia Federal e a Receita Federal do Brasil apreendeu na tarde desta segunda-feira (27), 25 toneladas de peroxido de hidrogênio, insumo químico controlado, que é utilizado no refino da cocaína. A...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A Polícia Federal e a Receita Federal do Brasil apreendeu na tarde desta segunda-feira (27), 25 toneladas de peroxido de hidrogênio, insumo químico controlado, que é utilizado no refino da cocaína.  </p><p>A apreensão ocorreu em Corumbá, no posto de fiscalização da fronteira Brasil - Bolívia. A Polícia Federal ainda não forneceu mais detalhes da apreensão.  </p><p>O material, o mesmo que é utilizado em pequena quantidade para se fazer ítens de consumo da vida cotidiana, como a água oxigenada, só pode ser comercializado mediante autorização dos órgãos de controle, como a Receita Federal.  </p><p>No refino da cocaína, o peróxido de hidrogênio é utilizado no processo conhecido como oxidação.  </p><p>Conforme a PF, ao considerar a proporção de um litro para cada quilo de cocaína no processo de refino, o volume apreendido poderia ser suficiente para refinar até 25 toneladas da pasta base de cocaína, que é a droga ilícita em seu estado mais puro. </p>

<h2>Contramão</h2><p>Esta já é a segunda apreensão da Polícia Federal atuando na contramão do tráfico em Mato Grosso do Sul. Além do volume de apreensões de cocaína ter crescido no Estado, a retenção de insumos utilizados no refino da droga passou a ocorrer na fronteira.  </p><p>Em 21 de março, a PF apreensão 231 toneladas de acetato de etila, material que também é utilizado no processo de produção da cocaína e tem sua comercialização controlada.  </p><p>Na ocasião, o material apreendido estava orçado em mais de R$ 3 milhões, e seria exportado por uma fornecedora com sede em São Paulo (SP) e tinha a cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, como destino.  </p><p>Conforme a PF, o acetato de etila está presente em 87% das amostras de cocaína apreendidas no Brasil.</p><h1><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></h1><p> </p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-06-28T00:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:34+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Banho de São João volta a ser realizado em Corumbá e mobiliza 40 mil pessoas]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ O Arraial de São João voltou a ser realizado em Corumbá após 2 anos de restrições causadas pela pandemia. Entre esta quinta e madrugada de sexta, a Prefeitura local divulgou que a...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="601325"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>O Arraial de São João voltou a ser realizado em Corumbá após 2 anos de restrições causadas pela pandemia. Entre esta quinta e madrugada de sexta, a Prefeitura local divulgou que a festividade movimentou em torno de 40 mil pessoas.</p><p>A realização da celebração agora em 2022 marca também a primeira vez que ela ocorre depois do reconhecimento como Patrimônio Cultural Brasileiro.</p><p>Sobre os eventos culturais, haverá nesta sexta apresentação de Quadrilhas Juninas a partir das 18 horas; às 20h começa o show de Ize, às 21h30 a apresentação de Jaison Sudário e às 23h o da Gurizada Baileira. Às 0h30 a atração principal da noite, João Paulo e Dudu (com participação especial de Marinho e Rafael) sobe ao palco.</p><p>No dia 25, sábado, o Concurso de Quadrilhas começa às 18 horas. Às 20 horas começa a apresentação de Ronny Alejandro; às 21h30 a de Tiel e Renan; e às 23h a d’Os Garotos. Cristiano Garcia encerra a noite, com show que começa às 0h30.</p><p>No domingo, dia 26, Laryssa Alencar e Banda se apresentam às 19 horas; às 20h30 terá início o show regional da dupla Leandro e Gaelano (com participação especial de Bernardo Paredes); e às 22 horas o show nacional do conjunto Forróçacana.</p>

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<p>O banho de São João de Corumbá foi tombado em 2021 como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Ele é uma das manifestações mais tradicionais do período junino. Durante a noite de quinta e a madrugada de sexta, ao menos 94 andores foram levados ao rio Paraguai para o banho. Essa quantidade é a cadastrada na Fundação de Patrimônio Histórico de Corumbá, mas uma dezena de outros também participam.</p><p>O ritual do banho é o ponto alto da celebração. Os andores começam a descer a Ladeira Cunha e Cruz em direção ao rio já no anoitecer do dia 23 e a cerimônia segue até a madrugada do dia 24. O tombamento foi chancelado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), cuja aprovação ocorreu no dia 19 de maio de 2021.</p><p>Conforme os estudos, o São João Pantaneiro é único, pela tradição do banho ou batismo, com influências da cultura portuguesa e incorporação de danças indígenas e africanas, onde se destacam os cantadores de cururu e suas violas-de-cocho e as cirandas do siriri no levantamento do mastro do santo. A origem da festa criada pelas classes pobres remonta ao final do século XIX.</p><p>Além da cultuação a São João, Xangô também é lembrado neste período do ano e o sincretismo de religiões ocorre com muito fervor.</p><p> </p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></a></p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-06-24T11:45:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:30+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Filhote de onça-pintada morre atropelado a 2 km da zona urbana de Corumbá]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/2022/06/23/filhote-de-onca-pintada-morre-atropelado-a-2-km-da-zona-urbana-de-corumba.html" />
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                <![CDATA[@@NOTICIA_GALERIA@@ Uma onça-pintada filhote foi atropelada na rodovia Ramão Gomes, via que liga Corumbá à Puerto Quijarro (Bolívia), na noite desta quinta-feira (22). Apesar de ter sido socorrida, el...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<div class="dn_galeria_noticia" data-id="601132"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Uma onça-pintada filhote foi atropelada na rodovia Ramão Gomes, via que liga Corumbá à Puerto Quijarro (Bolívia), na noite desta quinta-feira (22). </p><p>Apesar de ter sido socorrida, ela não resistiu e morreu ainda nesta quinta. </p><p>O acidente aconteceu há cerca de 2 km da zona urbana da Capital do Pantanal.</p><p>Um veículo atingiu o filhote perto de uma curva. Nas proximidades fica o parque Marina Gatass, pode onde passa o canal Tamengo. </p><p>Ano passado, houve relatos da presença de pelo menos uma onça-pintada nessa região, que fica também próxima da Prefeitura de Corumbá.</p>

<p>Por conta do animal ser filhote, existe a possibilidade que a onça-pintada mãe esteja por perto, mas ela não foi vista. </p><p>As onças-pintadas ocupam uma larga área e chegam a viver em uma faixa de até 200 km de área.</p><p>A Polícia Militar Ambiental (PMA) chegou a ser acionada logo depois do atropelamento. </p><p>“Os policiais foram ao local e resgataram o filhote onça-pintada, que estava bastante debilitado e não conseguia se locomover, inclusive, com sangramento nasal, aparentando estar com várias fraturas pelo corpo”, informou a corporação, em nota.</p><p>Por conta do estado gravíssimo, houve decisão que não haveria tempo hábil para transportar o filhote para Campo Grande, no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS). Essa unidade tem atendimento especializado. </p><p>Um veterinário do Instituto do Homem Pantaneiro (IHP) foi acionado durante a noite para dar atendimento de emergência, mas não houve como salvar o animal. </p><p>Veterinários da Fundação de Meio Ambiente do Pantanal, órgão da Prefeitura de Corumbá, também foram acionados.</p><p>Em Corumbá, em outubro de 2021, há um hospital de campanha que foi instalado na unidade do Corpo de Bombeiros para atender animais silvestres vítimas de incêndios ou outras situações, como o atropelamento.</p><p>Porém, a estrutura pouco é utilizada e não há profissionais específicos direcionados para realizar o atendimento nesse local.</p>

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                                    <category term="Cidades" />
                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-06-23T15:28:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:34+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Mulher morta pelo ex-marido em Corumbá é a 23ª vítima de feminicídio este ano]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/2022/06/22/mulher-morta-pelo-ex-marido-em-corumba-e-a-23a-vitima-de-feminicidio-este-ano.html" />
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                <name><![CDATA[Ana Clara Santos]]></name>
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                <![CDATA[Na madrugada desta quarta-feira (22),em Corumbá, mais uma mulher morreu vítima de feminicídio. Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28 anos, é a 23ª vítima desse tipo de crime em Mato Grosso do S...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Na madrugada desta quarta-feira (22),em Corumbá, mais uma mulher morreu vítima de feminicídio. Grazielly Karine Soares Alves de Lima, de 28 anos, é a 23ª vítima desse tipo de crime em Mato Grosso do Sul. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">De acordo com dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), esses 23 casos foram registrados apenas no primeiro semestre deste ano, o que dá uma média de quatro crimes por mês.</span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Se comparado com o mesmo período de 2021, neste ano foram registrados quatro casos a mais, já que na primeira metade do ano passado foram 19 ocorrências, somando o interior e a Capital. Ainda de acordo com a Sejusp, no ano passado, 32 mulheres morreram pelo simples fato de serem mulheres. </span></p>

<p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Entretanto, apesar nos números, a delegada da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Campo Grande, Ana Luiza Noriler, afirma que não dá para fazer uma projeção se os casos de feminicídio deste ano irão superar os de 2021. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">“Não dá pra mensurar se vai superar, pode ser que aumente, mas não dá pra afirmar, embora de fato o primeiro semestre deste ano tenha sido mais violento que o anterior e a princípio estamos com quatro a mais”, aponta a delegada.</span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Noriler ainda destaca que a violência infelizmente persiste, apesar de todo o trabalho de prevenção e conscientização feito com a sociedade no geral, e ainda fala da importância de denunciar qualquer caso de violência doméstica. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">“O número de denúncias está aumentando, mas, a maior parte das vítimas de feminicídio não tinha boletim de ocorrência contra o agressor ou medida protetiva para resguardar a vítima. Não posso falar no caso específico de Corumbá porque não sei detalhes, mas na maior parte dos casos é assim”, detalha. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Ainda conforme os números da Sejusp divulgados pelo Correio do Estado no mês passado, Campo Grande apresentou um aumento de 233,3% nas tentativas de feminicídio entre 1º de janeiro a 24 de maio, em relação ao mesmo período de 2021</span></p>

<h2><span style="color:#000000;background-color:transparent;"><strong>Entenda o caso</strong></span></h2><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Grazielly foi encontrada morta com o rosto desfigurado e o cabelo cortado em diversas partes. O principal suspeito do crime é Edmilson Veríssimo dos Reis, de 33 anos, que é ex-companheiro da vítima e não aceitava o fim do relacionamento. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Testemunhas contaram à polícia que o acusado era violento e muito ciumento, o que levava à diversas brigas entre ele e a vítima, que estavam separados há três meses. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">Antes que a polícia chegasse ao local do crime, no bairro Popular Nova, o suspeito já tinha fugido do local em uma moto, mas, antes ele teria ligado para um amigo e dito que “fez uma besteira” e matado a própria esposa. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">A polícia fez buscas no interior e na área ao redor da casa onde o assassinato aconteceu, mas não encontrou a arma usada para matar Grazielly. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">O celular que pertencia à vítima estava quebrado e seus documentos rasgados e espalhados por toda a casa. </span></p><p><span style="color:#000000;background-color:transparent;">O suspeito já tem outros boletins de ocorrência registrados em seu nome, sendo que o último foi em março deste ano por lesão corporal qualificada pela violência doméstica em que a vítima era Grazielly. </span></p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:rgb(76,153,230);"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-06-22T20:43:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:33+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Durante Operação Corpus Chrsti, homem é autuado por transportar toras de madeira ilegalmente]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/policia/2022/06/18/durante-operacao-corpus-chrsti-homem-e-autuado-por-transportar-toras-de-madeira-ilegalmente.html" />
            <id>https://correiodoestado.com.br/01a1a317-1b33-72ca-aa28-865f7a356188</id>
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                <name><![CDATA[Judson Marinho]]></name>
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                <![CDATA[Em uma fiscalização da Polícia Militar Ambiental de Corumbá (PMA) nas estradas próximas à assentementos rurais, um agricultor foi autuado por tranporte e exploração ilegal de madeira no inico desta ta...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Em uma fiscalização da Polícia Militar Ambiental de Corumbá (PMA) nas estradas próximas à assentementos rurais, um agricultor foi autuado por tranporte e exploração ilegal de madeira no inico desta tarde de sábado(18).</p><p style="text-align:justify;">O flagrante foi registrado por uma equipe da PMA, na região rural de Tamarineiro, Taquaral e Paiozinho no munícipio de Corumbá. </p><p style="text-align:justify;">Segundo a policia, o condutor transportava 200 pequenas toras de lenha da espécie angico.</p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="600477"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p style="text-align:justify;">O proprietário da carga, de 57 anos, admitiu que explorou a madeira na região do assentamento Paiolzinho.</p><p style="text-align:justify;">Com ele não havia o Documento de Origem Florestal (DOF), que é o documento ambiental para o transporte e armazenamento, comércio e industrialização de qualquer produto florestal.</p><p style="text-align:justify;">Foram apreendidos pela polícia o veículo Ford Pampa junto com a lenha. </p><p style="text-align:justify;">O condutor responderá por crime ambiental e, se condenado, poderá receber pena de detenção seis meses a um ano, além de pagar uma multa de R$ 300,00.</p><h2 style="text-align:justify;">Operação Corpus Christi</h2><p style="text-align:justify;">A fiscalização da PMA na operação Corpus Christi em Corumbá já abordou 11 veículos e 42 pessoas. <span style="background-color:rgb(255,255,255);">O término da operação será na segunda-feira (20), às 8h00.</span></p><p style="text-align:justify;"><span style="background-color:rgb(255,255,255);">Objetivo do efetivo é monitorar os rios, barreiras nas estradas, fiscalização em propriedades rurais, em locais de belezas naturais de prática de turismo, para prevenir e combater infrações e crimes que possam degradar esses recursos naturais.</span></p><p style="text-align:justify;">Na operação do ano passado foram identificados 19 infratores, sendo autuados e multados em R$ 52,000, seis foram presos por crimes de pesca predatória.</p><p style="text-align:justify;"><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(210,75%,60%);"><strong>Assine o Correio do Estado</strong></span></a></p>

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                        <category term="Corumbá" />
                        <published>2022-06-18T21:40:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:33+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Pantanal é um dos grandes emissores de gás poluente na atmosfera]]></title>
            <link rel="alternate" href="https://correiodoestado.com.br/cidades/2022/06/16/pantanal-e-um-dos-grandes-emissores-de-gas-poluente-na-atmosfera.html" />
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            <author>
                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                <![CDATA[O controle da emissão de gás metano (CH4) é um dos desafios para evitar danos na camada de ozônio. Ele é o segundo gás em importância para causar o efeito estufa, além do dióxido de carbono (CO2) e do...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O controle da emissão de gás metano (CH4) é um dos desafios para evitar danos na camada de ozônio. </p><p>Ele é o segundo gás em importância para causar o efeito estufa, além do dióxido de carbono (CO2) e do óxido nitroso. </p><p>Porém, estudo feito pela Embrapa Pantanal aponta que o CH4 deve chegar à atmosfera do planeta até a metade do século 21, sendo emitido apenas por condições naturais. </p><p>E justamente o Pantanal, que está em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, é um desses locais que vão contribuir com essa emissão.</p><p>As áreas úmidas em regiões tropicais são fontes naturais de emissão do gás metano, independentemente da atividade econômica que é desenvolvida nessas regiões.  </p><p>A pesquisa da Embrapa Pantanal, divulgada em 2018, vem subsidiando políticas públicas e outros estudos para indicar que o setor da pecuária não é exatamente um vilão na poluição do meio ambiente em se tratando da criação de gado existente no bioma de áreas alagáveis.</p><p>Corumbá, por exemplo, figurou em 2016 como o segundo município com maior rebanho do Brasil, com 1,82 milhão de animais. </p><p>A partir dessa situação, houve diversos indicativos de que o gado de corte poderia gerar poluição com gás metano no meio ambiente, o que se refletiria no próprio bioma.  </p><p>Estudos apresentados na pesquisa da Embrapa Pantanal apontam que as emissões do gado variam entre 115 e 150 g CH4 por dia.  </p>

<p>O Nelore adaptado ao bioma chega a emitir entre 141 a 323 g CH4. </p><p>A pesquisa foi mais a fundo e identificou que no município da Capital do Pantanal, o gado criado gera entre 94 e 214 Gg (coeficiente de matriz de emissões) CH4 por ano.</p><p>“Uma típica fazenda extensiva no Pantanal, de aproximadamente 10 mil hectares e cerca de 2 mil animais, deve produzir anualmente em torno de 103 a 236 Mg de CH4. </p><p>Considerando que cerca de 50% da propriedade fica inundada, a emissão nos campos fica na faixa de 440 a 10.800 Mg CH4 por ano”, aponta o estudo da Embrapa Pantanal, que também tem pesquisadores da Embrapa Gado de Corte e Embrapa Agropecuária Oeste, de Dourados.</p><p>“Como resultado, a emissão de um sistema tradicional de criação de bovinos no Pantanal é esperada ser muito menor e deve representar uma fração pequena diante da magnitude e da variabilidade de áreas de emissão de CH4 por conta dos ciclos de cheias”, completa o estudo.</p><p>O trabalho científico foi publicado na Elsevier, em inglês.</p><p>A questão sobre a emissão de gases poluentes na atmosfera ganhou repercussão nesta semana por conta da divulgação, na segunda-feira (13), da segunda edição do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG).</p><p>A pesquisa foi elaborada pelo Observatório do Clima com dados de 2019, apenas um ano seguinte à publicação do estudo da Embrapa.  </p><p>Essa pesquisa do Observatório do Clima indicou que Corumbá ainda figura como um dos municípios no Brasil com maior emissão de gases. </p><p>A Capital do Pantanal, junto com Cáceres (MT), corresponde a 49% das emissões que existem no Pantanal.</p><p>“No quesito emissões acumuladas no período 2000-2019, o município de Corumbá (MS) é o primeiro do ranking, com total acumulado de 74,5 MtCO2e, seguido por São Félix do Xingu (PA) e Ribas do Rio Pardo (MS), com 73,7 e 49,9 MtCO2e, respectivamente”, indicou o Observatório do Clima no estudo divulgado nesta semana.</p><p>Com a pecuária não representando o maior número em emissão de gases, um dos problemas enfrentados por Corumbá para cortar essa poluição é atuar diretamente para mitigar e prevenir os incêndios florestais no bioma.</p>

<h2>Programa</h2><p>Nesse sentido, o próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está com programa em execução chamado ABC+, para atuar na redução de emissão de carbono na agricultura.</p><p>“O setor agropecuário assume um papel importante nos esforços nacionais para o enfrentamento da mudança do clima, bem como o cumprimento do compromisso assumido pelo Brasil na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima”, apontou a ex-ministra do Mapa Tereza Cristina, em documento do plano ABC+.</p><p>Conforme o estudo da Embrapa, o “Pantanal é um bioma complexo”, subdividido em 12 sub-regiões por conta de suas características ecológicas, hidrológicas e particularidades geológicas. </p><p>Cada Pantanal tem suas particularidades em termos de “espaço-tempo” na dinâmica de enchentes e diversidade. </p><p>Essas variedades exigem análises criteriosas para atuar em atividades sustentáveis. </p><p>* Colaborou Rodolfo César</p>

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                        <published>2022-06-16T14:34:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:32+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Corumbá é a cidade do Estado que mais contribui para danificar a camada de ozônio]]></title>
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                <![CDATA[A segunda edição do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) apontou que moradores e, principalmente, propriedades rurais no Pantanal são responsáveis por 18% da...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>A segunda edição do Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa (SEEG) apontou que moradores e, principalmente, propriedades rurais no Pantanal são responsáveis por 18% da emissão no Brasil, ficando só atrás do bioma Amazônia (64%). </p><p>Além disso, Corumbá figura como a principal cidade de Mato Grosso do Sul a contribuir com essas emissões de gases para atmosfera e no acumulado de 19 anos, é o município no setor agropecuário que mais contribuiu na emissão de gases.</p><p>O levantamento apontou que, em 2019, os municípios da Capital do Pantanal e Cáceres (MT), juntos, contribuíram com 49% das emissões do Pantanal.</p><p>O estudo, divulgado nesta segunda-feira (13), relacionou os 10 municípios que mais emitiram gases de efeito estufa e estão contribuindo para mudanças significativas no clima. </p><p>O SEEG é uma iniciativa do Observatório do Clima, que tem atuação há 20 anos para monitorar as condições no meio ambiente com as intervenções humanas que ocorrem no país.</p><p>A emissão desses gases tem uma ligação muito forte com os incêndios florestais e os dados divulgados referem-se a 2019, período que foi iniciado uma seca mais extrema no Pantanal e o fogo passou a se alastrar sem controle no bioma.</p><p>Em 2020, período que ainda não houve análise, também registrou grandes ocorrências.</p>

<p>Responsável também por contribuir na emissão do CO2, a agropecuária está no radar do Observatório do Clima. </p><p>Houve um estudo comparado para identificar como a fonte gado de corte teve participação nessas emissões e se, apesar desses registros, as riquezas geradas pelo setor auxiliaram a equacionar a distribuição de recursos onde há maior prática da criação.</p><p>“Nesta edição, o SEEG cruzou dados de emissão com o valor do PIB Agropecuário nos municípios, levantado pelo IBGE. O levantamento mostra que os dez municípios mais emissores em 2019 (localizados no bioma Amazônia) não estão entre aqueles com maior PIB Agropecuário. Ou seja: as emissões não resultam em ganhos econômicos para os municípios",  apontou o Observatório do Clima, no estudo.</p><p>"Os dez com maior PIB Agropecuário possuem o perfil de emissões e de uso do solo mais relacionados com atividades de produção agrícola, diferentemente dos dez que mais emitem, que têm atividades relacionadas com a pecuária. Isso demonstra como as escolhas de uso da terra influenciam as emissões nos municípios”, acrescenta.</p><p>De acordo com o trabalho, o enfoque na recuperação de áreas degradadas pode auxiliar em medidas de sequestro de carbono e reduzir impactos negativos no meio ambiente. </p><p>O estudo reforçou a necessidade de ações mais sustentáveis no setor agropecuário para permitir que as emissões sejam reduzidas.</p><p>“Dos dez municípios que mais emitiram no setor (agropecuário) em 2019, a maior parte das emissões foi gerada no bioma Amazônia (64%), seguido por Pantanal (18%), Cerrado (11%) e Pampa (7%). No Pantanal, apenas dois municípios, Corumbá (MS) e Cáceres (MT), são responsáveis, juntos, por 49% das emissões no bioma”, indicou a segunda edição do SEEG.</p><p>O gado de corte, atividade econômica mais direcionada para a região do Pantanal, e a criação de bovinos para a produção do leite são duas matrizes que estão muito presentes nos municípios que mais emitem gás carbônico para atmosfera. </p><p>Isso ocorre por conta do processo de digestão dos animais, chamada fermentação entérica. </p><p>O estudo indica que são esses animais que geram as maiores emissões de metano (CH₄), principal gás de efeito estufa do setor da agropecuária.</p><p>As cidades com a maior concentração na criação são São Félix do Xingu, no Pará, que tem o maior rebanho do país, foi o que mais emitiu em 2019, totalizando 4,5 MtCO2e, seguido por Corumbá (MS) e Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), com 3,6 MtCO2e e 2,4 MtCO2e, respectivamente.</p><p>“No quesito emissões acumuladas no período 2000-2019, o município de Corumbá (MS) é o primeiro do ranking, com total acumulado de 74,5 MtCO2 e, seguido por São Félix do Xingu (PA) e Ribas do Rio Pardo (MS), com 73,7 e 49,9 MtCO2e, respectivamente". </p><p>"Os dez municípios que mais emitiram no setor em 2019 não estão entre aqueles com maior valor de PIB Agropecuário. Os dez municípios com maior PIB Agropecuário apresentam emissões mais relacionadas com a agricultura, diferentemente dos dez que mais emitem com atividades de pecuária. Sinal do potencial para produzir com baixas emissões nesses locais”, reforçou o Observatório do Clima.</p>

<h2>Outros setores da economia</h2><p>• São Paulo lidera as emissões no setor de energia com 11,9 MtCO2e, seguido por Manaus (7,5 MtCO2e) e Rio de Janeiro (5,6 MtCO2e).</p><p>• Municípios mais populosos, como as capitais, têm no setor de energia sua principal fonte de emissão, sobretudo devido ao consumo de combustíveis fósseis nos transportes.</p><p>• Florianópolis apresenta a maior taxa de emissões por habitante derivadas do transporte rodoviário individual (774 kg de CO2e), seguida por Campo Grande (665 kg de CO2e) e Brasília (636 kg de CO2e).</p><p>• Município com o maior número de termelétricas no país (a gás e a diesel), Manaus é o que mais emite no subsetor de geração de energia elétrica.</p><p>• Cuiabá é a cidade com maior capacidade instalada para geração de energia solar no país, seguida por Brasília.</p><p>• Em Macaé (RJ), uma das cidades onde está prevista a expansão de termelétricas, a qualidade do ar é inadequada, com concentração de poluentes como ozônio acima do nível recomendado pela OMS.</p><p>• O setor de processos industriais é marcado pela escassez de dados de atividades que permitam estimativas mais precisas de suas emissões associadas. Serra (ES), que abriga uma siderúrgica, lidera as emissões que puderam ser alocadas nos municípios neste setor, com 9 MtCO2e, seguido por Ipatinga (MG), com 4,5 MtCO2e.</p>

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                        <published>2022-06-14T14:01:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:35+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Pantanal pega fogo há quase uma semana]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                <![CDATA[Após quase uma semana, o incêndio florestal que começou no dia 25, na região do Passo do Lontra, está praticamente controlado, após sobrevoo feito ontem (30), inclusive com emprego do avião que lança...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Após quase uma semana, o incêndio florestal que começou no dia 25, na região do Passo do Lontra, está praticamente controlado, após sobrevoo feito ontem (30), inclusive com emprego do avião que lança água sobre os focos, segundo o comandante da Operação Pantanal, do 3.º Grupamento de Bombeiros Militar, Major Flávio Elias Ribeiro.  </p><p>Informações do Corpo de Bombeiros apontam que, as ações, parte da Operação Pantanal 2022, na região do Passo do Lontra (Corumbá), mobilizou 36 bombeiros militares, sete viaturas totalmente equipadas e ainda uma aeronave tipo Air Tractor.</p><p>Ela auxiliou na localização de focos de incêndios, que estavam distribuídos ao longo da estrada que liga a fazenda Santa Otília e pousada Xaraés.  </p><p>Conforme o major do 3.º GBM a extinção do fogo foi dificultada pelas condições climáticas, principalmente quanto à intensidade e direção dos ventos, que "aumentam a propagação dos focos de incêndio".  </p><p>"Assim como, o difícil acesso por solo, em algumas áreas da região,  sendo imprescindível o apoio aéreo de nossa aeronave Air tractor", ressaltou Flávio Elias.  </p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="597359"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<h2>fogo fácil</h2><p>Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que a Cidade Branca é a segunda no ranking nacional com o maior número de focos de incêndio em 2021, ficando atrás apenas de Feliz Natal (MT).  </p><p>Corumbá fecha o mês de maio com mais de 220 focos de incêndio, segundo o Instituto e o major do Corpo de Bombeiros destaca que é possível a sociedade fazer parte do combate aos crimes e incêndios florestais.  </p><p>"A conscientização da sociedade para evitar colocar fogo na vegetação, pois, com o auxílio do clima quente e ventos fortes, logo esse pequeno forte se transforma em um grande incêndio florestal", finaliza. </p>

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                        <published>2022-05-31T15:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:34+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[O legado  do festival América do Sul]]></title>
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                <name><![CDATA[Leo Ribeiro]]></name>
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                <![CDATA[O assunto aqui é sobre produção cultural e seus efeitos, mas é preciso apresentar um contexto antes de contar exatamente essa história que acaba sendo exemplificada muito bem durante os cinco dias do...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O assunto aqui é sobre produção cultural e seus efeitos, mas é preciso apresentar um contexto antes de contar exatamente essa história que acaba sendo exemplificada muito bem durante os cinco dias do 16º Festival América do Sul, realizado em Corumbá e finalizado neste domingo (29). Artistas com história na música e na arte de forma nacional e que vieram ao FAS pontuaram que ainda falta pensar na cultura do “nós”, para valorizar uma coletividade e celebrar a “aglomeração”.</p><p>Nos períodos mais críticos da pandemia da covid-19, as palavras afastamento social, isolamento social foram uma das mais proferidas entre 2020 e 2021, além da palavra máscara, covid-19, morte, saudade e tantas outras com peso negativo. Esse período crítico e perturbador para a saúde psicológica podia encontrar um pouco de conforto a partir da cultura. Porém, a cultura ficou também fechada, sem alcançar a manifestação plena com a aglomeração e reunião de pessoas.</p><p>Bem, depois de lembrar desses momentos, a realização do Festival América do Sul ajudou a romper uma barreira espacial da cultura sul-mato-grossense e latino-americana. Depois de dois anos sem ser realizado, o festival com mais de 120 apresentações culturais ocorreu a céu aberto, em ambientes fechados, aglomerando as pessoas, ou dando certo distanciamento, mas gerando encontros presenciais. Nada de live de artistas, contatos em rede social. Além disso, o símbolo do período de pandemia, que é a máscara, praticamente ficaram em um passado que parecia distante, porque quase ninguém usou o assessório. Porém, a covid-19 assombrou o palco.</p><p>Como apresentações de peso, o festival levou aos palcos da música dois artistas consagrados na história. Um é Michel Teló, o outro é Margareth Menezes. Ambos simbolizaram um pouco o que a força da cultura traz para a vida. Teló abriu oficialmente o evento. Deu entrevista coletiva de máscara, porque porque a garganta não estava 100%. Dois dias depois de subir ao palco em Corumbá, no dia 25, testou positivo para covid-19. Um sinal que mostra que, de fato, a pandemia não acabou e cuidados com a saúde seguem obrigatórios. Com três vacinas, o cantor teve sintomas leves.</p><p>Enquanto isso, Margareth Menezes, que completa em 2022 os seus 35 anos de carreira e trouxe para Mato Grosso do Sul o que representa um pouco não só o axé, mas a bandeira de trabalhar com uma carreira independente e se adaptar para entrar na onda das redes sociais e do streaming para se manter contemporânea, viva e cantando não só música, mas pensamentos que defende e acredita. Ela ainda foi enfática quando diante de jornalistas de Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco, em sua coletiva, cravou: “Precisamos ter mais festivais assim para gente até entender toda essa dinâmica da alma brasileira”.</p><blockquote><h6><i><strong>"Para o tamanho do Brasil e o circuito que existe de produção muscial, a gente tem poucos festivais. E esses festivais, como esse aqui, mobiliza toda uma rede de trabalhadores"     </strong></i></h6><p>Margareth Menezes, cantora baiana, e um dos destaques do Festival América do sul deste ano de 2022  </p></blockquote><p>Dentro da música e outras manifestações culturais sul-mato-grossenses, o quanto essas palavras da rainha do axé, musa do afro pop nacional, também representam. Afinal, os artistas daqui ainda precisam batalhar e investir em carreira independente para conseguir expor sua produção.</p><p>Michel Teló também deixou em suas palavras um pouco da batalha que o artista local tem para se consolidar. Antes, como vocalista no Grupo Tradição (1997-2008), suas apresentações em Corumbá foram um pouco diferentes do que ocorreu agora. O Tradição ajudou ele a se projetar, com músicas como “Barquinho”, “O Caldeirão”, “Pra sempre minha vida”.</p>

<div class="dn_galeria_noticia" data-id="597184"><small>@@NOTICIA_GALERIA@@</small></div>

<p>Corumbá ainda tem uma memória afetiva para Teló. Ele também subiu aos palcos em 2019, última edição do Festival antes da pandemia. “Eu sou filho dessa terra, considero-me sul-mato-grossense. Vim tocar aqui em Corumbá com o grupo Tradição muito anos atrás, na época dos bailes. É uma terra muito acolhedora. Quantas vezes a gente vinha aqui, ia para a praça chamar as pessoas para os shows e bailes. Ia nos jornais locais. É muito bom poder voltar.”</p><p>E quando se trata de uma apresentação dentro de festival, Michel Teló explicou que são momentos importantes para consolidar e valorizar as origens. “Eu sou um defensor da música, criei o projeto Bem Sertanejo, levei para o Fantástico. Sou defensor da música raiz, gravo muito, elas fazem parte do meu show. Acho importante manter a nossa raiz para entender para onde a gente vai. É preciso manter a raiz viva, levar essa música que temos, a cultura para os jovens conhecerem.”</p><p>A importância de se ocorrer festivais também foi mote abordado por Margareth Menezes. A cantora, que caminha paralela ao axé da Bahia, tem sua potência diante do seu Afropop brasileiro, atuando independente – possui o próprio selo desde 2005, iniciativa que investiu para continuar cantando uma música mais autoral –, defendeu que ainda falta a iniciativa privada abrir os olhos para o lado econômico da cultura.</p><p>“Para o tamanho do Brasil e o circuito que existe de produção muscial, a gente tem poucos festivais. E esses festivais, como esse aqui, mobiliza toda uma rede de trabalhadores. A música tem esse motor e uma dinâmica econômica e uma pirâmide muito vasta. Toda cidade que faz um festival tem envolvido desde o comércio, o motorista, costureiro. Por isso tem também o valor do Carnaval. Isso precisa ser entendido e eu vejo que as empresas brasileiras ainda não entenderam, mesmo com as leis que existem, a gente precisa que as empresas despertem mais para patrocinar eventos assim. O reflexo é muito mais além do artista”, detalhou Margareth Menezes ao Correio do Estado.</p><p>Conforme a organização do Festival, com R$ 6 milhões financiado pelo governo do Estado, além de  outra cota de apoio repassada pela Prefeitura de Corumbá, foram em torno de 500 pessoas que trabalharamm diretamente na realização do evento.</p><p><strong>Proposta de integração do continente  </strong></p><p>O festival trouxe o nome América do Sul no nome, mas uma grande integração entre os países ainda não foi o que realmente se viu nas ruas de Corumbá. O idioma predominante foi o português. Da Bolívia, país vizinho ao município, foram atividades pontuais, como contação de histórias de Jusley Monteiro de Sousa (MS), com contos orginários de Peru, Argentina e a Bolívia. Algo realizado no bairro Dom Bosco. E outra, com a Academia de Danças Folclóricas ADAF, de La Paz, que ocorreu no Mirante do Porto Geral.</p><p>Além disso, na cidade de Puerto Suárez, distante 20 km de Corumbá, houve a realização do teatro Tomate, Puro Tomate, do argentino Victor Ávalos. Nessa lista regrada, a Cia. Danza Bethania Joaquinho, do Paraguai, fez apresentação no Corumbaense. Além disso, a paraguaia Carmen Monges dividiu o palco no domingo com Hermanos Irmãos (MS) e o argentino Ruben Goldin. Já Sofia Viola, da Argentina, tocou no palco Rio Paraguai, depois de 0h40. Nesse mesmo espaço, Margareth Menezes e Marcelo D2 também se apresentaram, em dias diferentes.</p><p>O artesanato registrou uma presença um pouco mais diversificada. Expositores tiveram um pequeno espaço em pavilhão para vender alguns produtos típicos de Colômbia, Paraguai, Chile, Peru, Uruguai e Venezuela.</p><p>A cantora Mart’nália, que revelou amar Bonito e se impressiona com o Pantanal e o rio Paraguai – dois destinos que já visitou em mais de duas oportunidades para passeio e trabalho -, reconheceu que falta uma integração maior com a América do Sul. “Não vou ser hipócrita, falta o costume de a gente ouvir os sulamericanos. A gente ouve mais os ‘americanos’. A gente fica ouvindo mais os ‘nós’. Porém, temos que ficar abertos”, disse Mart’nália, que se apresentou no domingo (29).</p>

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                        <published>2022-05-30T14:00:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:31+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Saúde na fronteira com Bolívia fica em alerta com suspeita da varíola do macaco no país vizinho]]></title>
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            <author>
                <name><![CDATA[Ketlen Gomes]]></name>
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                <![CDATA[Os serviços de saúde em Corumbá estão comunicados para manterem o monitoramento de diagnóstico de pacientes que possam apresentar sintomas de varíola. O alerta passou a ser emitido depois que o Depart...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>Os serviços de saúde em Corumbá estão comunicados para manterem o monitoramento de diagnóstico de pacientes que possam apresentar sintomas de varíola. O alerta passou a ser emitido depois que o Departamento de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, confirmou que há um caso suspeito da doença de macacos no país vizinho. O paciente que é monitorado pelo Serviço Departamental de Saúde de Santa Cruz (Sedes) tem 26 anos.</p><p>Esse boliviano teve contato com duas pessoas que vieram da Espanha e apresentaram sintomas da varíola de macados, que são: febre, dores musculares e erupções cutâneas. Na quinta-feira (26), o secretário de saúde de Santa Cruz, Fernando Pacheco, visitou o doente e informou que passou a supervisionar os protocolos a serem seguidos.</p><p>Por conta da fronteira do Brasil com a Bolívia, o caso foi notificado para Corumbá. O trânsito de pessoas de Santa Cruz com o município fronteiriço é comum e praticamente diário. Moradores da cidade boliviana costumam visitar Corumbá tanto para negócios, como para turismo. A realização do Festival América do Sul, entre quinta (26) e domingo (29) também é outro motivo de atração dos visitantes.</p>

<p>O paciente de 26 anos está isolado e sua situação de saúde é estável, sem gravidade. Ele deu entrada no sistema de saúde boliviano na quarta-feira (25). O contato dele com pessoas que estavam com sintomas ocorreu há 10 dias. O contágio é por meio direto com a pessoa contaminada, por isso o isolamento é fundamental para evitar que a proliferação da doença.</p><p>O secretário municipal de saúde de Corumbá, Rogério Leite, também presidente do Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde de Mato Grosso do Sul (Cosems-MS) esclareceu que os protolocos de alerta na fronteira foram instalados. Por enquanto, não há registro de casos suspeitos na região.</p><p>“A Vigilância trabalha em rede e assim que chega um comunicado de possível diagnóstico, mesmo que em um país vizinho, essa comunicação é feita para todos os servidores que fazem o atendimento à população. Tanto como raiva, zika (vírus), dengue, a covid-19, todas as informações são repassadas para que a gente possa fazer a triagem, verificar o diagnóstico para que possamos fazer o bloqueio necessário”, explicou.</p>

<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma nota na terça-feira (24) para  tentar evitar a proliferação da doença no Brasil. O vírus da varíola dos macacos é identificado pelo nome científico Monkeypox vírus. Nessa nota, o órgão federal sustentou que medidas de segurança já existem em aeroportos. Não existe orientação para isolamento da população. “Tais medidas não farmacológicas, como o distanciamento físico sempre que possível, o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente das mãos têm o objetivo de proteger a população não apenas contra a Covid-19, mas também contra outras doenças”, informou a nota.</p><p>A infecção viral é semelhante à varíola humana, considerada leve. De acordo com as autoridades de saúde mundial, a transmissão acontece do animal para a pessoa em florestas da África Central e Ocidental. A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou que mais de 250 casos foram relatados em 16 países, fora da África Central e Ocidental: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Países Baixos, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suíça. Um dos diagnósticos em monitoramento foi detectado na Argentina. O outro agora está na Bolívia.</p><p><a href="https://materiais.correiodoestado.com.br/funil-base-pagina-de-vendas"><span style="color:hsl(240,75%,60%);"><strong>Assine o Correio do Estado,</strong></span></a></p>]]></content>
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                        <published>2022-05-27T20:34:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:31+00:00</updated>
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            <title><![CDATA[Prevenção a incêndios no Pantanal gera economia de gastos e preservação]]></title>
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                <name><![CDATA[Glaucea Vaccari]]></name>
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                <![CDATA[O trabalho para formar novas brigadas de incêndio, disseminar a informação de uso controlado do fogo para manejo sustentável de pasto e medidas para se evitar que lixo seja queimado de forma desordena...]]>
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                        <content type="html"><![CDATA[<p>O trabalho para formar novas brigadas de incêndio, disseminar a informação de uso controlado do fogo para manejo sustentável de pasto e medidas para se evitar que lixo seja queimado de forma desordenada em propriedades rurais pode resultar em economia para o Estado e para a iniciativa privada. </p><p>Conforme os Bombeiros, a cada R$ 1 gasto com prevenção, outros R$ 10 são economizados no combate. O alerta foi feito durante evento realizado em Corumbá para entrega de 129 certificados de novos brigadistas para atuarem em Corumbá, Miranda e Aquidauana.</p><p>O período mais crítico para haver incêndios florestais começa em junho, com a chegada do inverno (dia 21 do próximo mês).</p><p>De acordo com o Coronel Bombeiro Militar Huesley Paulo da Silva, chefe do Estado Maior Geral, é preciso seguir investindo na prevenção. </p><p>Bombeiros e Sebrae/MS fizeram termo de convênio para garantir a realização dos cursos de formação para novas brigadas de incêndios. </p><p>As formações ocorreram entre fevereiro e abril deste ano. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vem financiando a iniciativa, que conta com o apoio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). </p><p>No Pantanal, são cerca de 400 pessoas atuando como brigadistas atualmente. </p><p>“É uma satisfação muito grande o Corpo de Bombeiros ser parceiro do Sebrae. Estamos formando um projeto grandioso de brigadistas. Cada R$ 1 gasto em prevenção, nós economizamos R$ 10 com o combate. Vamos contar com vocês. Proteger o patrimônio, a saúde, proteger a nossa vida”, analisou.</p>

<p>A ação que gerou o termo de cooperação entre o Sebrae/MS e o Corpo de Bombeiro está dentro do projeto Estratégia Sistêmica para Mitigação, Prevenção e Combate a Incêndios e Queimadas nas Áreas Rurais do Pantanal Brasileiro.</p><p>O diretor-superintendente do Sebrae/MS, Claudio Mendonça, participou da cerimônia de entrega dos certificados em Corumbá, nesta terça-feira (24) e destacou a parceria ao apontar que os incêndios geram prejuízos para os negócios existentes no bioma. </p><p>“Esse é um trabalho que nos orgulha muito, o Sebrae junto com os Bombeiros, que é uma instituição referência. Lá atrás, com os incêndios florestais no Pantanal, pensávamos como poderíamos ajudar e chegamos ao BID para obter recurso e fazer esse recurso chegar aos Bombeiros para capacitar pessoas. Nós do Sebrae trabalhamos muito para incluir os pequenos negócios, todas as pessoas que estão no Pantanal e querem gerar renda com a agricultura, turismo, artesanato e contamos muito com a ajuda de vocês, brigadistas. É uma parceria consolidada”, explicou.</p><p>Participaram, ainda, da cerimônia de entrega dos certificados o Major Bombeiro Militar Flávio Elias Ribeiro, comandante do 3 º Grupamento de Bombeiros de Corumbá; e o Capitão Bombeiro Militar Victor Heidy Shiroma, que é comandante do 1º Subgrupamento de Bombeiros Militar de Aquidauana. </p><p>Esse trabalho ainda contou com a parceria do Instituto SOS Pantanal, que teve representantes no evento, realizado em Corumbá.</p>

<h2>Novos brigadistas</h2><p>Quem passou pela capacitação e agora está formado como brigadista reforçou a importância de atuação no bioma. </p><p>“A gente aprendeu a combater o fogo e a preservar a área de serviço da gente. Para mim foi um privilégio muito grande formar brigadista para poder preservar o Pantanal”, reconheceu Júlio César Parronchi, empresário no Passo do Lontra, comunidade que fica no município de Corumbá.</p><p>Quem atua diretamente nas fazendas indicou que o conhecimento técnico de brigadista vai ajudar a evitar danos e melhorar as condições de trabalho.</p><p>“Aprendi a controlar o fogo. O fogo é muito perigoso e a gente aprendeu a combater ele. Antes, a gente não sabia, inalava fumaça, prejudicava nossa saúde. Na minha classe, que somos peões de fazenda, não temos estudo, a gente conseguiu aprender porque teve prática. Sou muito grato”, explicou Flávio da Silva Fernandes, peão na Fazenda Nova Bahia, em Aquidauana.</p><p>Glaucio Mendes Lopes, funcionário de fazenda em Miranda, pontuou que toda essa preparação vai representar em melhoria no meio ambiente e no setor econômico. </p><p>“É de extrema importância para o homem pantaneiro, para o bioma Pantanal formar pessoas que possam auxiliar os Bombeiros, reduzir os incêndios, garantir a vida de animais, porque perdemos muitas vidas com o fogo. Vamos trabalhar mais conscientes.”</p><p>Os cursos para formação de brigadistas ocorreram na Escola do Jatobazinho, Fazenda Novo Horizonte e na comunidade do Passo do Lontra (todas no município de Corumbá); nas fazendas Caiman, Maralina e Santa Sofia (município de Miranda); e na propriedade rural Fazendinha, em Aquidauana.</p><p>Por conta dos incêndios florestais registrados no Pantanal entre 2019 e 2021, além do trabalho de prevenção, o Sebrae/MS informou que conduz o Pró Pantanal, que é o programa de Apoio à Recuperação Econômica do Bioma Pantanal. </p><p>Essa medida tem atuado no setor turístico, de agronegócio e na economia criativa para apresentar ferramentas e estratégias que vem ajudando a minimizar os prejuízos econômicos gerados tanto pelo fogo, como pela pandemia.</p>

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                        <published>2022-05-25T14:29:00+00:00</published>
            <updated>2026-11-03T21:56:29+00:00</updated>
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