O físico e médico alemão Sebastian Pflugbeil afirma que há paralelos entre a situação que levou à catástrofe nuclear da usina nuclear de Tchernobil, em 1986, na Ucrânia, e a ameaça que paira sobre o Japão. Ele lembra ainda que o perigo nunca está longe demais.
Como ativista dos direitos civis, Pflugbeil combateu a minimização das consequências de uma catástrofe nuclear pelo governo comunista da República Democrática Alemã (RDA).
Aos 63 anos, ele é presidente da ONG crítica à energia atômica Sociedade de Proteção Contra Radiação (GS). Pflugbeil é uma das poucas pessoas que puderam inspecionar o sarcófago do reator da usina nuclear de Tchernobil, Ucrânia, após a explosão.