Diego de Sá Barreto, de 27 anos, encontrado morto na tarde de ontem (1), e a jovem que pouco antes havia tido relação sexual com ele em um carro, haviam se conhecido na noite anterior ao crime. A informação é do delegado que preside o inquérito, Alexandre Evangelista, que denomina o caso como confuso.
Na manhã desta terça-feira (2), a autoridade policial disse que ainda não tem suspeito e que há uma linha a ser investigada, mas, que, ainda dependente de minuciosa apuração.
“Tenho uma linha de raciocínio, mas diligências precisam ser feitas. O caso é confuso. A vítima não era ameaçada e não tinha nada, aparentemente, que justificasse a sua morte. Além disso, nada foi levado”, pontuou.
Diego foi achado morto no prolongamento da Avenida Marques de Herval, região do Nova Lima, em Campo Grande. Informação inicial que chegou à polícia foi que ele havia sido sequestrado quando mantinha relação sexual com uma mulher, dentro do carro dele, modelo Pálio, nas imediações de onde foi achado morto.
Segundo o delegado, a acompanhante dele disse que o conheceu em um bar, na noite anterior, e na madrugada, por vontade dele, foram ao local deserto ter relação. A mulher disse que já estavam vestidos quando um homem chegou anunciando assalto e teria os obrigado a ficar pelados, novamente.
Depois de não achar nada de valor, teria amarrado as mãos das vítimas e ordenado que elas andassem nuas por um matagal. No fim da madrugada, o bandido mandou o casal correr, momento em que, apenas, Diego foi alvo de tiros. Foram dois disparos, um deles na cabeça.