Em 2020, o mercado imobiliário surpreendeu, as vendas foram maiores do que o esperado em meio a uma crise econômica, dados divulgados pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), as vendas de imóveis cresceram cerca de 9,7% nos últimos meses.
A taxa básica de juros (Selic) chegou ao menor patamar já registrado no ano passado, se mantendo a 2% ao ano nos últimos meses. A taxa serve como base para outras alíquotas, como as do financiamento imobiliário.
“As taxas de juros estão bem baixas e a Selic a 2%, o sonho de todo brasileiro é ter a casa própria, a melhor vantagem hoje é aproveitar estas taxas que são muito convidativas. As perceptivas para 2021 é continuar com o mercado aquecido, muita coisa sendo lançada e as pessoas comprando”, explica o presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso do Sul (Sindimóveis/MS), João Araújo.
Segundo o Sindicato dos Corretores de Imóveis de MS (Sindimóveis-MS), de abril a setembro, foi registrado um aumento de 39% na comercialização de imóveis no Estado.
Para este ano, as perspectivas são animadoras, com lançamentos de novos empreendimentos, que prometem aquecer a economia e gerar oportunidades de emprego.
“O ano 2020 foi muito positivo para o setor imobiliário, no início da pandemia muitas incorporadoras desaceleraram e tivemos muitas dúvidas de quais impactos teríamos, porém só melhorou, as taxas caíram muito e os bancos entraram em concorrência entre eles para oferecer a melhor taxa de juros para o cliente que queira comprar um imóvel”.
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sancionou o projeto que cria o programa Casa Verde e Amarela, substituto do Minha Casa, Minha Vida, iniciativa da área habitacional lançada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O público-alvo do programa será dividido em três grupos, atendendo famílias residentes nas cidades e com renda mensal de até R$ 7 mil e famílias em áreas rurais e com renda anual de até R$ 84 mil.
Subsídios do governo serão concedidos nas operações de financiamento habitacional para quem vive nas cidades e tem renda de até R$ 4 mil e, nas zonas rurais, para as famílias com renda anual de até R$ 48 mil.
O novo formato oferece opção para renegociar dívidas, juros menores e acesso a outras faixas de renda.
“Algumas novidades vão impulsionar o mercado imobiliário ainda mais, possibilitando negociações de imóveis mais baratos. Todas as perspectivas indicam que o ano de 2021 será maravilhoso para o mercado imobiliário, já tivemos várias vendas neste ano. As incorporadoras e os loteamentos estão lançando vários produtos”, destaca o presidente do Sindimovéis/MS.
Um dos grandes benefícios de adquirir a casa própria, é o de ficar livre do pagamento do aluguel, visto que, o dinheiro gasto com aluguel não terá retorno, além de ser um bom investimento futuro.
João Araújo reitera que comprando um imóvel, sendo à vista é possível conseguir desconto, já em imóveis financiados, é possível realizar negociação e organizar parcelas acessíveis para o orçamento do cliente.