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CORONAVÍRUS

A partir de segunda, uso de máscara será obrigatório no transporte coletivo

Ônibus também poderão transportar até sete passageiros em pé
28/04/2020 15:11 - Glaucea Vaccari


 

A partir da próxima segunda-feira (4), o uso de máscaras será obrigatório para usuários do transporte coletivo de Campo Grande, segundo informou hoje o prefeito Marcos Trad (PSD). Além disso, serão liberados até sete pessoas em pé por viagem, desde que respeitando o distanciamento de 1,5 metro entre uma pessoa e outra.

Diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito, Janine Bruno, informou que foi elaborado um estudo técnico, que demonstrou que é possível levar um quantitativo de pessoas em pé sem aumentar risco de contágio do novo coronavírus.

“Fizemos um estudo de acordo com o tamanho de cada ônibus e vai poder, em pé, dentro de um ônibus alongado, sete pessoas; em um ônibus médio, cinco, e nos micro-ônibus, até duas pessoas”, disse.

Conforme o prefeito, decreto que será publicado ainda nesta semana também trás a obrigatoriedade de máscaras para todos os passageiros. Quem não usar o item de proteção, será impedido de utilizar o transporte coletivo.

“A partir de segunda-feira as pessoas que forem no transporte coletivo obrigatoriamente devem usar máscaras”, afirmou.

Atualmente, conforme Janine Bruno, o transporte coletivo está operando com aproximadamente 67% da frota. “100% da frota levava 230 por dia, hoje, com 67%, leva cerca de 61 mil, 62 mil passageiros” disse.

O diretor-presidente da Agetran fez ainda apelo para que a população respeite as recomendações dos órgãos de saúde. “A gente vê pessoas aguardando no terminal sem máscara, não respeitando marcação de distanciamento nas plataformas de embarques, mesmo com os fiscais orientando”.  

Usuários do transporte coletivo podem consultar os horários e itinerários que estarão operando no site do Consórcio Guaicurus.  

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!