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RENOVAÇÃO DO HORTO

Abandonado, Horto Florestal recebe reforma nos próximos dias

Empresa tem 240 dias para entregar a obra no valor de 282 mil reais
30/07/2020 18:00 - Rodrigo Almeida


Antes abandonado, o Parque Antônio de Albuquerque, o Horto Florestal, será reformado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande. Segundo o Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), a MDP Construção foi convocada para dar vida nova a uma das áreas de lazer mais icônicas da Capital.

O edital - aberto em março e retomado em maio-, visa a reforma da área de 6 hectares na região central da cidade. Como já noticiado pelo Correio do Estado, no começo deste ano a situação não era nada animadora no parque.

O projeto contempla todas as instalações do Horto. Serão restaurados a biblioteca, banheiros, campos de bocha e malha, reconstrução do orquidário, e a guarita que abriga os guardas municipais, que terá containers, também será agraciada. 

Em janeiro deste ano, o Correio do Estado denunciou o estado de abandono das dependências do parque. Entretanto, dias depois a prefeitura anunciou uma limpeza para se livrar do lodo e do mau cheiro relatado por frequentadores. 

Como se pode ver nas fotos mais recentes a limpeza parece ter dado certo. Devido à emergência sanitária do novo coronavírus, o parque não recebe a população desde que o estado de calamidade pública foi decretado em março deste ano. 

Serão gastos 282 mil reais para execução do parque, que atingiu formatos atuais em 1995 durante o mandato de Juvêncio da Fonseca, na Prefeitura, quando recebeu o nome do funcionário que o cuidara a partir de 1956, ano em que ganharia o status de Horto Florestal.

O nome foi dado porque ali se tornaria um grande criadouro de mudas. Antes disso, a área fora um matadouro até 1923, quando o parque municipal de Campo Grande seria inaugurado. 

Atualmente, as instalações contam com uma biblioteca municipal, lanchonete, canchas de malha e bocha, Pistas de cooper, skate e bicicross e um orquidário. A empresa vencedora tem prazo de 150 dias consecutivos para finalizar obra.

 

 
 
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Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!