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ENXAME

Homem desmaia ao ser atacado por abelhas na Capital

Enxame pode causar novos ataques no Tiradentes e Bombeiros trabalham no local
12/09/2019 17:34 - GLAUCEA VACCARI E ÁLVARO REZENDE


 

Três pessoas foram atacadas por abelhas na tarde de hoje, ao lado do asilo São João Bosco, no bairro Tiradentes, em Campo Grande. Um homem desmaiou e outras duas pessoas também sofreram picadas e foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros. A rua foi interditada para evitar novos ataques. 

O ataque aconteceu na rua Oceania. De acordo com o funcionário de uma revendedora de gás, Maico Rocha, 24 anos, um idoso estava transitando pela via, quando foi atacado pelo enxame e desmaiou. Uma jovem, de aproximadamente 22 anos, que estava a caminho do trabalho em uma bicicleta, também foi picada e gritou por socorro. Maico ouviu os gritos e, ao socorrer a vítima, também foi atacado.

"Um rapaz que estava passando de carro usou o extintor para espantar as abelhas. Eu levei umas oito picadas, a sorte é que não tenho alergia", disse Rocha ao Correio do Estado. 

Colegas de trabalho acionaram os bombeiros, que encaminharam o idoso e a jovem para uma unidade de saúde. Maico foi atendido no local.

O enxame continua na região e, por conta do risco de novos ataques, a rua foi fechada e equipes dos bombeiros permanecem no local. Fumaça [é usada para dispersar os insetos, já que não há colméia na área e as abelhas são migratórias. 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, durante a estiagem é comum haver queimadas no cerrado, fazendo com que os enxames sejam desabrigados e, desta forma, ocorre a migração forçada para a área urbana.

Além disso, conforme biólogos, na época de seca também há muito mel estocado, o que faz com que abelhas fiquem mais agressivas e ocorra os ataques.

*Matéria atualizada às 18h04 para acréscimo de informações.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.