Cidades

Campo Grande

Acusado de liderar grupo criminoso consegue liberdade provisória

Acusado de liderar grupo criminoso consegue liberdade provisória

BEATRIZ LONGHINI

22/08/2012 - 16h00
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Albino Salazar Bento, de 46 anos, preso no dia 29 de junho acusado de liderar um grupo criminoso responsável por cinco roubos a cofres e caixas eletrônicos no Estado teve o pedido de liberdade concedido ontem (21) pelo Tribunal de Justiça.

Segundo o pedido de habeas corpus, ele está preso há quase 60 dias e até agora não foi denunciado. A defesa alega constrangimento ilegal, por excesso de prazo.

De acordo com a polícia, o grupo liderado por Albino é acusado de cinco roubos a cofres e caixas eletrônicos. Quatro deles aconteceram na Capital e um em Terenos.

Além das digitais de Albino terem sido encontradas na caixa de papelão onde estava o maçarico em assalto ocorrido em novembro do ano passado, ele também foi denunciado pela posse de dois veículos utilizados nas ações da quadrilha. Os carros foram encontrados na sua casa, na Vila Sobrinho. 

A última ação do grupo aconteceu no dia 15 de março, no supermercado Mister Júnior, onde explodiram o terminal de auto atendimento e fugiram em um Corsa Sedan, que foi apreendido. A polícia também apreendeu um veículo Peugeot 207 usado pela quadrilha em dois dos assaltos. Conforme a polícia, Albino fazia todo o levantamento dos locais para planejar os roubos. Ele nega todas as acusações.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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