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VOLTANDO

Aeroporto de Campo Grande apresenta 39% do movimento de antes da pandemia

Retomada gradual das operações ainda está aquém dos três primeiros meses de 2020
13/10/2020 17:35 - Carol Alencar Cozzatti, Rodrigo Almeida


Retomada lenta das atividades aeroportuárias mostra que Aeroporto Internacional de Campo Grande ainda está em 39% da capacidade de operação do registrado em março deste ano. 

De acordo com dados da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), foram 411 pousos e decolagens em agosto contra 1051 em março. 

De abril a agosto de 2020, o aeroporto recebeu 1291 operações, uma diferença de 140 se comparado com o último mês antes do estado de calamidade pública pela Covid-19, que presentou 1051. 

Em consulta feita à empresa responsável pela administração dos aeroportos federais, os dados de setembro ainda não foram compilados e os de agosto são os mais recentes. 

Com a chegada da pandemia do novo Coronavírus, o fluxo de passageiros segue a mesma tendência. Foram 72.231 pessoas que passaram pelo aeroporto em março deste ano, contra o um total de um pouco mais de 89 mil nos cinco meses seguintes. 

Nesse quesito, a alta foi gradativa desde abril, mês no qual pode-se observar os piores números, foram 291 aeronaves e 6.913 passageiros. 

Em maio, 8.921 viajantes passaram pelo aeroporto de Campo Grande, em junho e julho foram 16.006 e 27.788 passageiros respectivamente. O melhor mês segue sendo o de agosto com 39.780 pessoas. 

Segundo a Infraero, a estatal conta com a campanha “Cuide ainda + de você e dos outros” e com o uso de “adesivos instrutivos”, “telas informativas” e “avisos sonoros” tem como objetivo “preparar os terminais para a circulação de pessoas, garantindo a segurança de todos”. 

Sobre o serviço nos aeroportos que gerência, incluso entre eles o aeroporto de Campo Grande, “o serviço aeroportuário tem ocorrido normalmente e oferta de voos está seguindo a malha aérea definida pelas empresas aéreas e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)”. 

 
 

Felpuda


Racha em entidade religiosa teve péssimas consequências eleitorais na disputa por vagas na Câmara Municipal de Campo Grande.

O quiproquó, também, digamos, com nuance familiar, provocou estragos da-que-les.

Aí, como consequências, fez com que quem está não conseguisse votos suficientes para permanecer em 2021-2024 e quem estava fora tentando retornar ficasse à beira do caminho. 

Como se vê...