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SAÚDE

"Quando houver vacina para o coronavírus, eles vão ficar em casa?", dispara Mandetta sobre movimento anti-vacina

Ministro fez um duto contra-ataque ao movimento anti-vacinação
27/02/2020 15:56 - Eduardo Miranda


 

Em entrevista coletiva para falar sobre as ações do governo brasileiro para impedir que uma epidemia do novo coronavírus no Brasil depois de o primeiro caso confirmado, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta fez um duro ataque aos defensores do movimentos contra as políticas de imunição: “eu pergunto ao pessoal do movimento anti-vacina, se quando houver uma vacina do novo coronavírus, se eles vão abrir mão da vacina e ficar em casa”, afirmou o ministro.  

Mandetta também elogiou o trabalho do sistema de vigilância em saúde do Brasil, e afirmou que as autoridades de saúde não podem perder o foco: “Sempre sabíamos que os primeiros pacientes procurariam a rede privada, até porque muitos deles fazem turismo no exterior ou viajaram a trabalho”. O paciente confirmado com novo coronavírus em São Paulo tem 61 anos, e foi diagnosticado depois de ter procurado o Hospital Albert Einsten.

O ministro também voltou a lembrar a possibilidade de antecipar a campanha de vacinação contra a gripe no Brasil. A campanha, inicialmente programada para começar no dia 13 de abril e ser realizada até meados de maio, deverá ter início já em 23 de março, segundo Mandetta.

Felpuda


Na troca de alfinetadas entre partidos que não se entenderam até agora sobre eventual aliança, uma outra peça está surgindo: trata-se do levantamento completo sobre investimentos feitos, recursos liberados, parcerias em todas as áreas, além do prazo de quando tudo isso começou. Caso os palanques venham a ficar distanciados, a divulgação será feita à exaustão durante a campanha eleitoral, para mostrar quem é quem na história. Os bombeiros continuam atuando.