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HÁBITOS

Após pandemia, 72% da população melhorou a higiene pessoal

Pesquisa aponta que os que mais correram para os supermercados ganham acima de R$ 4 mil mensais
20/03/2020 18:46 - Súzan Benites


Levantamento do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio (IPF-MS)  aponta que a maioria das pessoas já apresentou alguma mudança na rotina após a pandemia de coronavírus. Entre as principais mudanças, 72,64% das pessoas entrevistadas dizem que melhoraram sua higiene pessoal.

A economista do IPF-MS, Daniela Dias, responsável pela pesquisa explica que houve uma mudança geral na rotina das pessoas. A maioria dos que reduziram a participação em reuniões de trabalho (47,37%) ganha entre R$ 4 e R$ 5 mil.

Os que deixaram de viajar ou reduziram a quantidade de viagens estão em sua maioria (42,11%) também fazem parte dessa faixa de renda. Já os que deixaram de visitar pais e avós estão na faixa que ganha acima de R$ 5 mil (35,29%);

A pesquisa foi aplicada pela internet, e mostra ainda que em Campo Grande 30,85% das pessoas deixaram de participar de reuniões de trabalho; 16,42% desmarcaram viagens de férias; 36,32% deixaram de viajar a trabalho; 72,64% melhoraram a higiene pessoal; 57,21% reduziram os momentos de lazer fora de casa, entre outras mudanças de comportamento, como deixar de ir à academia (24,38%); e compraram ou pretendem fazer compras em supermercados (32,34%).

“A pesquisa também traça uma relação com a renda dos entrevistados e revela que os impactos/medidas preventivas prevalecem entre os que estão na faixa acima de R$ 4 mil. A informação é fundamental para que as pessoas estejam conscientes sobre as formas de prevenção. Em relação ao gênero, as mulheres são as mais cautelosas”, contextualiza Daniela Dias.

Outro dado interessante é que a maioria (63,16%) dos que protagonizaram uma corrida ao supermercado ganha entre R$ 4 e R$ 5 mil. Além deles os que recebem até R$ 1 mil também correram para encher os carrinhos, somando 54,55% nessa faixa de rendimentos. 

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!