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COVID-19

Após um mês estabilizada, taxa de mortalidade volta a aumentar em Mato Grosso do Sul

Nas últimas 24 horas foram confirmadas 15 novas mortes por Covid-19 no Estado
28/09/2020 12:43 - Glaucea Vaccari


Após quase um mês de estabilidade, a taxa de letalidade da Covid-19 voltou a subir em Mato Grosso do Sul, passando de 1,8% para 1,9%.

Boletim epidemiológico divulgado nesta segunda-feira (28) aponta que, nas últimas 24 horas, foram confirmados 233 novos casos e 15 mortes pela doença no Estado.

“A taxa de letalidade que permaneceu por quase um mês em 1,8 teve elevação e passa a ser de 1,9, ou seja, 1,9% dos casos confirmados com a doença vieram a óbito e precisa baixar essa taxa de letalidade e também a de contágio”, disse o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.

Das 15 novas mortes, seis foram em Campo Grande, quatro em Aquidauana, duas em Três Lagoas, e uma em Miranda, São Gabriel do Oeste e Dourados.  

Campo Grande concentra a maioria das mortes ocorridas pela doença no Estado, com 548, e taxa de letalidade é de 1,8% na Capital.  

Corumbá tem 131 mortes, mas a taxa é maior, de 3,3%. Na sequência de cidades com mais vítimas vem Dourados, com 94 e taxa de 1,3%, Aquidauana, com 59 óbitos e mortalidade de 3,1% e Três Lagoas, com 34 vítimas e taxa de 1,6%.

A média móvel de óbitos de sete dias é de 14 mortes por dia.  

Com relação aos novos casos confirmados, foram 233, com média móvel de 613.

“Nós temos número de casos encerrados menor e temos dados que não são os que estão verdadeiramente acontecendo e, a partir de amanhã, geralmente os dados apresentam números maiores”, explicou Geraldo.

Mato Grosso do Sul soma 68.325 casos confirmados da doença, com 60.606 destes já recuperados.  

“Isso é um bom sinal e seria uma boa situação para comemorar. Mas temos dados que não são de comemorar”, disse Geraldo, afirmando que o Estado está há 10 semanas em um platô elevado de casos e mortes.

Com relação as internações, número tem oscilado entre 450 a 550, sendo 480 internados nesta segunda-feira. 

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!