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PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

Aras pede que STF suspenda inquérito das fake news

Ele alega que Procuradoria-Geral da República foi surpreendida pela operação da PF contra apoiadores de Bolsonaro
27/05/2020 14:51 - Da Redação


Procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão do inquérito que investiga uma suposta organização criminosa responsável por fake news nas redes sociais.

Segundo Aras, a Procuradoria-Geral da República foi “surpreendida” com as ações realizadas hoje em operação da Polícia Federal, que cumpriu 29 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (27).

“A Procuradoria-Geral da República viu-se surpreendida com notícias na grande mídia de terem sido determinadas dezenas de buscas e apreensões e outras diligências, contra ao menos 29 pessoas, sem a participação, supervisão ou anuência prévia do órgão de persecução penal", afirmou o procurador-geral. O Ministério Público é "o destinatário dos elementos de prova na fase inquisitorial" e, por isso, existe a "necessidade de se conferir segurança jurídica na tramitação do inquérito".  

Inquérito tem como relator o ministro Alexandre de Moraes e o procedimento tramita em sigilo.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro tiveram celulares e computadores recolhidos na operação, no âmbito da investigação. O inquérito sigiloso foi aberto para apurar ameaças, ofensas e fake news disparadas contra os integrantes do Supremo e seus familiares. Desde o início, a investigação sofreu forte oposição do Ministério Público Federal por ter sido iniciado de ofício (sem provocação de outro órgão) pelo ministro Dias Toffoli. O que é incomum, mas não inconstitucional.

 
 

Felpuda


Candidato a prefeito em cidade do interior tremeu que só nas bases diante da decisão que tirou a corda do pescoço de adversário, liberando o dito-cujo para disputar a eleição.

Como acreditava que o pleito seria “um passeio”, estava até pensando no modelito que usaria no dia da posse.

Agora, teme nadar, nadar e morrer na beira da praia, deixando o terno pendurado no cabide.