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PESQUISA

Áreas em situação de risco com infestação de mosquito Aedes diminuem na Capital

Levantamento foi divulgado pela Coordenadoria de Controle de Endemias da Sesau
11/03/2020 11:30 - Bruna Aquino


Mesmo com vários casos de dengue em Mato Grosso do Sul a população pode comemorar. Segundo Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRaa) do segundo ciclo de 2020, divulgado nesta quarta-feira (11) pela Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), da Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (SESAU), houve uma redução na quantidade de áreas em situação de risco em Campo Grande. 

A comparação foi realizada com o último levantamento feito em janeiro deste ano, saindo de sete para apenas 1 área com índice superior a 3,9%. Houve redução também no número de áreas em alerta e, consequentemente, aumento de áreas com índice satisfatório.

Conforme o levantamento,  uma área está em situação de risco, 39 em alerta e 28 aparecem com índices considerados satisfatórios – abaixo ou igual a 1% de infestação. No LiRaa divulgado em janeiro, sete áreas estavam em estado de risco, 43 em alerta e 18 com índices satisfatórios.

De acordo com a coordenadoria, a área mais crítica era a UBSF Iracy Coelho – que abrange os bairros Iracy Coelho, Vila Nogueira, Centenário, Aimoré, entre outros – que apresentou Índice de Infestação Predial (IPP) de 8,6%. Segundo o levantamento divulgado hoje o índice caiu para 2,3%.

A redução mais significativa foi registrada na área da UBSF Azaléia, passando de 7,4% para 1% de infestação, saindo de risco para satisfatório.

As áreas das UBSFs Jardim Antártica, Alves Pereira, Sírio Libanês, Maria Aparecida Pedrossian e Jardim Noroeste, que apareciam no ranking de alto índice de infestação, também  tiveram redução significativa. Atualmente, a única área considerada crítica é da UBS São Francisco, com 7% de infestação. 

Para secretário municipal de Saúde, José Mauro Filho, o resultado considerado positivo é reflexo das ações que vêm sendo intensificadas desde o fim do ano passado e parte se deve ao apoio da própria população, que têm auxiliado no trabalho de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti.“Isso mostra que nossas ações têm feito a diferença. Temos trabalhando diariamente com o apoio de todas as secretarias para evitar que o nosso município e nossa população sofra ainda mais com as doenças transmitidas pelo mosquito (Aedes aegypti). Isso não significa que a gente pode relaxar agora. Temos que continuar atuando e contando com a colaboração da população para reduzir ainda mais esses índices”, comenta.

CAMPANHA
No início deste ano, a Prefeitura de Campo Grande lançou a “Operação Mosquito Zero” com o objetivo de potencializar as ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, com o apoio de todas as secretarias.

Até o momento, mais de 21 mil imóveis foram inspecionados, 15 mil depósitos e 1,3 mil focos do mosquito Aedes aegypti eliminados, além do equivalente a 500 caminhões de materiais inservíveis recolhidos durante às quatro etapas da ação, realizadas até o momento nas regiões Imbirussu, Anhanduizinho, Bandeira e Prosa. Nesta semana, os trabalhos foram iniciados na região do Lagoa, com cinco pontos de coleta e mais de 200 servidores envolvidos.

 

 

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.