Artigos e Opinião

OPINIÃO

Gilson Cavalcanti Ricci: "Democracia cabocla"

Advogado

Redação

13/10/2015 - 00h00
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A democracia brasileira é apanágio favorável aos inimigos públicos praticarem as mais absurdas ações contra o povo brasileiro e, pasme, sob a proteção da lei! Índios invadem propriedades rurais produtivas, destroem as benfeitorias, incendeiam, barbarizam com terror selvagem, e, quando o Poder Judiciário os manda sair, reintegrando o legítimo proprietário, rasgam acintosamente na cara do oficial de justiça o respectivo mandado, frente as câmaras de televisão!

Importantes estradas de rodagem são bloqueadas a qualquer momento por índios e sem terra, enquanto a Polícia Rodoviária - impotente para reagir - assiste impassível o desenrolar do desaforo contra os usuários contribuintes, enquanto filas quilométricas de veículos se avolumam em ambos os sentidos da estrada, causando irreparáveis prejuízos ao transporte de pessoas e cargas.

Greves injustas – muitas vezes de cunho político – são deflagradas em todos os quadrantes do País, levando ao desespero milhões de pessoas que necessitam trabalhar diariamente, como ocorre nas prolongadas greves bancárias, e, pasme o leitor: greves e mais greves de médicos, enfermeiros, professores, e até de lixeiros!

Nessa espiral desvairada, altamente prejudicial à estabilidade social e econômica do Brasil, milhões de doentes - não raras vezes em longa e infrutífera espera de socorro médico - lotam os postos e hospitais de saúde pública. A colossal quantidade de alunos, que ficam sem aula meses afio; cidades sufocadas pelo lixo deixado nas ruas pelos garis em greve. E muitas outras incontáveis mazelas, perpetradas contra o povo brasileiro em nome da democracia, elevam o ibope dos noticiários!

Outro desaforo inaceitável a audácia dos sem terra a invadirem áreas produtivas, cujas benfeitorias destroem maldosamente ao modo indígena, como aconteceu alguns anos atrás, quando eles, os celerados sem terra sob o comando do comunista-terrorista Stabile, meteram vários tratores no laranjal de uma grande propriedade do interior paulista, e derrubaram mais de sete mil pés de laranja – e até agora nenhum deles foi punido dentro da lei, sequer o poderoso Stabile, graças à proteção do governo comunista que aí está.   

Muitas outras barbaridades ocorrem no País sob o pálio da “democracia”, como noticia diariamente a mídia. Agora mesmo a imprensa nacional – notadamente a televisão – mostra ao mundo a atuação danosa de um governo esquerdista, de feições marxistas-leninitas.

Vergonhosamente, a atual democracia no Brasil serve para acobertar a bandidagem incrustada no governo, como também serve de escudo ao enriquecimento ilícito de políticos corruptos. Eles ficam ricos do dia para a noite, e, em público, atacam cinicamente o governo militar como “golpe contra a democracia”! Lula atualmente está muito rico, segundo a imprensa nacional, apesar de chegar de sua terra  miseravelmente num “pau-de-arara”!

Muitos outros correligionários seus tiveram a mesma sorte: assaltaram os cofres públicos e valiosas empresas brasileiras, valendo-se da couraça do vigente governo comunista-petista. Assistimos incrédulos diariamente os ladrões do PT e seus asseclas ocuparem os noticiários por crimes contra a economia brasileira.

Não são poucos. São muitos - uma leva colossal de indivíduos criminosos sufragados pelo voto popular, agindo com a proteção dissimulada do próprio governo petista, que coloca em risco a economia e o prestígio do Brasil perante o mundo.         

Desculpem-me os estadistas, mas a miséria moral a que nos envolveu o governo comunista de Lula e Dilma, leva-me a afirmar que a democracia não nasceu para ser vilipendiada por políticos incultos, ou pseudo-intelectuais, como são os integrantes da máfia petista. Por oportuno, aponto a aberração jurídica da democracia brasileira, que absurdamente permite analfabeto votar, mas não pode ser votado, e menor de idade votar, mas não pode ser preso.

Duas vertentes jurídicas mal postas na lei brasileira, que remete o nosso amado País às estatísticas desonrosas do Terceiro Mundo. Se o eleitor brasileiro não melhorar seu raciocínio ao votar, alerto que fatalmente ensejará forte suporte institucional a uma ditadura civil ou militar, cujo ditador terá a oportunidade de modificar na marra todo esse ciclo vicioso a empanar o brilho da nossa democracia.

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A tríade da vida aplica-se à Educação

06/07/2024 09h00

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A expressão “triúno”, três em um, foi criada por Paul MacLean, neurocientista da década de 1970, referindo-se ao cérebro trino na evolução do sistema nervoso central humano: agir, sentir e pensar são verbos interdependentes. A finalidade do autor foi dividir o cérebro didaticamente para compreender melhor seu funcionamento. Assim, agir de acordo com o sentir e o pensar na prática do bem constitui-se em sublime comportamento ético.

Semelhantemente ao princípio “triúno” de MacLean, também encontra-se na realidade tal conceito para que, de forma didática, o mundo seja melhor compreendido. Portanto, três são as partes do átomo: elétron, próton e nêutron, como três também são as dimensões geométricas do espaço: comprimento, largura e altura. Além disso, observa-se que a sobrevivência humana depende de três fatores principais: casa, roupa e alimentão, e, de forma “triúna”, concebe-se ainda a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. Contemple-se a natureza da matéria e verificar-se-á que os seus estados físicos são sólido, líquido e gasoso; identicamente à divisão do tempo: passado, presente e futuro. E a trina de Paul MacLean também se faz presente na educação, pois a aprendizagem humana acontece na relação escola, professor e aluno; e, ainda, pode-se dividir a música em três elementos básicos: melodia, ritmo e harmonia.

A trilogia também contribui para direcionar o comportamento humano na sua peregrinação pelos caminhos da vida. A ética é uma postura diante do outro e de si mesmo. É pela conduta individual que se manifesta a personalidade, a forma de ser de cada um. E também aqui, na atitude humana, os conceitos “triúnos” de MacLean aparecem: poder, dever e querer.

Seja o imperativo: “Assistir a todas as aulas em sintonia plena com a voz do professor”. Se os três verbos forem conjugados na primeira pessoa do presente do indicativo: eu posso, eu devo, eu quero, estaremos diante de um princípio ético, uma sublime virtude humana. Se, no entanto, a atenção do aluno estiver em outro campo que não a aula (conversas paralelas, celular...), foge aos princípios éticos e se instala a indiferença do aluno diante do professor.

Atente-se, ainda, que, pelo conhecimento, pelas mãos e pela palavra, os humanos elaboram arte, criam ciência e produzem tecnologia. Desenvolvem inteligências para organizarem uma nova sociedade. Evoluem para fazer surgir um mundo novo onde se poderá viver melhor. Rubem Alves (1933-2014), psicanalista e educador, lembrava que a escuta precede a fala. É da natureza humana escutar para aprender e depois falar sobre o que aprendeu. Aprende-se pela palavra da mãe, do pai, do professor...

O professor só deseja que o aluno escute a sua palavra. A aprendizagem acontece depois de uma longa e silenciosa escuta. Quando a escuta for serena, a fala será bonita, porque se vai falar daquilo que se sabe. Com segurança.

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Caminhos da vida

06/07/2024 08h00

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Cada ser humano tem origem e destino próprios. Mesmo que queira imitar alguém, jamais conseguirá na perfeição. A natureza é fantástica nesse sentido. A marca sempre será pessoal.

Assim essa humanidade caminhará e far-se-á original em seus sonhos e em seus projetos. E a curiosidade baterá à porta de cada ser, querendo descobrir os segredos da individualidade de cada ser. E não será difícil. Não na totalidade, mas em partes poderá, nem que seja por aproximação biológica tão somente. O mistério, contudo, continuará a existir.

Olhando a realidade tão fecunda em genialidades e em poderes, será maravilhoso encontrar um ambiente favorável ao silêncio e ao recolhimento. Entrar nessa sacralidade e contemplar tantas belezas e grandezas, para comungar do infinito desafiante da sensibilidade e da sabedoria ungindo a tudo e a todos com algo divinal e terno. Não precisa ter medo. Precisa ousadia e humildade.

Então, uma nova realidade se apresentará, desafiando a capacidade humana. É a realidade do mundo sobrenatural. São as cores de uma consciência simples, mas repleta de sentimentos e de vontade em construir um mundo mais simples e mais comprometido com a felicidade.

Percorrendo as páginas da Bíblia Sagrada, organizei um tanto melhor os conhecimentos e dirigi a atenção para algo um tanto difícil de entender. Trata-se de entender o comportamento humano diante da manifestação divina. Os seres humanos, pensando com conhecimentos humanos e querendo que tudo se voltasse para o divino. Ao mesmo tempo, querendo ser o melhor e mais perfeito dos seres.

Sabemos que todas essas ideias poderão contribuir maravilhosamente na construção de um mundo mais humano e mais fraterno. Imediatamente somos chamados a contribuir, dispondo dos conhecimentos e dos dons de que somos premiados e conduzindo essas forças a serviço da verdade e do bem para todos.

Cada qual veja quais os pensamentos que alimenta, e verá com honestidade qual obra assumiria. Analise o julgamento que emite diante da realidade social, cultural, política e até religiosa. Analise com honestidade, e verá o tanto que poderá mudar, ou melhorar, em seu ambiente e em sua vida.

Já é hora de olhar essa humanidade que compõe o universo, mas que ainda não se convence da necessidade urgente de que alguém, ou alguma ação, se levante do túmulo do medo e da covardia e conclame todos os povos a unirem as vozes em um clamor único, o clamor pela paz.

Caso contrário, a nova sociedade que está surgindo condenará e sepultará no túmulo da vergonha e da covardia a todos quantos pouco ou nada fizeram por uma comunidade mais solidária e mais humana.
O próprio Mestre e Senhor foi posto em análise de seus conhecimentos.

O povo que o acompanhava, admirava-se de sua sabedoria. Apesar de conhecê-lo como filho de carpinteiro, um simples trabalhador, causava estranheza o tanto de conhecimentos e tanta sabedoria. No entanto, atraía multidões.

Resta saber: nosso modo de viver atrai o povo para Deus ou para o comodismo e para a maldade?

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