Artigos e Opinião

ARTIGO

Loiva Schiavo: "O futuro do Campus da UFMS em Bonito"

Secretária de Educação de Bonito

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O Campus da UFMS de Bonito, inaugurado com expectativa para estudantes da região Sudoeste, fechou seus cursos presenciais sob a alegação de insuficiência de alunos.No Vestibular de Inverno de 2010, o curso de Administração teve 60 vagas preenchidas. No curso de Turismo e Meio Ambiente ingressaram 18 alunos novos e outros 14 entre portadores de diploma e que acabaram transferidos de outras instituições, no fechamento da unidade, início de 2015. 

A UFMS em Bonito em cada turno, tem capacidade de atendimento para 520 alunos e infraestrutura adequada para atender as atividades de ensino, pesquisa e extensão.Num breve balanço vale ressaltar que o Campus de Bonito teve papel relevante na formação de guias, através do curso Técnico de Guia de Turismo (2013/2014). E o Curso de Especialização em Gestão Pública em março de 2015. Vale esclarecer ainda que todos os acadêmicos que iniciaram na modalidade presencial tiveram aulas e professores até a conclusão do curso, no início de 2015.  Foram oferecidos cursos de graduação em Administração e Turismo e Meio Ambiente na modalidade presencial. As turmas finais se formaram em 2012, sendo que a partir de 2013, não houve mais oferta de vagas. A instalação do campus acabou neste período, sendo utilizada pela Escola Estadual Bonifácio Camargo Gomes, retornando ao seu prédio original, reformado, no fim do ano passado. A unidade da UFMS em Bonito iniciou suas atividades no ano letivo de 2009, oferecendo os cursos de Administração e Turismo e Meio Ambiente no período noturno. Foram ofertadas 120 vagas, sendo 60 para cada curso. 

Inicialmente foi utilizado o espaço físico da Escola Municipal João Alves da Nóbrega e posteriormente as atividades foram transferidas para a Escola Municipal Professora Durvalina Dorneles Teixeira. A prefeitura de Bonito cedeu então uma área de 4,5 hectares para a construção da unidade, onde hoje encontra-se o Campus da UFMS em Bonito.

Bonito, até dois anos antes, contava também com dois cursos superiores, ofertados por uma instituição particular (a IESF – Instituição de Ensino Superior da FUNLEC), que encerrou as atividades no município no ano de 2007.  Os cursos ofertados eram nas mesmas áreas Administração Rural e o de Turismo.

Agora o novo diretor da UFMS Campus de Bonito, José Carlos de Jesus Lacerda, e o professor Noslin de Paula Almeida (que sempre defendeu como alternativa o Polo de Educação a Distância e a Base de Pesquisa), estiveram reunidos na Secretaria de Educação do Município, com o prefeito Leonel de Souza Brito.  Na reunião oficializaram o fim dos cursos presencias e o início do processo de transição do campus para base de pesquisa. Os educadores da UFMS se comprometeram ofertar curso de graduação a distância, de especialização e garantiram que não vão deixar de cumprir a obrigação social com a população local. 

O polo de Educação a Distância e a Base de Pesquisa serão um fator importante para o desenvolvimento do município. A previsão só para o Projeto da Base de Pesquisa é algo em torno de R$ 20 milhões e em tempos bicudos de crise e de parcos investimentos. O Polo abriria leque maior de cursos  de graduação e estimularia a volta de suas atividades acadêmicas. Vislumbram-se todas as condições para uma dezena de cursos à distância simultaneamente.

Bonito tem somente 1% da população no 3º ano do ensino  médio, enquanto os municípios vizinhos (Bodoquena, Jardim e Guia Lopes) têm 1,5%. Em Bonito. Nem todos concluem os estudos. 

A decisão de oferecer cursos na modalidade a distância foi pensada e cientificamente analisada por meio de pesquisa. Os cursos mais solicitados pela comunidade acadêmica do ensino de Bonito são na seguinte ordem: Educação Física, Ciências Biológicas, Administração, Música, Pedagogia, Letras, Matemática e Geografia.

Artigo

Caminhos da vida

06/07/2024 08h00

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Cada ser humano tem origem e destino próprios. Mesmo que queira imitar alguém, jamais conseguirá na perfeição. A natureza é fantástica nesse sentido. A marca sempre será pessoal.

Assim essa humanidade caminhará e far-se-á original em seus sonhos e em seus projetos. E a curiosidade baterá à porta de cada ser, querendo descobrir os segredos da individualidade de cada ser. E não será difícil. Não na totalidade, mas em partes poderá, nem que seja por aproximação biológica tão somente. O mistério, contudo, continuará a existir.

Olhando a realidade tão fecunda em genialidades e em poderes, será maravilhoso encontrar um ambiente favorável ao silêncio e ao recolhimento. Entrar nessa sacralidade e contemplar tantas belezas e grandezas, para comungar do infinito desafiante da sensibilidade e da sabedoria ungindo a tudo e a todos com algo divinal e terno. Não precisa ter medo. Precisa ousadia e humildade.

Então, uma nova realidade se apresentará, desafiando a capacidade humana. É a realidade do mundo sobrenatural. São as cores de uma consciência simples, mas repleta de sentimentos e de vontade em construir um mundo mais simples e mais comprometido com a felicidade.

Percorrendo as páginas da Bíblia Sagrada, organizei um tanto melhor os conhecimentos e dirigi a atenção para algo um tanto difícil de entender. Trata-se de entender o comportamento humano diante da manifestação divina. Os seres humanos, pensando com conhecimentos humanos e querendo que tudo se voltasse para o divino. Ao mesmo tempo, querendo ser o melhor e mais perfeito dos seres.

Sabemos que todas essas ideias poderão contribuir maravilhosamente na construção de um mundo mais humano e mais fraterno. Imediatamente somos chamados a contribuir, dispondo dos conhecimentos e dos dons de que somos premiados e conduzindo essas forças a serviço da verdade e do bem para todos.

Cada qual veja quais os pensamentos que alimenta, e verá com honestidade qual obra assumiria. Analise o julgamento que emite diante da realidade social, cultural, política e até religiosa. Analise com honestidade, e verá o tanto que poderá mudar, ou melhorar, em seu ambiente e em sua vida.

Já é hora de olhar essa humanidade que compõe o universo, mas que ainda não se convence da necessidade urgente de que alguém, ou alguma ação, se levante do túmulo do medo e da covardia e conclame todos os povos a unirem as vozes em um clamor único, o clamor pela paz.

Caso contrário, a nova sociedade que está surgindo condenará e sepultará no túmulo da vergonha e da covardia a todos quantos pouco ou nada fizeram por uma comunidade mais solidária e mais humana.
O próprio Mestre e Senhor foi posto em análise de seus conhecimentos.

O povo que o acompanhava, admirava-se de sua sabedoria. Apesar de conhecê-lo como filho de carpinteiro, um simples trabalhador, causava estranheza o tanto de conhecimentos e tanta sabedoria. No entanto, atraía multidões.

Resta saber: nosso modo de viver atrai o povo para Deus ou para o comodismo e para a maldade?

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ARTIGOS

Aposentado pode permanecer em plano de saúde empresarial, mas tem que pagar de forma integral

05/07/2024 07h45

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Decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ)  determinou que ex-funcionários aposentados devem assumir a integralidade da mensalidade do plano de saúde, em modalidade de coparticipação. Tal entendimento foi consolidado no voto da ministra Nancy Andrighi, que ressaltou a necessidade de que o custo do plano de saúde, para aqueles que optarem pela manutenção do benefício após a aposentadoria, seja integralmente custeado pelo ex-empregado, incluindo tanto a cota do empregado quanto a do empregador.

A fundamentação está interpretada no artigo 31 da Lei 9.656/1998, que visa assegurar a continuidade do plano de saúde para empregados que se aposentam ou são demitidos sem justa causa, após terem contribuído por mais de 10 anos. Contudo, a mesma disposição legal estipula que tal manutenção está condicionada ao custeio integral por parte do ex-funcionário aposentado.

O caso tem origem em um recurso interposto por uma empresa contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que havia autorizado o ex-funcionário a pagar apenas a mesma contribuição dos empregados ativos. No entanto, o STJ reformou essa posição e entendeu que a continuidade do plano de saúde coletivo, em condições equivalentes às dos empregados ativos, sem a total assunção dos custos pelo aposentado, viola a mencionada lei e precedentes do STJ.

A interpretação do STJ foi no sentido de que permitir que o ex-empregado pague apenas a sua cota-parte, remanescendo a contribuição do empregador, seria uma forma de imposição de subsídio às demais partes envolvidas no contrato — ex-empregador, operadora do plano de saúde e empregados ativos.

Um aspecto destacado pela ministra Andrighi é a consideração de que impor ao ex-empregador ou aos demais beneficiários do plano o ônus de subsidiar os custos de um ex-funcionário aposentado comprometeria o equilíbrio econômico-financeiro do contrato. Isso poderia gerar um encargo excessivo e potencialmente inviável para os contratos de planos de saúde coletivos mantidos pelas empresas.

Além disso, a decisão do STJ oferece uma alternativa prática ao ex-empregado aposentado que considerar inconveniente permanecer sob as novas condições: a possibilidade de exercer o direito à portabilidade de carência. Essa medida permite ao aposentado migrar para outro plano de saúde sem cumprir novos períodos de carência, desde que mantenha a continuidade da cobertura assistencial e respeite os critérios estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Portanto, a decisão da Corte Superior visa harmonizar o interesse de continuidade da cobertura assistencial para o inativo com a sustentabilidade dos contratos de planos de saúde coletivos, respeitando o equilíbrio econômico-financeiro e os preceitos estabelecidos pela legislação brasileira vigente.

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