Essa é a fotografia mais explícita da política brasileira, ao evidenciar a força das suas maiores lideranças ao respaldarem os seus indicados para a conquista das principais posições majoritárias nas disputas eleitorais do nosso país.
Essa afirmação está esculpida nos anais da nossa história. Não tem como ser borrada. Cada eleição é única e sempre acompanhada das suas circunstâncias sempre desafiadoras.
Umas maiores do que as outras, e todas nos remetendo à sua magia, aos seus encantos, desencantos, emoções, decepções, tormentos, angústias, mágoas e ressentimentos. São os rastros deixados pelos embates eleitorais.
Essas não são marcas deixadas nos nossos campos de batalhas eleitorais. Alcançam todas as nações civilizadas. Mas todas essas características de traços desafiadores precisam ser passageiras. Precisam também fazer parte das páginas viradas da história política dos seus protagonistas.
Os exageros eventualmente cometidos precisam ser debitados por conta de um sentimento que brota de cada qual e que tem por objetivo principal levar a luz, a prosperidade e o progresso para todos. Os exemplos magníficos de lideranças explícitas os temos em quantidade generosa.
Basta a citação de alguns deles, como estampado no título do presente artigo, para respaldar nossa assertiva. Felizardos que não disputaram uma única eleição e chegaram em postos importantes por meio das bênçãos dos seus padrinhos políticos.
Escorado nesse diapasão inteligente, ninguém tem o condão mágico de mudar o que já está esculpido nos anais da nossa história. Ninguém.
E nessa quadra de pensamento, a interpretação correta do desenho que está sendo arquitetado para o quadro político nacional em 2026 mostra como será a corrida eleitoral rumo ao Palácio do Planalto.
As enquetes de opinião pública realizadas pelos nossos principais instituto de pesquisas apontam que o ex-presidente Bolsonaro é o único candidato com credenciais para vencer o atual mandatário da nação.
As outras tantas e importantes lideranças que surgem nesse contexto não têm ainda essa força eleitoral esparramada em todos os quadrantes do território nacional para lograr esse intento nobre e generoso.
Nesse quadro, não existe outra alternativa a indicar outro caminho que não seja a polarização, por enquanto, já consagrada no seio da nação. Então, o quadro está definido, se não houver algum acidente de percurso.
Devemos deixar de lado as circunstâncias que escapam do radar da nossa mediana inteligência para exarar outro juízo de valor. Temos, então, nesse quadro o atual presidente da República, que já está em campanha e cantando sua vitória antecipadamente, e o outro, que mesmo segregado ainda está vivo e respira.
Tem a sua sobrevida respaldada pelos apoios que recebe das suas principais lideranças nas duas Casas do Congresso Nacional.
Dia desses; o coach e candidato derrotado à prefeitura de São Paulo (SP) Pablo Marçal postou em suas redes sociais uma afirmação provocativa.
Disse, com todas as letras, que o atual presidente da República dificilmente perde as próximas eleições porque está com o poder em suas mãos e ainda tem o apoio incondicional das principais instituições, que lhe dão a sustentabilidade que necessita para o cumprimento de um eventual quarto mandato. O empresário e político incorreu em ledo engano! Falou bobagem.
Desconheceu os retratos explícitos e apontados pela política nacional. Sua afirmação não tem alicerce para sustentar tamanha abrangência. A política é cheia de surpresas, de lances emocionantes.
Uma palavra mal colocada, aliada a confrontos desnecessários e um erro de interpretação sobre temas de grande interesse nacional, pode ocasionar a sua derrota.
Isso já aconteceu intra e extramuros. Agora é só aguardar os desdobramentos pela anistia ou ainda uma eventual decisão da Justiça favorável à sua indicação como postulante ao Palácio do Planalto.
Se isso ocorrer, a disputa será acirrada, voto a voto. Se não ocorrer e outro for o candidato apontado pelo ex-presidente para concorrer à Presidência da República, capaz de surpreender, então Vargas, Lula e Bolsonaro estarão rigorosamente empatados nas indicações dos seus indicados a se investirem na magistratura suprema da nação brasileira. Quem viver, verá esse desenlace! Acredite!


