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RODOVIA

Assembleia pede para investigar abuso no preço do pedágio cobrado na BR-163

Pedido para investigar abuso nas cobranças foi aprovado ontem por deputados estaduais
24/09/2020 06:00 - Brenda Machado


Uma investigação de preços classificados pelo deputado estadual Coronel David (sem partido), cobrados pela CCR MSVia na BR-163, foi solicitada nesta quarta-feira (23). 

O documento foi encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, após pedido do deputado, à bancada federal, com cópia para o Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e ao diretor-geral em exercício da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Marcelo Vinaud Prado.

A solicitação atende às reclamações feitas por moradores do município de Rio Brilhante, a 160km de Campo Grande. Segundo o deputado, essas pessoas costumam passar pela rodovia e sofrem com os valores absurdos dos pedágios.

Ao fazer o pedido, o deputado usou reportagens já publicadas pelo Correio do Estado, que mostram a situação contratual da concessão da MS Via. A rodovia está em fase de relicitação, processo que deve ser concluído até o fim deste ano. 

 

 
 

Além do preço considerado alto, a não duplicação de toda rodovia, como estava previsto em contrato celebrado no ano de 2014, e a omissão da licença ambiental no ato da renovação da licitação fazem parte das queixas.

Sobre o preço do pedágio, no ano passado a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) determinou a redução pela metade. Uma liminar concedida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, manteve os preços como estavam no ano passado. 

“Estou encaminhando esta indicação a bancada federal e também ao ministro da Infraestrutura e ao diretor-presidente da ANTT solicitando a verificação dessa denúncia e a tomada de providências em relação a isso”, declarou Coronel David.

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!