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TRANSPORTE COLETIVO

Atrasos são pontuais e operação está sendo monitorada, diz diretor de consórcio

Prefeito disse que ônibus têm lotação limitada ao número de pessoas sentadas
01/04/2020 13:24 - Adriel Mattos


 

A operação especial do transporte coletivo de Campo Grande têm sido monitorada diariamente, segundo o diretor-presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende Filho. Passageiros têm reclamado do longo tempo de espera nas estações da Praça Ary Coelho, como noticiou o Correio do Estado na edição desta quarta-feira (1º).

“As reclamações preocupam, mas as pessoas devem entender que não estamos em operação normal, é uma situação especial”, destacou Rezende, em relação à quarentena na Capital com o objetivo de minimizar o avanço da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Para o dirigente, os atrasos e tempos de espera maiores são casos pontuais. “Duas horas de espera parecem ser casos isolados. Podem haver desencontros, temos cerca de 30 ônibus rodando, quando normalmente são mais de 500”, explicou. Rezende garantiu que ajustes estão sendo feitos constantemente para atender a demanda.

Cerca de 2 mil pessoas têm utilizado o serviço diariamente, segundo a concessionária. Apenas trabalhadores de serviços essenciais, como da saúde, alimentação, construção, transporte e imprensa estão autorizados a embarcar, desde que apresentem a identificação funcional.

LOTAÇÃO

Em entrevista ao programa “Balanço Geral”, da TV MS, o prefeito Marcos Trad (PSD) disse que a lotação dos ônibus está limitada ao número de passageiros sentados, que varia de 40 a 50. Trad disse que a medida foi adotada recentemente e será mantida quando o comércio retomar as atividades.

“Só vai pessoas sentadas. Ocupou todos os lugares, não entra mais ninguém. Se vagar uma cadeira, só vai entrar um passageiro. E assim será quando o comércio retornar gradativamente. E vamos ter que colocar mais ônibus”, afirmou.

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!