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REME

Aulas só voltam após orientação do Ministério da Saúde, diz prefeito

Atividades presenciais foram paralisadas no dia 18 de março; decreto vale até este mês
22/04/2020 12:43 - Daiany Albuquerque


 

O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD) informou que enquanto o Ministério da Saúde não publicar recomendação para que o município retome as aulas presenciais da Rede Municipal de Saúde (Reme), elas continuarão sendo feitas por meio de conteúdo digital.

“Só após o Ministro da Saúde nos recomendar ou determinar, fora isso apenas especulação”, declarou o prefeito durante entrevista por meio das redes sociais do gestor. As aulas presenciais estão suspensas desde o dia 18 de março deste ano, em função da pandemia da Covid-19, o novo coronavírus.

Perguntado sobre possível extensão das aulas à distância, ou mesmo antecipação das férias escolares de julho, como optou o Governo do Estado, conforme matéria publicada pelo jornal Correio do Estado, o prefeito, entretanto, afirmou que “o calendário da rede municipal não tem a ver com o do governo”.

Ele salientou que ambos mantém em diálogo sobre a pasta e que a secretária de Educação do município, Elza Fernandes Ortelhado e secretária do Estado, Maria Cecília Amôndola da Motta, “se comunicam”, mas disse que Campo Grande segue seu próprio calendário escolar.
No Estado, a suspensão das atividades passou a valer a partir de 23 de março, quando foram decretadas as primeiras medidas para combater o avanço da pandemia. 

Segundo a Secretaria Municipal de Eduacação (Semed), a pasta aguarda determinação do Executivo, mas que se as aulas presenciais voltarem no dia 7 de maio, já que o decreto em vigor tem validade até o dia anterior, apenas os 20 dias anteriores a extensão do decreto, terão reposição, já que deste segundo período os conteúdos têm sido disponibilizado aos aulos por meio digital.

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.