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CAPITAL

Aumento de casos não impede reabertura de escolas particulares, diz prefeito

Marcos Trad apontou outros critérios que podem interferir na decisão final
15/06/2020 11:25 - Adriel Mattos


Na próxima semana, representantes da prefeitura de Campo Grande, de escolas particulares e do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS) se reúnem para debater a reabertura das instituições, prevista para julho. Apesar do aumento do número de casos da Covid-19 (doença causada pelo novo coronavírus), esse não é um fator que impediria a medida.

“Não é o fator determinante o aumento por si só. É um ponto negativo e vai contar. Mas temos que olhar outros critérios”, frisou. Inicialmente, voltam para as escolas apenas alunos da chamada educação infantil, dos 6 meses até 7 anos. Os demais permanecem no ensino remoto, como noticiou o Correio do Estado no início do mês.

“É claro que nos preocupa esse aumento, mas temos que observar, por exemplo, a manutenção da taxa de ocupação dos leitos. Por enquanto, vamos aguardar”, finalizou.

Para determinar a reabertura, outras quatro situações serão consideradas: que não haja aumento no número de internações nos leitos de UTI da cidade por pacientes com Covid-19; vistoria completa nos planos de biossegurança de casa escola; vistoria completa do Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), prefeitura e Câmara Municipal de todos os equipamentos de proteção das redes particulares e retorno gradual.

A Educação Infantil nas escolas particulares de Campo Grande perdeu aproximadamente dois mil alunos durante a pandemia.  Esse montante representa queda de 30% no número de alunos da rede particular, que contava com 7 mil estudantes de 6 meses a 7 anos de idade antes da pandemia.

As escolas particulares estão fechadas desde o dia 24 de março, data estabelecida pelo Governo do Estado em decreto que determinou a paralisação das aulas presenciais em toda a Rede Estadual de Ensino (REE) e também nas particulares de Mato Grosso do Sul.

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!