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CULTURA

Profissionais da cultura passam a ter direito a auxílio do Governo a partir desta semana

Mato Grosso do Sul recebeu aproximadamente R$19,5 milhões para aplicar em ações de apoio à cultura
03/10/2020 12:03 - Thais Libni


A Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, nº14.017,  entrou em vigor em Campo Grande em 1º de outubro. A normativa visa estabelecer mecanismos e critérios para garantir apoio ao setor da cultura.

Com medidas a serem adotadas em meio ao estado de calamidade pública, reconhecido pelo Governo Federal, a lei garantirá aos estados e seus municípios R$ 3 bilhões para aplicação.

A fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul (FCMS) será o órgão responsável por aplicar as ações emergências do Programa de Atendimento Emergencial á Cultura do Estado de Mato Grosso do Sul (PAECult/MS).

Entre as ações estão a concessão de renda emergencial mensal para subsidiar trabalhadores da cultura, além de recursos para manter a manutenção de espaços artísticos culturais, organizações de cultura comunitárias, cooperativas, lançamento de editais e chamadas públicas.

O auxílio que manterá os profissionais da cultura durante a pandemia foi aprovado com a justificativa de que todos tiveram de parar suas atividades para agir de acordo com as medidas de segurança.

Em Campo Grande foi investido R$ 5 579 000 em recursos — cerca de 25% do total da verba destinada às 79 prefeituras de Mato Grosso do Sul, aproximadamente R$19,5 milhões.

O anúncio oficial da vigência da Lei foi publicado pelo Diário Oficial nesta sexta-feira (2).

Em caso de saldo remanescente do recurso, o Governo Federal poderá estender a medida, com parcelas menores.

 
 

Felpuda


Como era de se esperar, as pesquisas mexeram nos ânimos de candidatos, principalmente daqueles que apareceram com índices pífios.

E assim, muitos deles certamente darão novo rumo às suas campanhas eleitorais.

A maioria, é claro, tenta mostrar otimismo, e o que mais se ouve por aí é que “agora o momento será de virada”.

Como disse atento e irônico observador: “Tem gente por aí que poderá virar, sim. Mas virar gozação!”. Ui...