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Avenida Ernesto Geisel recebe ponte e instalação de guard-rail

Avenida Ernesto Geisel recebe ponte e instalação de guard-rail

anahi zurutuza

22/12/2010 - 02h05
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A Avenida Presidente Ernesto Geisel ganhou esta semana mais 324 metros de guard-rail (proteção metálica entre a pista e o Córrego Prosa, que passam no meio da via) e na próxima semana pedestres e motoristas já poderão utilizar a ponte construída no trecho da frente do Shopping Norte Sul Plaza, no Bairro Jockey Clube, em Campo Grande. Ontem, operários da empresa Sotef Engenharia, contratada pela Prefeitura de Campo Grande, para executar a obra, finalizavam a construção da ponte e trabalhavam na instalação dos guard-rail.

Segundo um dos funcionários, toda estrutura de 30 metros de concreto da ponte que atravessa o Prosa está pronta. Também foi finalizada a instalação dos "guarda-corpo". Ontem, a empresa estava, inclusive, recolhendo o material de construção que não foi utilizado e retirando os moldes de madeira da estrutura da passarela. "Falta agora passar asfalto na rampa que vai vir da beira da pista até a ponte, limpar e pintar tudo", explicou Gonzaga.

 Pró-transporte
O diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Rudel Trindade Junior, afirmou que a Ernesto Geisel ganhará, a partir do ano que vem, mais, pelo menos, 2 mil metros de guard-rail nos trechos mais críticos e 12 pontes e passarelas.

As proteções metálicas e estrutura para travessia de pedestres e veículos serão construídas com recursos do Programa de Infraestrutura de Transporte Urbanos (Protransportes), do Ministério das Cidades. Serão investidos no trânsito da Capital, no total, R$ 58 milhões. "A Caixa Econômica está em fase final de análise dos projetos para poder liberar a verba. A gente acredita que, em janeiro, já vai dar para começar a licitar".

 Acidentes
A Ernesto Geisel é uma das vias campeãs em acidentes de Campo Grande, além de já ter registrado inúmeros casos de veículos que caem no Córrego Prosa, por conta da falta de proteção entre a pista e o curso d’água. De janeiro a setembro deste ano, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), foram registrados 147 acidentes na avenida. Nos meses de Janeiro, Fevereiro, Março, Junho, Julho e Agosto, a Ernesto Geisel figurou no ranking das vias classificadas pelo Detran como as mais perigosas da Capital.

Campo Grande

Professor que teve entrada negada em escola será transferido para outra unidade pela SED

A Secretaria Estadual de Educação disse que irá investigar a conduta tomada pela direção da unidade escolar

04/03/2024 17h40

O professor disse que estava lotado em Bonito, revogou as aulas para vir lecionar em Campo Grande, convocado pelo CEESPI, no dia 1º de março Reprodução Arquivo

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Após o professor Fábio Oliveira Rodrigues, publicar um vídeo por meio de suas redes sociais, denunciando que não conseguiu assumir a vaga de convocado por ter a entrada proibida pelo diretor, a Secretaria de Educação (SED), informou que está apurando a conduta adotada pela direção da unidade, em Campo Grande.

"A SED informa que vai averiguar a conduta adotada pela direção da unidade escolar, uma vez que o processo seletivo gerou uma classificação dos profissionais para a lotação nas vagas conforme escolha dos aprovados. A pasta destaca, ainda, que o referido profissional foi atendido pela equipe responsável pelo processo e que já fez a opção pela lotação em outra unidade escolar, para o exercício da função na REE", diz a nota.

Entenda

O vídeo foi publicado nesta segunda-feira (4). Nele, o professor mostra a designação de atestado de vaga emitido pelo Centro Estadual de Educação Especial e Inclusiva (CEESPI), mas, quando tentou assumir o posto, foi impedido de adentrar na instituição de ensino.

Além disso, o professor disse que estava lotado em Bonito, revogou as aulas para vir lecionar em Campo Grande, convocado pelo CEESPI, no dia 1º de março. No mesmo dia, ele veio até a Capital e assinou o termo de atestado da vaga, assim como a ficha de designação.

"A designação é dizendo, escola, você é obrigado a alocar o professor no sistema para que ele receba pelo seu trabalho. Esse é a grosso modo. Eu cheguei aqui na segunda-feira, por volta de dez e meia da manhã, fui atendido pelo diretor da escola e pela coordenadora pedagógica. E os dois me atenderam e disseram, não queremos você aqui, não te quero aqui", disse o professor. 

Ainda, durante a conversa, o diretor teria dito que enviou um e-mail informando que não queria o profissional na escola. Diante da negativa, o educador solicitou acesso aos documentos e teve o pedido recusado. "Ele não me emitiu nenhum documento, também não elaborou ata, e eles têm que protocolar", explicou Flávio. 

Diante da recusa, o professor acionou a polícia e foi orientado a registrar um boletim de ocorrência. 

 

 

 

 

 

 

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JUSTIÇA

Moradores movem ações judiciais contra mau cheiro causado pelo frigorífico JBS, em Campo Grande

Petições, 25 numa semana, cobram da empresa até R$ 75 mil de indenização por danos morais e ambientais

04/03/2024 17h20

Queixas contra empresa cresceram desde janeiro passado Gerson Oliveira

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Ao menos 25 ações judiciais foram movidas da semana passada para cá contra o frigorífico JBS, situado na região da Vila Nova Campo Grande. Moradores denunciam o mau cheiro produzido pela empresa e, agora, pedem indenização por danos morais e ambientais, perdas e danos. Nas petições, os moradores aos arredores da empresa cobram até R$ 75 mil pela reparação.

Queixas contra o frigorífico ocorrem há tempos, pelo mesmo motivo, contudo, os casos aumentaram desde o início deste ano.

Numa das ações, defendidas pelo escritório de advocacia Silva & Biava, é dito que:

“… a empresa opera atividade potencialmente poluidora que gera incômodo e aflição nos moradores da região, produzindo fumaça (poluição atmosférica) e exalando odores (cheiros) potencialmente danosos aos moradores da região do Bairro Nova Campo Grande, o que acarreta no recolhimento dos moradores ao interior de suas residências, fechando portas e janelas, não podendo sequer receber visitas e/ou utilizar o bem imóvel para o seu lazer, pois o cheiro e a fumaça lançados na atmosfera são insuportáveis, e pior, causadores de diversos sintomas”.

Outra questão citada nos recursos judiciais sustenta que o mau cheiro, além de incomodar os moradores tem provocado desvalorização dos dos imóveis da região.

Noutro trecho da petição, é citado que: “em atenção ao que determina o artigo 334, § 4º, I, do Código de Processo Civil, manifesta-se desde já sobre o desinteresse na realização de audiência de conciliação, eis que a prática na lide envolvendo a Requerida demonstra que esta não apresenta quaisquer propostas em audiências conciliatórias, restando sempre infrutíferas. Isto porque, antes da devida instrução processual, a Requerida não exterioriza interesse no encerramento da demanda através de acordo, motivo pelo qual requer desde já a dispensa do ato”.

A reportagem pediu um manifesto da JBS, contudo, até o fechamento deste material, a empresa não tinha respondido. Assim que isso acontecer, o texto será atualizado.

 

 

 

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