Cidades

ACIDENTE

Avião que caiu tinha manutenção em dia

Avião que caiu tinha manutenção em dia

da redação

13/07/2011 - 10h21
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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou nesta quarta-feira (13) que não irá suspender os voos da empresa Noar Linhas Aéreas e que a aeronave acidentada no Recife, cuja queda deixou 16 mortos conforme os Bombeiros e a Aeronáutica, “estava com a manutenção em dia”.

O avião bimotor com o prefixo PRNOB foi encontrado por volta das 7h em um terreno baldio na Avenida Boa Viagem. A aeronave partiu por volta das 6h51 do Recife com destino a Mossoró, com escala em Natal. Assim que decolou, o piloto informou à torre de controle que estava em emergência e tentou fazer um pouso forçado em um terreno próximo à praia de Boa Viagem, no Recife.

De acordo com a Anac, a Noar é uma “empresa pequena com apenas duas aeronaves”.

A empresa Noar informou que o avião estava em operação há um ano. Segundo a assessoria de imprensa da companhia, os dois aviões bimotores LET-410 foram comprados novos na República Tcheca. A Noar começou suas operações diárias no Nordeste em 14 de junho de 2010.

Parentes
Segundo a assessoria do Aeroporto Internacional Augusto Severo, localizado em Parnamirim (RN), a 18 quilômetros de Natal, parentes de vítimas começaram a chegar ao aeroporto por volta das 8h e estavam sendo encaminhadas ao auditório da Infraero.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) confirmou enviou uma equipe para iniciar as investigações para fins de prevenção. O laudo sobre as causas da queda ainda não tem prazo para ser concluído.

(com informações do G1)

Levantamento

Letalidade policial em Mato Grosso do Sul cai 34%

Até maio de 2023, 56 mortes foram registradas contra 37 neste ano

25/05/2024 12h20

No Jardim Aero Rancho, policia teve confronto com membro do PCC

No Jardim Aero Rancho, policia teve confronto com membro do PCC Foto: Arquivo/ Divulgação

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As mortes causadas por policiais em Mato Grosso do Sul registraram queda nos primeiros cinco meses do ano. Há uma semana do fim do mês, dados divulgados pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) mostram redução de 33,93% após recorde do ano passado, quando MS contou com 56 óbitos ocorridos durante confronto policial ante aos 37 registrados até o momento.

Levantamento da Sejusp detalha que o maior número de mortes em 2024 aconteceu no mês de março, quando foram 13 pessoas morreram por meio e intervenção policial no Estado. No ranking do ano está na sequência o primeiro mês do ano com 9 óbitos, seguido por fevereiro (6), maio (5) e abril com 4.

No ano passado, somente até abril o total de 2024 já havia sido superado, tendo em vista que 46 mortes já haviam sido constatadas. O maior número durante os primeiros cinco meses do ano anterior ocorreu em fevereiro, com um total de 17 baixas.

Neste ano, do acumulado total, 18 mortes se deram em Campo Grande, enquanto de janeiro a maio de 2023 foram 26, um aumento de 44,44%.

FRONTEIRA


Localizado na fronteira com a Bolívia e o Paraguai, a faixa de fronteira do Estado é responsável por uma grande parcela das mortes durante confrontos com a força de segurança pública.
Em 2023, ano com maior número de mortes, um total de 53 foram registradas em municípios como Ponta Porã, Amambai, Paranhos e Sete quedas, municípios esses que também pertencem à rota do tráfico de drogas e contribuem para o aumento de vítimas e responderam a 40,46% do total identificado nos 12 meses do ano passado.

Uma análise da diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública Samira Bueno, a Folha de São Paulo destaca que o número é considerado muito alto. "É um indicador usado internacionalmente para medir o uso da força. Alguns estudos apontam que, se esse índice passa dos 10%, há uso excessivo dessa força.", pontua.

Samira explica ainda que as variações da letalidade exigem análises específicas sobre os contextos locais. “Mato Grosso do Sul e Mato Grosso: os conflitos entre o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) nas disputas por rotas de tráfico de drogas são exemplos”, aponta.

 

DEZ ANOS


Ao ampliar a análise para os últimos 10 anos, é possível verificar que o ano de 2023 se mantém como recorde histórico do Estado, cujo período contou com 131 pessoas mortas durante confronto com policiais.

Antes disso o maior número de vítima havia sido registrado em 2019, com 70 vítimas. Em oposição, conforme a Sejusp, o menor índice se deu em 2014 com apenas 3 mortes.

Dentre as mortes por intervenção de agentes do Estado, uma maioria esmagadora se tratava de pessoas do sexo masculino, fato que se dá em todos os anos anteriores informados no levantamento que teve início em 2014. Por faixa etária, adultos e jovens representam a maioria.

 

Dados de mortes durante confronto policial em MS em 10 anos

 

HOMICÍDIOS


Outro indicador que também registrou queda em Mato Grosso do Sul é o de homicídios dolosos. Na comparação entre janeiro e maio deste ano e do ano passado foram contabilizados 37 crimes a menos.
Neste ano, segundo dados da Sejusp foram 152 homicídios ante a 189 no mesmo período de 2023, o que resulta em queda de 19,58%.

Resultado segue a tendência de queda, tendo em vista que nos 12 meses do ano passado 449 pessoas foram assassinadas no Estado, menor número de homicídios dolosos da última década.

Na comparação com 2022, quando 498 homicídios foram registrados, a redução ficou em 9,84%. Na última década, o ano com menos mortes havia sido 2019, com 455 casos, segundo os dados disponíveis no site da Secretaria de Justiça e Segurança Pública.

De 2014 até 2023 o ano mais violento em Mato Grosso do Sul foi 2014, com 721 registros. Na comparação com aquele ano, a queda em 2023 chega a 37,73%.

 

Frente Fria

Campo Grande terá mínimas de 8ºC já na próxima semana

Tempo continuará instável neste fim de semana, porém, a partir de terça-feira, a temperatura sofrerá uma nova queda, gerando chuvas e nebulosidade

25/05/2024 10h30

Sexta-feira foi de muita neblina na Capital por conta da frente fria

Sexta-feira foi de muita neblina na Capital por conta da frente fria Marcelo Victor / Correio do Estado

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Após a chegada de uma frente fria em todo Mato Grosso do Sul, a próxima semana em Campo Grande tenderá a ser ainda mais fria, com temperaturas mínimas que podem chegar a 8°C.

De acordo com o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec-MS), entre os dias 28 e 29, na Capital, são esperadas mínimas entre 8°C e 10°C.

Já a região sul e o extremo sul do Estado poderão registrar temperaturas próximas de 5°C e, pontualmente, até mesmo abaixo dos 4°C. Isso favorece, mesmo com menor probabilidade, a chance de geada fraca nessas localidades.

Essa tendência meteorológica para a semana indicará continuidade do frio no Estado, uma vez que ele será impulsionado por uma outra frente fria, a qual se formará entre segunda e terça-feira, favorecendo um novo pulso gelado em direção ao Centro-Oeste.

Sobre a previsão de chuvas no Estado, o Cemtec-MS alerta que até o dia 31 há previsão de acumulados de chuva entre 15 mm e 35 mm, com destaque para a região sul de MS. Porém, do fim deste mês até o dia 8 de junho não há previsão de chuvas.

Para este fim de semana, a previsão do Cemtec-MS é de muitas nuvens e com possibilidade de chuvas. As amplitudes térmicas devem ser pequenas, ou seja, com pouca diferença entre as temperaturas mínima e máxima.

A sensação de frio será reforçada em função do tempo fechado. Os locais com maior probabilidade de chuvas são as regiões centro-sul, sudoeste e oeste do Estado, com acumulados previstos entre 20 mm 
e 30 mm. Estão previstas mínimas entre 9°C e 12°C e máximas entre 13°C e 16°C para as mesmas localidades.

Já na região pantaneira são esperadas mínimas entre 13°C e 15°C e máximas entre 16°C e 18°C. Para as regiões norte, leste e Bolsão, esperam-se mínimas que vão de 15°C a 17°C e máximas entre 18°C e 24°C.
Em Campo Grande, são esperadas mínimas entre 13°C e 15°C e máximas entre 16°C e 19°C. Os ventos atuam do quadrante sul com valores entre 30 km/h e 50 km/h. Pontualmente, poderão ocorrer rajadas 
de vento acima dos 50 km/h.

Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), existe risco de perigo potencial de chuvas intensas na região norte e centro-oeste de Mato Grosso do Sul neste fim de semana.

QUEDA DE TEMPERATURA

A frente fria com muita nebulosidade que chegou ao Estado no fim da tarde de quinta-feira, em Campo Grande, derrubou a temperatura em 15,1°C dentro de 24 horas.

Segundo o Inmet, a Cidade Morena chegou a registrar máxima de 32,3°C no início da tarde de quinta, temperatura que caiu para 17,2°C no mesmo horário desta sexta-feira.

A mesma variação de temperatura foi verificada em Dourados, município quase 230 km distante da Capital. Às 13h de quinta, os termômetros marcavam 32,9°C, enquanto na sexta caíram para 17,8°C.

Em Ponta Porã, a variação de temperatura foi ainda maior, de 16,8°C no mesmo horário. Por lá, os termômetros foram de 30,4°C para 13,6°C em 24 horas. Corumbá também registrou uma grande queda 
na temperatura, saindo de 35,4°C para 18,8°C – uma variação de 16,6°C.

A tendência é de que as temperaturas caiam ainda mais neste fim de semana. Conforme Cemtec-MS, o tempo continuará instável, com bastante nebulosidade, chuvas e, pontualmente, tempestades – 
e tudo isso em virtude do avanço da frente fria.

As temperaturas máximas ficarão amenas, com valores entre 16°C e 22°C, principalmente na região centro-sul do Estado. Além disso, em razão do avanço do ar frio, poderá ocorrer a chamada mínima invertida, com temperaturas que diminuem ao longo do dia.

Saiba

Na segunda-feira, conforme o Inmet, o tempo em Campo Grande deverá começar chuvoso, com temperatura mínima de 12°C e máxima de 22°C.

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