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CONTROLE DA COVID-19

Mais de dois milhões já passaram por barreiras sanitárias em MS

Barreira em Bataguassu, na divisa com São Paulo, é a mais movimentada do Estado
20/07/2020 17:02 - Fábio Oruê


Mais de dois milhões de pessoas já foram abordadas nas 31 barreiras sanitárias montadas em Mato Grosso do Sul desde o início da pandemia do coronavírus no Estado, em março. Os postos de fiscalização funcionam como mecanismos de prevenção e controle de contaminação do vírus. 

Conforme dados da Comissão de Controle Sanitário de Mato Grosso do Sul (CCS/MS), até ontem (19), 2.038.404 pessoas foram abordadas e 831.931 veículos fiscalizados, entre carros, caminhões, motocicletas e aeronaves. 

Desde número, ao todo, 545 casos suspeitos foram encaminhados para atendimento médico. A maior movimentação foi registrada na barreira de Bataguassu, na divisa com São Paulo, onde 569.982 pessoas foram paradas para entrevista e análise. 

Na sequência aparecem os postos de Três Lagoas/São Paulo (340.204 pessoas), Anaurilândia/São Paulo (114.632 pessoas), Mundo Novo/Paraná (109.965 pessoas) e Sonora/Mato Grosso (103.407 pessoas).

Segundo o presidente da CCS/MS, coronel Hugo Djan, 15 das 31 barreiras sanitárias são de gestão estadual, sendo 13 delas estabelecidas por meio de decreto estadual e duas montadas conforme estratégia de combate ao vírus. As demais barreiras são de responsabilidade dos municípios.

As barreiras com gestão estadual são: Aeroporto de Campo Grande; Anaurilândia (com SP); Aparecida do Taboado (com SP); Bataguassu (com SP); Brasilândia (com SP); Cassilândia (com GO); Chapadão do Sul (com GO); Corumbá (com a Bolívia); Costa Rica (com GO); Mundo Novo (com PR); Naviraí (com PR); Paranaíba (com MG); Selvíria (com SP); Sonora (com MT) e Três Lagoas (com SP).

Postos municipais de fiscalização foram montados em Anastácio, Aquidauana, Bela Vista, Campo Grande, Dois Irmãos do Buriti, Dourados, Guia Lopes da Laguna, Ivinhema, Maracaju e Porto Murtinho.

 
 

Felpuda


Candidato a prefeito em cidade do interior tremeu que só nas bases diante da decisão que tirou a corda do pescoço de adversário, liberando o dito-cujo para disputar a eleição.

Como acreditava que o pleito seria “um passeio”, estava até pensando no modelito que usaria no dia da posse.

Agora, teme nadar, nadar e morrer na beira da praia, deixando o terno pendurado no cabide.