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CAMPO GRANDE

Barreiras da Capital flagraram 8 pessoas com sintomas de Covid-19

Balanço divulgado se refere apenas as seis primeiras horas das barreiras sanitárias
26/05/2020 16:25 - Daiany Albuquerque, Fábio Oruê


 

Nas seis primeiras horas de duração das barreiras sanitárias posicionadas nas entradas de Campo Grande, foram encontradas oito pessoas com sintomas do novo coronavírus. O balanço foi divulgado pelo prefeito da Capital, Marcos Trad (PSD) durante entrevista para divulgar dados da doença na cidade.

Conforme o prefeito, foram 1.577 veículos abordados e 2.500 pessoas examinadas. Das oito que apresentaram sintoma da Covid-19, nenhuma teve resultado positivo para a doença.

“O que nós estamos fazendo é receber quem quer que seja com os cuidados por causa do campo-grandense. Não estamos proibindo ninguém de entrar, pelo contrário, Campo Grande é uma terra acolhedora, generosa, afetuosa, anfitriã, que sabe bem receber todos aqueles que nos visitam. O que nós estamos fazendo é apenas ter a cautela que aqueles que estão vindo de outro município passam por teste para saber se está ou não com o coronavírus, e isso é bom para quem está na cidade e é melhor ainda para aquele que está dentro do veículo e seja confirmado positivamente porque ele vai ser tratado imediatamente”, declarou Trad durante a apresentação dos dados.

São cinco barreiras sanitárias montadas nas entradas da cidade. Estão envolvidos cerca de 200 pessoas na operação, de órgãos do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Ministério Público, Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Guarda Civil Metropolitana (GCM), Secretaria Municipal de Infraestrutura e de Serviços Públicos (Sisep) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Todos os profissionais estão utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). 

A medida, que começou no início da manhã desta terça-feira (26), entretanto, será feita apenas entre hoje e a quarta-feira (27).

 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.