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AFETADA PELO CORONAVÍRUS

Passeata pró-Bolsonaro vira carreata para evitar aglomeração de pessoas

Bolsonaro recomendou que movimento deste domingo fosse "repensado"
15/03/2020 10:11 - Fábio Oruê


Movimento organizado por simpatizantes e reiterado pelo por Jair Bolsonaro previsto para a tarde de hoje (15) em várias capitais do Brasil, foi mantido em Campo Grande. Porém, após pronunciamento do presidente, na quinta-feira (12), em que ele pedia para os movimentos serem “repensados”, os organizadores da manifestação na Capital decidiram por mudá-la de passeata para carreata.

Conforme áudio disseminado por WhatsApp, a organização decidiu por manter o movimento para não cancelar às pressas, em menos de dois dias para a realização. “De carreata ninguém vai estar infringindo nada, porque a gente vai estar cada um no seu carro; não vai ter aglomerações. É uma coisa normal, como você estivesse no trânsito”, disse uma das organizadoras, seguindo uma recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), para evitar aglomerações de pessoas para evitar a propagação do coronavírus. 

A concentração acontece nos altos da Avenida Afonso Pena, em frente a tradicional Casa do Papai Noel, a partir de 16h deste domingo. No ato, também estarão sendo recolhidas assinaturas para a criação do partido Aliança pelo Brasil. 

 
 

BOLSONARO 

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento de rádio e TV na quinta-feira (12) em que pediu que a população brasileira, diante da decretação da pandemia de coronavírus, repensasse a ida às manifestações previstas para este domingo.

“Os movimentos espontâneos e legítimos, marcados para o dia 15 de março, atendem aos interesses da nação. Balizados pela lei e pela ordem, demonstram o amadurecimento da nossa democracia presidencialista e são expressões evidentes de nossa liberdade. Precisam, no entanto, diante dos fatos recentes, ser repensados. Nossa saúde e a de nossos familiares devem ser preservadas”, disse.

 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!