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DIFICULDADE PARA IDENTIFICAR AGLOMERAÇÃO

Bolsonaro proíbe geolocalização via celular

Este método foi semelhante ao adotado pela Coreia do Sul, um dos países com menores taxas de mortalidade.
13/04/2020 16:49 - Da Redação


O Presidente Jair Bolsonaro determinou ao ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação Marcos Pontes a suspensão de medida que previa o monitoramento de celulares para identificar aglomerações e possível redução da propagação do coronavírus. Este método foi semelhante ao adotado pela Coreia do Sul, um dos países com menores taxas de mortalidade.

Segundo apurou o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Bolsonaro determinou ao ministro Marcos Pontes, a suspensão do projeto de compartilhamento de localização de telefones celulares para identificar se há aglomerações e situações de risco de contaminação pelo vírus.

"O que foi proposto pelas empresas de telefonia móvel é uma solução semelhante há que foi adotada pela Coreia do Sul, um dos países com menores taxas de mortalidade pela Covid-19. Mas Bolsonaro, em sua campanha contra o isolamento social, resolveu vetar a geolocalização", diz o colunista. 

O modelo de monitoramento foi adotado pelo governador João Doria de São Paulo, como medida de monitoramento e tentar para conter aglomerações e a consequente propagação do coronavírus. 

Bolsonaro considera excessivas as políticas adotadas pelos governos dos estados e as recomendações de isolamento feitas pelo seu próprio Ministério da Saúde. 

 Bolsonaro disse no domingo (12), durante uma celebração de Páscoa com líderes religiosos, que o novo coronavírus "está começando a ir embora"

 

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.