Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

COVID-19

Brasil registra 165 novas mortes por coronavírus nas últimas 24 horas

Número de mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus chegou a 2.906
22/04/2020 15:34 - Agência Brasil


O Brasil registrou nesta quarta-feira, 22, 165 novas mortes provocadas pelo novo coronavírus e 2.678 novos casos da doença nas últimas 24 horas, segundo informações do Ministério da Saúde A taxa de letalidade está em 6,4%.

Com isso, em todo o País, o número de mortes de pessoas infectadas pelo novo coronavírus chegou a 2.906, com um total de 45.757 casos confirmados. Até terça-feira, o número total era de 2.741 vítimas fatais e 43.079 casos confirmados.

Embora previsões do Ministério da Saúde indiquem que o mês de maio será a pior fase da doença no país, ao menos sete Estados - Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Espírito Santo, Paraíba, Sergipe e Tocantins - e o Distrito Federal já afrouxaram desde a semana passada o isolamento social, imposto para conter o avanço do novo coronavírus.

Além desses, outros Estados já planejam a reabertura gradual da economia após a quarentena. No Rio, o governador Wilson Witzel (PSC) debate amanhã possível flexibilização. No início do mês, ele havia retirado restrições para 30 cidades que não registravam casos.

Em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) anunciou hoje, durante coletiva de imprensa, a reabertura gradual da economia em algumas cidades do Estado, sob o "Plano São Paulo", a partir do próximo dia 11, mas afirmou que a quarentena em vigor no Estado poderá ser prorrogada para depois dessa data.

"Não estamos dizendo que vamos deixar de ter quarentena depois de 10 de maio. Teremos o Plano São Paulo, que vai estabelecer áreas, setores, que poderão ser distendidos, e outros não. É bom deixar claro que não estamos dizendo aqui que depois de 10 de maio não teremos quarentena", afirmou Doria.

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!