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CORONAVÍRUS

Sem idosos e crianças, velórios na Capital deverão ter caixão lacrado

Medidas são adotadas para vítimas do Covid-19
04/04/2020 12:15 - Izabela Jornada


 

Prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD) estabelece normas da Anvisa para os velórios na Capital. Idosos e crianças não estão autorizados a participar das reuniões fúnebres e os caixões deverão ser lacrados. As normas foram divulgadas por meio de decreto publicado no Diário Oficial (Diogrande) da última sexta-feira (4).

Os velórios só podem ser feitos em locais com grande ventilação, adotando as medidas de assepsia (desinfecção), evitando grandes aglomerações e que sejam breves.

Os caixões devem ser mantidos fechados durante todo o funeral, para evitar contato físico com o corpo.

As normas e orientações foram divulgadas pela Associação Brasileira de Empresas e Diretores de Setor Funerário, publicada no dia 16 de março de 2020.

Devido ao atual contexto epidemiológico, caso haja funeral, deverão ocorrer com o menor número possível de pessoas, preferencialmente, apenas os familiares mais próximos, para diminuir a probabilidade de contágio do vírus SARS-CoV-2 (Covid-19) entre as pessoas que participarão da reunião. Os participantes devem respeitar o distanciamento físico (maior que 1 metro), além de adotarem a higiene respiratória/etiqueta da tosse (cobrir nariz e boca ao tossir e espirrar com a parte interna do braço ou usar lenços de papel descartáveis e sempre realizar a higiene das mãos) durante a cerimônia.

Os apertos de mãos e qualquer tipo de contato físico continuam sendo uma das maneiras de se infectar pelo vírus e por esse motivo, eles devem ser evitados.

Devem estar disponíveis condições para a higiene das mãos de todos que participam do funeral (água e sabonete líquido e álcool em gel a 70%).

Os encarregados de colocar o corpo na sepultura, em pira funerária, etc. devem usar luvas e higienizar as mãos com água e sabonete líquido, após retirada das luvas.

AUTÓPSIA

De acordo com as orientações da Anvisa, para a realização de autópsias, devem ser seguidos os procedimentos de segurança já definidos para as doenças respiratórias agudas. Se o paciente morreu durante o período infeccioso da Covid-19, os pulmões e outros órgãos ainda podem conter vírus vivos e a proteção respiratória adicional é necessária durante procedimentos com geração de aerossóis (por exemplo, quando são utilizadas serras elétricas ou quando é realizada a lavagem de intestinos).

Devido ao risco ocupacional, não se recomenda a realização de autópsia em cadáver de pessoas que morreram com Covid-19, visto que expõem a equipe a riscos adicionais que deverão ser evitados. No entanto, se a autópsia for indispensável, os serviços deverão garantir medidas de segurança para proteger aqueles que realizarão a autópsia.

Para realizar o transporte, o corpo deve estar em saco impermeável, à prova de vazamento e selado. Deve-se desinfetar a superfície externa do saco (pode ser utilizado álcool líquido a 70o, solução clorada [0.5% a 1%], ou outro saneante desinfetante regularizado junto a Anvisa), tomando-se cuidado de não usar luvas contaminadas para a realização desse procedimento.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!