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SEM ALTERAÇÕES

Camelódromo não irá para antiga rodoviária

Camelódromo não irá para antiga rodoviária

Redação

04/02/2010 - 06h12
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A Prefeitura de Campo Grande desistiu de transferir o camelódromo para o condomín io do Terminal Rodoviário Heitor Eduardo Laburu, desativado no último domingo em função do início das operações da nova rodoviária, na região da saída para São Paulo. A informação é do vice-prefeito e secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia e do Agronegócio, Edil Albuquerque, que explicou que a opção foi descartada porque muitos comerciantes reclamaram e afirmaram que não queriam deixar o espaço localizado na Avenida Afonso Pena. Conforme o vice-prefeito, a transferência seria uma alternativa “rápida” para ocupar as 236 lojas do condomínio, mas os comerciantes convenceram o prefeito a desistir da ideia. “Eles estão convivendo harmonicamente com o mercadão (municipal) e se o camelódromo mudar vai prejudicar o mercado. Existe uma associação de interesses e a maioria não quer mudar, então o prefeito Nelsinho descartou a possibilidade e o camelódromo permanece no mesmo lugar”, garantiu. Alternativas Após desistir de transferir o camelódromo, segundo Edil, a prefeitura voltará a negociar com algumas instituições para que, a médio prazo, consiga resolver o problema de ocupação do prédio. Ele disse que a Federação da Indústria de Mato Grosso do Sul (Fiems), por exemplo, poderia adquirir uma das salas de cinema para oferecer os treinamentos do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e do Serviço Social do Comércio (Sesc). Ainda nesta semana, o secretário irá apresentar as instalações ao presidente da federação, Sérgio Longen. Já a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) estaria pleiteando o espaço para instalar a Faculdade de Direito, já que até agora não conseguiu a doação de dois hectares no Parque dos Poderes para a implantação do curso. A Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismos de Mato Grosso do Sul (Fecomércio) também está negociando com a prefeitura, segundo Edil. “Não podemos esquecer do entorno da rodoviária, que vai sofrer com a falta de movimento do terminal, então a decisão tem que ser tomada com calma e a iniciativa privada tem que ter paciência para resolver”, ressaltou o vice- prefeito, explicando que no antigo terminal será organizada a saída de ônibus fretados e de turismo para que a prefeitura possa ter o controle desses veículos e de suas viagens. O ônibus especial de turismo de Campo Grande, o City Tour, também passará a embarcar passageiros na estação desativada e não mais na Morada dos Baís, na Afonso Pena.

Cidades

MS tem 4,7 milhões de hectares de pastagens degradadas passíveis de recuperação

Tema está sendo debatido em encontro realizado pelo Ministério da Agricultura

24/07/2024 12h30

Arquivo.

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Uma pesquisa, realizada pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que Mato Grosso do Sul tem 11,8 milhões de hectares de área degradada, sendo 4,7 milhões destes hectares correspondentes a áreas passíveis de recuperação.

A área a ser recuperada é maior do que a utilizada para o plantio de soja em todo o Estado, que é de aproximadamente 4,1 milhões de hectares, e supera em mais de 100% a área plantada de milho, que é de aproximadamente 2,2 milhões de hectares na 2ª safra deste ano. Os dados são do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Projeto Siga-MS) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) 

Pensando em buscar medidas para amenizar as áreas degradadas em Mato Grosso do Sul, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está realizando em Campo Grande, nesta quarta-feira (24), uma Oficina sobre as Ações de Recuperação e Conversão de Áreas Degradas.

O evento reúne gestores públicos e de instituições ligadas ao setor agropecuário sul-mato-grossense, com o objetivo de identificar quais são os municípios e áreas prioritárias a serem recuperadas, além de compartilhar conhecimentos e pensar ações e formas de investimento a serem adotadas para apoiar o agricultor, para que ele possa investir na recuperação dos pastos.

As atividades serão definidas a partir das diretrizes do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) e das metas do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária 2020-2030 (Plano ABC+). 

A oficina acontece até as 18h, no auditório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) – Av. Desembargador José Nunes Da Cunha S/N - Bloco Parque dos Poderes, Campo Grande (MS).

Recuperação de pastagens degradadas
no Pantanal custaria quase R$ 16 bilhões

Conforme noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, um estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em outubro de 2022, apontava que seriam necessários R$ 15,96 bilhões para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem do Pantanal que apresentam algum nível de degradação.

O levantamento mostrava ainda que 50% das áreas de pastagem do bioma apresentavam degradação severa, 35% degradação moderada, e apenas 15% não apresentavam degradação.

A avaliação do nível de degradação é necessário para calcular o nível de intervenção necessário para a recuperação.

“Por exemplo, áreas em estágios iniciais de degradação exigem menor intervenção e menores custos operacionais a fim de conter a redução da produtividade. Por outro lado, se o processo de degradação se encontra em estágio avançado, são necessárias ações mais intensivas e dispendiosas, uma vez que, o alto grau de degradação compromete a capacidade de manter a produção e a qualidade da forragem e a resistência aos efeitos nocivos de doenças, pragas e plantas invasoras", explicou Sabrina de Matos Carlos, pesquisadora do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas à época.

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TEMPO

Tempo seco: 12 municípios de MS registraram umidade do ar abaixo de 20%

Inmet divulgou alerta amarelo e laranja de baixa umidade do ar para os 79 municípios do Estado

24/07/2024 12h15

Tempo seco requer cuidados, como tomar muita água

Tempo seco requer cuidados, como tomar muita água MARCELO VICTOR

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Doze municípios de Mato Grosso do Sul registraram umidade relativa do ar abaixo de 20% nesta terça-feira (23), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Além disso, três cidades sul-mato-grossenses estiveram entre as nove mais secas do País. Corumbá (14%), Jardim (14%) e Miranda (14%) ocupam as posições 7ª, 8ª e 9ª no ranking nacional, respectivamente.

Confira o ranking dos municípios mais secos de MS nesta terça-feira (23):

 

POSIÇÃO ESTADUAL

POSIÇÃO NACIONAL

MUNICÍPIO

ÍNDICE DE UMIDADE

Corumbá

14%

Jardim

14%

Miranda

14%

13º

Porto Murtinho

15%

18º

Coxim

16%

21º

Três Lagoas

16%

22º

Nhumirim

17%

25º

Sonora

17%

26º

Água Clara

17%

10º

27º

Campo Grande

18%

11º

35º

Sidrolândia

18%

12º

45º

Paranaíba

19%

Temperaturas acima dos 30ºC se tornaram rotina, em pleno inverno, em Mato Grosso do Sul.

Massa de ar quente e seca, que atua no Estado, causa calorão, sol quente, altas temperaturas, tempo seco, céu limpo, baixa umidade relativa do ar e ausência de chuvas.

O Inmet divulgou alerta amarelo (perigo potencial) e alerta laranja (perigo) de baixa umidade relativa do ar para os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Isto significa que a umidade irá variar entre 12% e 30%. Há risco de incêndios florestais e à saúde.

Umidade relativa do ar é a quantidade de água em forma de vapor dispersa pelo ar. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade indicada é de no mínimo 60%. O instrumento utilizado para medir a umidade é o higrômetro.

RECOMENDAÇÃO

De acordo com o Ministério da Saúde, o tempo seco requer cuidados aos sul mato-grossenses. Confira as recomendações:

  • Não praticar exercícios físicos durante as horas mais quentes do dia
  • Evitar exposição ao sol das 9h às 17h
  • Usar protetor solar
  • Beber muita água
  • Usar roupas finas e largas, de cores claras e tecidos leves (de algodão)
  • Não fazer refeições pesadas
  • proteger-se do sol com chapéus e óculos de proteção
  • Manter o ambiente arejado, com umidificador de ar, ventilador, toalhas molhadas, baldes cheios d’água e ar condicionado

Para reduzir os impactos da baixa umidade do ar na saúde, a biomédica Patrícia Pacheco afirma que se manter bem hidratado é fundamental. “Beber bastante água é essencial para manter o corpo e as membranas mucosas hidratados. Isso pode ajudar a evitar o ressecamento da pele, dos lábios e das vias respiratórias”, explica Patrícia, que também é coordenadora do curso de Biomedicina da Estácio Campo Grande.

Por último, a professora da Estácio destaca que consumir uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes, verduras e alimentos nutritivos, pode ajudar a fortalecer o sistema imunológico. “Além disso,  a alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários para manter uma pele saudável e vias respiratórias em boas condições”, finaliza.

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