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SOLIDARIEDADE

Campanha arrecada mantimentos para ribeirinhos de MS

Com pandemia, famílias sofreram com o impacto econômico e precisam de auxílio
20/05/2020 11:51 - Da Redação


 

Os efeitos da pandemia no cotidiano da população ribeirinha de Mato Grosso do Sul são descritos pela secretária da Colônia de Pescadores de Miranda, Janete Correa, como "desesperadora". Segundo a representante, muitos moradores tentaram receber o auxílio emergencial do Governo Federal, mas não tiveram seus pedidos atendidos.  “Já tentaram de novo para a análise e essa análise nunca sai se está aprovado ou não”, diz a secretária. 

Conscientes dessa situação, a ação "Comitiva Esperança" busca arrecadar mantimentos para as famílias em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa espontânea de cidadãos e instituições de Mato Grosso do Sul começou, na última semana, sua atuação na assistência humanitária às comunidades isoladas do Estado. Com apoio da Colônia de Pescadores de Miranda, foram enviados alimentos a comunidades pantaneiras de difícil acesso, na região de Miranda, a 202 quilômetros da capital. Até a última entrega, 120 pessoas foram atendidas pelo projeto. 

Desde que tiveram início as medidas de distanciamento social, as pequenas comunidades ribeirinhas da região tiveram graves impactos sociais, intensificados pela dificuldade de acesso às regiões mais afastadas. Além de alimentos, as famílias precisam de produtos de limpeza, higiene pessoal e até informações de combate ao vírus, como a necessidade do uso de máscara para evitar a contaminação pelo novo coronavírus. 

Quem quiser colaborar pode realizar doações por meio do site oficial do projeto www.comitivaesperanca.com.br.  O projeto conta com parcerias da ONG Ecoa, empresa Angi, APA Baía Negra, Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural e Projeto Mídia Ciência de Jornalismo Científico. Informações também pelo Instagram @comitiva.esperanca. 

Felpuda


Conversas muito, mas muito reservadas mesmo tratam de possível mudança, e não pelo desejo do “inquilino”.

Por enquanto, e em razão de ser um assunto melindroso, os colóquios estão sendo com base em metáforas.

Até quando, não se sabe, pois o que hoje é considerado tabu poderá se tornar assunto em rodinhas de conversas.

Como dizia o célebre Barão de Itararé: “Há mais coisas no ar, além dos aviões de carreira”. Só!