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Campo Grande recebe evento sobre investimento de imigração nos EUA

Campo Grande recebe evento sobre investimento de imigração nos EUA

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Especialistas realizam reuniões privadas sobre como obter Green Card como investidor por meio do Programa de Visto EB-5 americano.

O evento EB5 Meeting Day chega a Campo Grande para educar investidores interessados em saber como funciona na prática o processo de investimento para obter o visto EB-5, que dá direito ao Green Card norte-americano.

Por intermédio de reuniões semiprivadas de consultoria informativa gratuita, que acontecem de hora em hora, no dia 23 de setembro de 2019, das 8h às 16h, no Hotel Deville Prime, em Campo Grande (MS), os participantes poderão tirar todas as suas dúvidas específicas diretamente com especialistas americanos e brasileiros.

Na ocasião, estará presente o cofundador e diretor-geral do Centro Regional Civitas Capital Group, Rafael Anchia, que virá diretamente de Dallas, Texas, para participar do evento e conversar com investidores e famílias sobre o processo do visto, o que ele oferece aos investidores estrangeiro e projetos de investimento de imigração atuais.

Civitas é uma das empresas mais experientes do mercado americano, credenciada pela imigração para trabalhar como centro regional dentro do Programa EB-5. Durante toda sua trajetória, vem administrando recursos de investidores do mundo todo, aplicados em projetos desenvolvidos em várias regiões, tais como Dallas, Houston, New York, New Jersey, entre outras.

Lylian Loureiro, immigration advisor, é uma especialista brasileira que trabalha com o EB-5 desde 2013 e que acompanhará Rafael Anchia nos atendimentos que ocorrem de hora em hora, de forma gratuita, porém, mediante agendamento prévio. Serão abordados, entre outros temas, qual o visto correto para emigrar para os Estados Unidos e quais os requisitos e as exigências do Programa de Vistos EB-5, para um processo imigratório legal e seguro, por meio de investimentos, a fim de obter o Green Card para cônjuge e filhos solteiros menores de 21 anos.

Cresce investimento nos EUA em processo imigratório com visto EB-5

Lylian Loureiro, sócia da empresa EB5 para Brasileiros, tem observado crescente interesse de brasileiros em mudarem com a família para os Estados Unidos, garantindo o Green Card por meio de investimentos.

Nos últimos anos, de acordo com o relatório “Immigrant Visas Issued and Adjustments of Status”, os brasileiros têm demonstrado cada vez mais interesse pelos vistos EB-5: foram 34 vistos em 2015; 150 em 2016; 282 em 2017; e 388 em 2018. Ou seja, houve um aumento de 1.041% entre 2015 e 2018.

Sobre o Programa EB-5

Para obter o visto EB-5, um estrangeiro precisa investir um mínimo atual de US$ 500 mil em projetos produtivos e geradores de empregos americanos. Com esse tipo de visto em mãos, um brasileiro pode obter o Green Card, que permite o status de residente permanente nos EUA. A partir do fim de novembro de 2019, o valor mínimo aumentará para US$ 900 mil, seguindo nova regulamentação da imigração americana, aprovada em julho de 2019.

Os centros regionais EB-5

São empresas americanas especializadas na gestão dos recursos de investidores estrangeiros.

Serviço:

Reuniões privadas (agendamento prévio obrigatório)
Data: 23 de setembro de 2019 (segunda-feira)
Horário: a partir das 8h, agendamento de hora em hora, até as 16h
Local: Hotel Deville Prime, na Avenida Mato Grosso, 4.250 - Campo Grande (MS)
Agende sua reunião pelo link: EB5 Meeting Day - Campo Grande
Mais Informações: [email protected] / (11) 99441-4011 (WhatsApp)

EB5 Meeting Day

Confira a nossa agenda completa de eventos no Brasil e participe: www.eb5parabrasileiros.com.br

EM CAMPO GRANDE

Avô é preso por estupro de vulnerável de três netas

Homem tinha a casa como ponto de pregação religiosa, em que ele atuava como pastor evangélico

13/02/2026 10h45

Fachada da DEPCA - (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e Adolescente)

Fachada da DEPCA - (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e Adolescente) FOTO: Divulgação PCMS

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Na manhã da última quinta-feira, a Polícia Civil por meio da Delegacia de Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) prendeu um homem de 63 anos, suspeito de estuprar três meninas que eram netas de consideração dele. O registro das ocorrências é do ano passado e desse ano.

Segundo as informações, o homem tinha vínculo de "avôdrasto" e se aproveitou da proximidade familiar para agredir sexualmente as crianças, todas menores de idade na época. O processo de investigação e localização do acusado iniciou após as três ocorrências serem registradas.

A DEPCA então solicitou ao Poder Judiciário a prisão preventiva pela gravidade dos fatos, principalmente, devido o acesso do criminoso à vida das vítimas. Na casa em que morava, o agressor ainda utilizava o local como espaço de ponto de pregação religiosa, em que agia na função de pastor evangélico.

A prisão aconteceu no Bairro da Vila Romana, em Campo Grande, onde o suspeito foi conduzido à DEPCA para formalizar o cumprimento do mandado de prisão e investigação dos casos. Ainda foi apreendido um telefone celular encaminhado a análise pericial para compor o conjunto de provas.

O suspeito foi enquadrado na conduta do Artigo 217, por estupro de vulnerável, com incidência no Artigo 226, devido a relação de autoridade familiar sobre as vítimas.

Canais de denúncia:

Telefone/Plantão (Campo Grande): (67) 3323-2500 ou (67) 3323-2510;
Endereço: Rua 25 de Dezembro, 474, Centro, Campo Grande – MS.
E-mail: [email protected].
Horário de atendimento: segunda a sexta, das 07h30 às 17h30, com plantão em casos de emergência. 

Disque 100 - Direitos Humanos
Disque 181 - Denúncia Online (anônima)
Delegacia Virtual (Devir): http://devir.pc.ms.gov.br;
190 - Polícia Militar

Toda vítima de estupro tem direito a atendimento gratuito e sigiloso no SUS, incluindo apoio psicológico e exames.

rodovia BR-262

Desconto de R$694,46 garante licitação de 11,7 milhões à empreiteira

Processo busca empresa para execução de obras de recuperação estruturais da ponte que fica sobre o Rio Paraguai, em trecho na região do município de Corumbá

13/02/2026 10h15

Ponte sobre o Rio Paraguai em Corumbá tem graves anomalias, segundo Defesa Civil

Ponte sobre o Rio Paraguai em Corumbá tem graves anomalias, segundo Defesa Civil Foto: Divulgação/Agesul

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Em Mato Grosso do Sul a licitação para reforma da ponte sobre o Rio Paraguai está prestes à ser finalizada, obra essa de mais de R$11 milhões que deve ser garantida graças a um desconto menor que 695 reais oferecido por uma das empreiteiras na disputa de lances. 

Através da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), foi divulgado nesta sexta-feira (13), por meio do Diário Oficial Eletrônico do Mato Grosso do Sul (DOE-MS), o dito aviso de reabertura da sessão de diligências. 

Essa licitação, vale lembrar, busca uma empreiteira para execução de obras de recuperação estruturais da ponte que fica sobre o Rio Paraguai, em trecho da rodovia BR-262, na região do município de Corumbá. 

Ponte sobre o Rio Paraguai em Corumbá tem graves anomalias, segundo Defesa Civil Reprodução/DOE-MS

Se lançado olhar na disputa de preços em si, conforme consta no registro da ata eletrônica da licitação, nessa concorrência entre Águia Construtora; Engr Engenharia e Consultoria e a 2SS Construções, a primeira empreiteira se destacou no critério de menor preço, segundo estabelece o próprio edital do certame. 

Entretanto, no universo do montante de R$ 11.728.608,10 orçado pela Agesul para a execução das obras, a oferta da Água Construtora (R$11.727.913,64) seria um desconto de apenas R$694,46 para tentar faturar a execução das obras sobre a ponte do Rio Paraguai. 

Relembre

Além das três empreiteiras já citadas, a Andrade Construções Ltda. também chegou a manifestar interesse, porém foi inabilitada por "não atender aos requisitos referentes à qualificação técnica profissional e operacional, conforme o parecer técnico". De todas, apenas a 2SS Construções, com sede em Barueri (SP), não é sul-mato-grossense. 

Em novembro do ano passado, no dia 26, foi lançada a licitação em busca de quem possa assumir essa empreitada no trecho da BR-262 em região próxima da Cidade Branca de Corumbá. 

Entretanto, esse certame chegou inclusive a ser suspenso três dias antes do prevista para abertura dos envelopes contendo as propostas das empreiteiras, após equipe técnica do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS) constatar “inconsistências e lacunas” em alguns pontos. 

Diante das possíveis irregularidades no Estudo Técnico Preliminar (ETP) e no Projeto Básico, o conselheiro Sérgio de Paula determinou a aplicação de medida cautelar que terminou na suspensão do processo licitatório até a regularização. 

Passados aproximadamente onze dias da suspensão da licitação por parte do TCE, a Agesul divulgou a retomada do processo licitatório, marcando abertura dos envelopes da disputa para 16 de janeiro, conforme ocorrido normalmente nesse caso. 

Prejuízo

As más condições da ponte não são uma novidade recente, já que o trecho chegou a ficar com sistema de pare-siga em uma interdição parcial por mais de um ano. A previsão inicial do Executivo do Estado seria um gasto de R$6 milhões para recuperar a estrutura.

Apesar dos recentes esforços em busca da reestruturação, por mais de uma década, desde 2008, essa estrutura contou inclusive com pedágio onde apenas uma pequena fatia era repassada ao Governo do Mato Grosso do Sul, com a única obrigação da empresa sendo justamente a manutenção da ponte. 

Apesar do faturamento milionário, o contrato com a Porto Morrinho foi encerrado em 15 de maio de 2023, cerca de oito meses após encerramento do pedágio, ocasião em que a empresa devolveu a ponte Poeta Manoel de Barros sem condições plenas de uso. 

Conforme balanço, com tarifa de R$14,10 para carro de passeio ou eixo de veículo de carga, apenas em 2022 a cobrança do pedágio rendeu R$2,6 milhões por mês, aproximadamente R$21 milhões somente nos oito primeiros meses do ano em questão. 

Já em 2021, o faturamento médio mensal ficou estimado em R$2,3 milhões, quando cerca de 622 mil veículos pagaram pedágio, sendo os caminhões para transporte de minério os responsáveis por grande parte desse fluxo.

Com início em dezembro de 2008, foram 14 anos de duração do contrato, que rendeu em torno de R$ 430 milhões, considerando o faturamento do último ano de concessão, sendo que, mesmo após parar de cobrar pedágio, a Porto Morrinho continuou cuidando da ponte, entre setembro de 2022 até maio de 2023.  Neste período, recebeu indenização milionária, de pouco mais de R$ 6 milhões. 

 

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