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Capital pede R$ 400 milhões no PAC 2

Capital pede R$ 400 milhões no PAC 2

Redação

27/03/2010 - 04h16
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A Prefeitura de Campo Grande quer convencer o Governo Federal a destinar R$ 400 milhões da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (o PAC 2) para custear obras de infraestrutura e mobilidade urbana. O PAC 2 será lançado pelo presidente Lula no próximo dia 29. O pacote de obras que a prefeitura quer contemplar com o dinheiro federal inclui projetos como o do recapeamento de todas as ruas da área central, das principais avenidas que são corredor de transporte, abertura de uma segundo acesso à região das Moreninhas, o prolongamento da Norte- Sul, além do conjunto Estrela do Sul, onde vai chegar com o PAC Segredo, em execução. Ao se reunir na última quinta- feira à noite com comerciantes, o prefeito Nelsinho Trad ouviu queixas sobre o estado de conservação do pavimento de algumas ruas centrais. Ele mostrou confiança em que obras como o recapeamento da Avenida Afonso Pena e de ruas como a 13 de Maio, cobradas durante o encontro, sejam viabilizadas com os recursos federais do PAC-2 reservados para a mobilidade urbana. “Pedimos a Brasília o que seria o ideal em termos de investimento, para tentarmos alcançar o possível”, destacou o prefeito, admitindo que nem tudo o que está sendo reivindicado será contemplado pelo Governo Federal. Obras programadas Na relação das obras que a Prefeitura quer executar com o dinheiro do PAC 2, estão projetos como o recapeamento, implantação de drenagem em toda a extensão da Avenida Guaicurus e seu prolongamento até a Avenida Günter Hans, proximidades da Coophavila II. Também está no mesmo pacote a revitalização das avenidas das Bandeiras e Bandeirantes, além da drenagem dos bairros Jockey Club, Vila Progresso e Marcos Roberto. “Junto com a drenagem, boa parte da pavimentação desses bairros terá de ser refeita”, explica o secretário de Infraestrutura, João Antonio De Marco. Hoje quem mora no Marcos Roberto, especialmente na região abaixo da Rua Japão, enfrenta problemas de alagamento provocados pela enxurrada que vem das áreas mais altas. Parte da região fica num fundo de vale, onde o lençol freático é alto. “A drenagem que existe não foi dimensionada para absorver tanta água”, observa o secretário. Outra frente de obra prevista é a urbanização do córrego Lageado, com a abertura de um parque linear que vai do Bairro Universitário, passando pelo Santo Eugênio. Julio de Castilhos Nos próximos dias, a Prefeitura licita a obra de revitalização da Avenida Júlio de Castilhos, orçada em R$ 9 milhões, viabilizada com dinheiro de um financiamento do BID. O projeto assemelhase com o que foi executado na Avenida Eduardo Elias Zahran e vai ser dividido em etapas para diluir o impacto da interdição da via.

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BNDES financia R$ 1,98 bi para Bram construir 6 navios de apoio fretados pela Petrobras

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bi

21/01/2026 19h00

Sede da Petrobrás

Sede da Petrobrás Imagem: Agência Petrobras

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 1,981 bilhão para a Bram Offshore Transportes Marítimos construir seis embarcações híbridas de apoio marítimo à produção offshore de petróleo e gás, que serão afretadas pela Petrobras, informou o banco nesta quarta-feira, 21.

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bilhões.

Já as embarcações de apoio financiadas pelo BNDES decorrem de contratos da Petrobras para afretamento por 12 anos, e serão utilizadas para o transporte de suprimentos entre as plataformas de perfuração ou produção em alto mar e as bases em terra. A construção será no Estaleiro Navship, em Navegantes, Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina.

A propulsão dos navios será híbrida, do tipo diesel-elétrica, com bancos de baterias que fornecerão energia suficiente para que, sem outra fonte, sejam capazes de manter a embarcação em posição por um tempo preestabelecido. Também serão dotadas de conector elétrico capaz de receber energia diretamente do porto, quando atracadas.

"O apoio do BNDES contribui para desenvolver e capacitar com emprego de tecnologias mais avançadas o parque nacional de estaleiros, a partir da produção de embarcações com banco de baterias e motores elétricos, que reduzem as emissões de gases de efeito estufa", afirmou em nota o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Segundo o BNDES, os recursos virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A Bram vai adquirir, até julho de 2028, 6 embarcações da classe PSV 5000. Com o projeto, a expectativa é de criação de 620 empregos diretos no estaleiro durante a construção das embarcações e de 190 empregos diretos na Bram na fase operacional delas.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, no Estaleiro Navship, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em cerimônia com a presença da diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.

"Esse tipo de investimento só acontece em um País que voltou a ter estabilidade econômica e confiança para investir. O resultado não poderia ser melhor: estaleiros cheios, mais de 50 mil empregos gerados no setor em 2025 e o fortalecimento da nossa economia", disse na ocasião o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda é uma empresa do grupo americano Edison Chouest, de capital fechado, com presença no Brasil desde 1991. Atualmente, é a maior companhia de apoio offshore do país, operando uma frota de 77 embarcações.

Ponta Porã

Fronteira: PF deflagra operação contra uso irregular de substâncias químicas

Investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque

21/01/2026 18h20

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (21), uma operação contra empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias química, ação realizada em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.

A investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque, que transportavam líquido transparente identificado como NAFTA, comumente empregada na adulteração de combustíveis. 

A ação contou com o apoio de fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cumpriu mandados de busca e apreensão e a suspensão de atividades ilegais.

Operação visa prevenir práticas ilícitas, proteger o consumidor e fortalecer a coleta de provas para o aprofundamento das investigações. As apurações seguem em andamento, sob sigilo.

A substância apreendida estava em desacordo com as notas fiscais. Há indícios de que o líquido era carregado e armazenado clandestinamente em imóveis ligados às empresas investigadas.

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