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SEQUESTRO NO TIRADENTES

“Eu preciso dela de volta”, diz irmã de Carla, sequestrada na porta de casa em Campo Grande

Carla foi sequestrada e família não tem notícias desde terça-feira
02/07/2020 18:00 - Fábio Oruê


“Todo mundo aflito. O coração apertado só em busca de notícias dela”: é como descreve Camila Santana, sobre a angústia da falta da irmã Carla Santana, de 25 anos, levada da frente de casa, no Bairro Tiradentes, em Campo Grande, no começo da noite de terça-feira (30). 

A mãe de Carla e Camila é a que mais sente pela falta da filha. “Minha mãe está angustiada; preocupada [...] Pedindo pelo amor de Deus para devolver a filha dela”, contou ela. Carla mora com a mãe e é caseira. 

Carla é muito caseira, muito difícil de sair. Ela não trabalha, não está estudando, ela só fica em casa cuidando da minha filha com a minha mãe”, disse Camila, explicando que a irmã é uma “menina doce”. 

A família não entende o que houve para alguém fazer o que fez. Carla não tem desavenças com ninguém e não estava namorando. “A gente [família] não tinha nenhuma reclamação sobre ela”, revelou a irmã ao Correio do Estado

 
 

 O SEQUESTRO 

Camila não estava na casa no momento que Carla foi sequestrada e recebeu a notícia da própria mãe, que estava desolada. “Minha mãe me ligou chorando; desesperada que minha irmã tinha sido roubada”, descreveu ela.

Segundo informações, a mãe de Carla disse em depoimento que estava dentro de casa quando ouviu a filha gritar em frente a residência, dizendo que estava sendo roubada e colocada dentro de um carro.

“Ela gritava muito pedindo socorro: “Mãe, socorro. Eu ‘tô’ sendo roubada”, contou Camila. 

Carla havia saído para ir ao supermercado com uma amiga que mora na mesma rua. Após deixar a amiga em casa, seguiu para a própria residência. “Chegando de frente do nosso portão ela começou a gritar pedir por socorro”, disse.  

Quando ouviu os gritos, a mãe então se apressou e saiu no portão, mas já não encontrou a filha e também não conseguiu ver nenhum veículo próximo. Não havia ninguém na rua para testemunhar o sequestro e pode ajudar na elucidação do caso. 

Quando saiu para fora, a mãe encontrou somente o celular da moça, um chaveiro, o café comprado no mercado e os chinelos da jovem caídos no chão. 

O Grupo de Operações e Investigações Especiais (GOI) foi acionado e fez o atendimento da chamada, além de apoiar o desenrolar do caso. Agora, a Delegacia de Homicídios (DEH) tenta achar o paradeiro de Carla e possíveis suspeitos do sequestro. 

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!