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SUSTO

Celular da ex-ministra da Casa Civil some por uma hora

Celular da ex-ministra da Casa Civil some por uma hora
12/03/2014 06:00 - FOLHAPRESS


Ex-ministra da Casa Civil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) passou um susto ontem (11) no Senado. O celular da petista sumiu dentro do plenário, na bancada onde ela costuma se sentar. Gleisi chegou a mobilizar assessores para registrar ocorrência na polícia do Senado, mas encontrou o aparelho cerca de uma hora depois.

A confusão começou depois que Gleisi, ao perceber a ausência do telefone, iniciou uma busca no plenário da Casa pelo aparelho. Sem sucesso, ela foi ao seu gabinete procurar o iPhone que também não foi encontrado. Assessores da petista ainda vasculharam a liderança do PT, onde ela tinha estado mais cedo, e o banheiro localizado dentro do cafezinho do plenário.

Ninguém encontrou o aparelho, que ficou cerca de uma hora desaparecido. Um assessor da senadora encontrou o telefone na própria bancada onde tinha sumido, para alívio da ex-ministra.

"Eu sou meio desorganizada, daquelas que deixa bolsa aberta. Deixei o celular em cima da minha bancada [no plenário] e sumiu. Acho que devem ter feito uma brincadeira para me dar um susto", afirmou.

Alertada por jornalistas de que seu aparelho tinha informações importantes, por ser a ex-ministra chefe da Casa Civil, Gleisi pediu a uma assessora para bloquear a linha o que não chegou a acontecer porque ela encontrou o aparelho pouco depois.

Em meio à confusão, policiais legislativos do Senado sugeriram o registro da ocorrência para rastrear as imagens do plenário, que poderiam mostrar o responsável pelo sumiço. Como o aparelho apareceu, Gleisi desistiu de registrar a ocorrência.

Ao final do episódio, a petista disse acreditar numa "brincadeira" de alguém que quis "dar um susto". Ela não descarta a possibilidade de algum assessor, ou mesmo senador, ter levado o aparelho por engano e depois devolvido. No plenário, Gleisi senta ao lado dos senadores Roberto Requião (PMDB-PR) e Álvaro Dias (PSDB-PR), os três do mesmo Estado.
 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.