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COVID-19

Com assessor doente, prefeito de Campo Grande testa negativo para coronavírus

Robson Gatti está internado no Hospital da Cassems desde sábado
17/03/2020 16:11 - Yarima Mecchi


 

Com irmão Nelson Trad (PSD), senador da República, e o assessor Robson Gatti (PSD) testado positivo para o novo coronavírus (Covid-19), o prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), também realizou o exame e o resultado foi negativo para a doença. Nelson mora em Brasília e teria contraído o vírus durante a viagem aos Estados Unidos da América (EUA) com o presidente Jair Bolsonaro.  

Robson Gatti, de 46 anos, assessor do prefeito de Campo Grande, deu entrada no Hospital da Cassems no último sábado (15) e permanece na unidade de saúde. O senador Nelson está em sua residência em Brasília e não se encontrou com o prefeito quando voltou da viagem presidencial.  

Marcos afirmou que não será necessário fazer a contraprova do exame porque o resultado deu negativo. “Só há contraprova quando o resultado é inconclusivo. Não é nosso caso”, disse Trad, questionado se mais algum funcionário da prefeitura realizou o exame, ele não respondeu à reportagem.

A senadora Simone Tebet e o deputado estadual, e seu esposo, Eduardo Rocha, também fizeram o teste, mas ainda aguardam o resultado.  

Negativo  

Os deputados federais Fábio Trad (SD) e Rose Modesto (PSDB) testaram negativo para o Covid-19. Resultado da deputada foi divulgado nas redes sociais da parlamentar. “Muito obrigada pelas mensagens de apoio, carinho e orações, testou negativo o exame que eu fiz”, diz parte da mensagem da deputada.

Rose Modesto, como muitos outros parlamentares, tiveram contato com o senador Nelson Trad Filho (PSD) que foi diagnosticado com a doença. “Desde sexta-feira (13) ao saber que o senador Nelsinho Trad estava com o coronavírus, entrei em quarentena preventiva por ter me encontrado com ele durante as sessões do Congresso Nacional”, declarou Modesto.

(Colaborou Izabela Jornada)

 

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!