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COMBATE AO CORONAVÍRUS

Com avanço do coronavírus na Capital, terminais de ônibus serão desinfectados de novo

Ação acontece nos nove terminais simultaneamente com início às 22h
02/07/2020 17:01 - Fábio Oruê


Prefeitura de Campo Grande está reforçando os trabalhos de enfrentamento ao coronavírus com novas desinfecções nos terminais de ônibus coletivo, com o avanço do vírus na Capital. De ontem para hoje (2) foram 121 novos casos confirmados da Covid-19 no município. 

Conforme divulgado pelo Executivo Municipal, esta será a quarta vez que os noves terminais vão passar por desinfecção e descontaminação completa. O intuito é garantir a segurança dos usuários do transporte coletivo de Campo Grande e a iniciativa também acontece nas principais vias de todas as regiões urbanas da Capital.

Nesta sexta-feira (3), três equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviço Públicos (Sisep), vão atuar simultaneamente nos terminais: Nova Bahia, General Osório, Hércules Maymone, Moreninha, Guaicurus, Morenão, Júlio de Castilho, Bandeirantes e Aero Rancho. A ação inicia às 22 horas.

Durante os trabalhos de desinfecção nos terminais serão utilizados três caminhões pipa, deverão ser gastos 50 mil litros da solução de água com hipoclorito de sódio.

Já nas regiões urbanas, serão duas equipes trabalhando simultaneamente, em duas regiões distintas. Os serviços já foram realizados no Mercado Municipal, Feira Central, Santa Casa e em diversos locais de grande circulação, vias com grande fluxo de veículos, como a Rua 14 de Julho, e diversas outras nos bairros.

Os trabalhos completam três meses e têm sido realizado em conjunto, com a Agetran e a Guarda Civil Metropolitana. Objetivo é que a população receba o serviço da melhor forma possível, para que tanto comerciantes quanto clientes, não tenham nenhuma surpresa ou prejuízo já que são usados produtos químicos durante a ação.

 
 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.