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MUDANÇA

Com custo de R$ 2,9 milhões, reforma recupera escola

História da Escola Estadual Lúcia Martins Coelho é resgatada com obra
15/11/2019 08:43 - ADRIEL MATTOS


 

No ano em que completará 49 anos, a Escola Estadual Lúcia Martins Coelho, em Campo Grande, terá concluída a reforma que traz de volta detalhes que marcaram quase cinco décadas de história.

Prevista para ser entregue em março de 2020, a obra custará R$ 2,922 milhões, entre recursos estaduais e federais. Desse montante, R$ 2,133 milhões são de recursos próprios do governo e R$ 789 mil do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). “O objetivo é trazer de volta detalhes dessa arquitetura da década de 1970”, frisou a diretora-adjunta, Vicenta de Oliveira Alvarenga.

A escola funciona em período integral, atendendo 390 alunos em onze turmas de Ensino Médio. Além da estrutura para acessibilidade, o local está recebendo projeto de segurança contra incêndio e pânico, impermeabilização, instalação elétrica e hidráulica, reforma do auditório, troca de piso e pintura geral.

A reforma moderniza a escola, mas mantém a estrutura da unidade, que é protegida pela Zona Especial de Interesse Cultural do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano Ambiental (PDDUA).

Desde 2017, quando o processo de reforma teve início, a unidade passou a funcionar em tempo integral. A mudança já rendeu frutos, com a nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), medida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), de 5,4 – maior do que nota da Rede Estadual de Ensino (REE) no Ensino Médio, que foi de 3,6.

A escola foi inaugurada em março de 1971 pelo então governador de Mato Grosso, Pedro Pedrossian. A última intervenção na unidade foi entregue em 2010.

HISTÓRICO

Em quatro anos, mais de 300 intervenções foram feitas nas escolas do Estado, totalizando mais de R$ 120 milhões em investimentos. Somente na Capital, foram mais de 120 obras, entre elas, melhorias nas instalações elétricas, sistema de prevenção de incêndio e acessibilidade (banheiros PCD, rampas de acesso).

A última reforma entregue pelo governo foi em Campo Grande, da Escola Estadual Maria de Lourdes Toledo Areias, no Recanto dos Rouxinóis. Com cerca de 1,1 mil estudantes matriculados, a obra custou R$ 1,8 milhão. 

CRONOGRAMA

Uma das escolas que devem passar por reforma nos próximos anos é a Marçal de Souza Tupã-Y. Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SED), a previsão é de que as obras só comecem em 2021, após um intenso planejamento que inclui a determinação de custos e a fonte dos recursos.

Em setembro, o Correio do Estado noticiou que essa unidade, no Jardim Los Angeles, e a Escola Estadual Alberto Elpídio Ferreira Dias, no Jardim Anache, foram indicadas pelo governo para o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim), do Ministério da Educação (MEC).

Esse modelo visa fortalecer as áreas didático-pedagógica, educacional e administrativa. Nas duas últimas áreas, haverá a participação dos militares. Segundo a SED, caberá ao estado administrar as unidades e suas despesas. 

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!