Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CORONAVÍRUS

Com demanda ‘controlada’ nas unidades de saúde, atendimento em parque é plano B contra o covid-19

Restrições ao fluxo de pessoas auxiliam na diminuição de casos em Campo Grande
29/03/2020 10:15 - Bruna Aquino, Naiane Mesquita, Natalia Yahn


 

Opção de atendimento para o provável aumento de casos de coronavírus em Campo Grande, o Parque Ayrton Senna ainda não está recebendo pacientes. Por enquanto, segundo Yama Higa, coordenador de urgência da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), o isolamento social e as restrições impostas pela gestão à população tiveram um resultado positivo. 

“Enquanto a gente tem a população dentro de casa devido à suspensão do transporte público e os comércios fechados, as unidades estão dando conta dos casos suspeitos”, explica Higa. 

O cenário pode mudar nas próximas semanas. “Nós estamos esperando aumento nas próximas semanas, conforme informações do Ministério da Saúde e isso pode aumentar a demanda das unidades. Se as pessoas não ficarem mais em casa o cenário pode mudar”, afirma. 

Quem tem sintomas deve procurar as unidades de saúde básica ou de emergência. “Culturalmente as pessoas sabem das unidades, isso está sendo estimulado pelo Ministério da Saúde e pelo secretário de saúde. Que tem sintomas devem procurar as unidades de saúde básica ou de emergência”, frisa.  

As tendas no Parque Ayton Senna estão prontas e há dois funcionários cuidando o espaço. “Estamos esperando o secretário liberar o funcionamento para enviar demandas para o local”, indica Higa. 

UPA Leblon

Na UPA Leblon, uma estrutura foi montada para a vacinação de idosos para o H1N1 e a triagem de pacientes com sintomas de problemas respiratórios é feita ao ar livre, com bancos instalados do lado de fora da unidade. 

Uma das pacientes, Daniela Barroso, 44 anos, explica que presenciou pessoas com falta de ar procurando atendimento na unidade. “O atendimento foi rápido, sintoma de coronavírus, estão levando para triagem em local aberto”, acredita. 

 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.