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CORONAVÍRUS

Com novo caso, Mato Grosso do Sul tem três médicos mortos por Covid-19

Pneumologista que morreu ontem em Dourados é o caso mais recente
10/07/2020 11:04 - Glaucea Vaccari


Médico pneumologista Antônio Carlos Monteiro, 59 anos, morreu vítima da Covid-19 em Dourados, nesta quinta-feira (9). Ele é o terceiro profissional de saúde vítima da doença causada pelo coronavírus em Mato Grosso do Sul.

Nesta sexta-feira (10), secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, lamentou a morte do colega de profissão, em live no Facebook.

“É mais um profissional de saúde que cai ao longo dessa luta incessante que estamos enfrentando. Ele era muito solicito, não aumentava o tom de voz, estava sempre pronto a nos ajudar. Quem conheceu sabe que ele era um profissional exemplar, que verdadeiramente merece o nome de médico que salva vidas”, disse.  

Ele começou a apresentar sintomas no dia 25 de junho e testou positivo para a Covid-19. Houve piora no quadro e o pneumologista foi internado no dia 28 de julho, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Evangélico.

Médico tinha hipertensão e obesidade como comorbidade e veio a óbito na tarde de ontem.

 
 

TERCEIRO CASO

No dia 1º de julho, o médico Miguel Yoneda, 74 anos, plantonista no Hospital da Vida, morreu vítima da Covid-19, também em Dourados.

O médico, que residia em Ponta Porã, estava internado no Hospital Universitário de Dourados com quadro grave da infecção provocada pelo novo coronavírus e foi o primeiro médico morto pela doença em Mato Grosso do Sul.  

Um dia depois, Aparecido dos Santos Alexandre, conhecido como Cicinho, coordenador municipal de Vigilância Epidemiológica de Douradina e  presidente do Conselho Municipal de Saúde e integrava o Comitê Permanente de Enfrentamento à Covid-19, veio a óbito. Ele passou vários dias internado no Hospital Evangélico de Dourados, onde morreu.  

 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!