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BOLETIM COVID-19 MS

Com números de 22 dias, agosto já é o mês mais devastador da Covid-19 em MS

Média móvel, óbitos e casos novos já superaram aqueles computados em julho
23/08/2020 12:00 - Rodrigo Almeida


Foram necessários 22 dias em agosto para que Mato Grosso do Sul superasse os números de infecções e óbitos de todo o mês de julho. 

De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foram 328 mortes contra as 320 para todo o mês anterior. 

Com 130 óbitos em Campo Grande no mês passado, até as 19h de sábado, 22, a Capital chegou à marca de 143 mortes por covid-19. Nas últimas 24h, o estado registrou 16 mortes, metade delas eram de residentes de Campo Grande. 

Dois eram moradores de Corumbá. Aquidauana, Dourados, Naviraí, Inocência, Chapadão do Sul e Cassilândia computaram um óbito cada. 

A Capital corresponde também a 43% de casos confirmados de Covid-19 desde março quando foi instaurado o estado de emergência. 

Foram 18 379 casos dos 42 498 já testados no MS. De ontem para hoje, foram 610 novos contágios no estado. Campo Grande colabora com 259, Coxim 99, Aquidauana 31, Dourados 29 e Rio Brilhante e Naviraí com 21 cada. 

Segundo o boletim da SES, nas últimas 5 semanas epidemiológicas, o estado teve cerca de 5 mil casos novos em cada uma delas. 

Esse dado corrobora também para a média móvel de 809 casos diários em Mato Grosso do Sul e as 13 mortes em agosto. O mês já se mostra o mais devastador desde o começo da pandemia. 

O que demonstra porque ainda devemos nos preocupar com o avanço da doença no estado. “Ainda temos mais 9 dias para computar em agosto, e já passamos os números de julho”, frisou o secretário Geraldo Resende.

Ao menos a boa notícia é que os leitos de Unidade de Terapia Intensiva tiveram um certo alívio. Agora com lotação em 71% na Macrorregião de Campo Grande, a preocupação diminui um pouco. 

No entanto, a secretária-adjunta da SES, Crhistinne Maymone reforça as medidas de prevenção para que a doença não se propague ainda mais. “Lave as mãos, fique em casa com as pessoas que moram com você e não aglomere”, recomenda. 

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!