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PANDEMIA DE COVID-19

Com ônibus nas garagens, empresas deverão providenciar transporte próprio para funcionários

Prefeitura decretou suspensão do transporte coletivo por 15 dias a partir deste sábado
20/03/2020 18:57 - Adriel Mattos


 

Foi publicado em edição extra do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) nesta sexta-feira (20) decreto que suspende o serviço de transporte coletivo. O Consórcio Guaicurus deverá manter ônibus nas garagens à disposição 24 horas para atender casos emergenciais.

A partir deste sábado (21), os veículos deixam de circular por 15 dias. Mais cedo, o prefeito Marcos Trad (PSD) anunciou a medida por meio de transmissão ao vivo na rede social Facebook. Ele disse que seria disponibilizado um telefone de contato para atender essas situações de emergência, mas não deu detalhes de quando isso vai ocorrer.

Farmácias; hipermercados, supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros, quitandas e centros de abastecimento de alimentos; lojas de conveniência; lojas de venda de alimentação para animais; distribuidores de gás; lojas de venda de água mineral; padarias; postos de combustível; restaurantes e lanchonetes deverão disponibilizar meios próprios para seus funcionários.

"Apenas os trabalhadores da saúde, dos hospitais, postos, asilos vão ser transportados, devidamente identificados com o crachá", explicou Trad ao Correio do Estado. Quem trabalha na iniciativa privada, não deve sair. "Fiquem em suas casas nesses 15 dias. Volte após esse período", destacou.

Caberá à Agência Municipal de Transporte e Trânsito publicar normas complementares e decidir sobre casos omissões. O descumprimento deste decreto acarretará em punições previstas no Código Penal (prisão de um mês a um ano e multa) e na Lei N.º 6437/1977 (advertência e multa).

O Correio do Estado entrou em contato com os diretores-presidentes da Agetran, Janine de Lima Bruno, e do Consórcio Guaicurus, João Rezende Filho, para obter mais detalhes do esquema especial do transporte coletivo, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!