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Confira dicas de como cuidar do seu pet na pandemia

Passeios devem ser feitos seguindo regras de biossegurança
30/07/2020 17:00 - Gabrielle Tavares


No período de pandemia, sair para passear com os animais de estimação também se tornou um risco.  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não há evidência de que pets estejam adoecendo pelo coronavírus nem que sejam capazes de propagar a doença. 

Contudo, por mais que ele não se infecte, pode levar o vírus para dentro da residência.

Passeios devem ser evitados, mas em caso de estresse dos bichinhos, as saídas devem ser feitas cumprindo as medidas de biossegurança.  

Como diminuir a frequência dos passeios e escolher melhor os horários, alternando entre os dias; evitar que outras pessoas passem a mão no animal; no retorno, higienizar as patas do pet logo na entrada da casa, com álcool 70%, água e sabão ou o próprio shampoo do banho dele.

Sinais de mudança de comportamento

Os animais demonstram sinais de estresse e ansiedade que devem ser reparados. Para diagnósticos um médico veterinário deve ser consultado.  

  • Lamber excessivamente as patas ou o corpo.
  • Latir ou miar muito.
  • Recusar comida.
  • Orelhas baixas.
  • Ficar em um canto e recusar interação.
  • Não sair de perto do tutor.
  • Perda de pelo.
  • Em alguns casos, vômitos.

Pragas  

Nos passeios em parques e áreas comuns de lazer existe a possibilidade de o animal ser contaminado com pragas, como pulgas e carrapatos para as residenciais.  

Para evitar que qualquer tipo de parasita contamine seu animal, é preciso tomar medidas preventivas, como fazer vistoria no pet antes do passeio e, no retorno, passar um pano com álcool nos pelos, longe dos olhos e focinho.  

O vice-presidente da Aprag (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas), Sérgio Bocalini disse que essa vistoria antes do passeio é importante para evitar infestações.  

“Adotar tratamentos preventivos, com o uso de produtos veterinários adequados, é outra ação importante para evitar que animais transportem esses ectoparasitas para dentro de qualquer ambiente”, completa Bocalini.

Além disso, a higienização dos locais onde os pets utilizam, principalmente onde dormem, é importante e deve ser feita pelo menos uma vez ao dia.

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!