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CORONAVÍRUS

Cônsul da Síria está estável, mas continua em estado grave, diz irmão

Registrado como o quarto caso de Campo Grande, o homem é tratado em hospital de SP
17/03/2020 17:42 - Daiany Albuquerque


O cônsul da Síria, Kabril Youssef, 66 anos, que está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, com Covid-19, continua na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e, segundo seu irmão, Michel Youssef, nesta terça-feira (17) ele está em estado estável, mas continua grave.

“Estamos aguardando que ele reaja aos novos medicamentos”, contou o irmão a reportagem do jornal Correio do Estado. O cônsul foi a quarta vítima da doença registrada nas estatísticas da Secretaria de Estado de Saúde (SES) como caso confirmado da doença.

Ontem, pelas redes sociais, Michel postou um pedido para que as pessoas rezassem pelo irmão. “Só quero fazer um pedido a todos meus amigos e familiares que façam orações pelo meu irmão Kabril”, afirmou.

O diagnóstico de Youssef, porém, foi feito no Hospital Proncor, de Campo Grande, onde ele foi atendido primeiramente.

Nesta terça-feira subiu para seis o número de casos confirmados em Mato Grosso do Sul, todos em Campo Grande. Os dois novos casos são de duas mulheres, uma de 37 e outra de 29 anos.

Entre os casos confirmados está o de um rapaz de 31 anos, cujo nome não foi revelado pelas autoridades de saúde, que também está internado. O outro caso é o da estudante Thayany Silva, 23, que está em casa, em isolamento familiar. Na última quarta-feira, véspera de fornecer amostras para o exame, ela foi à boate Valley, em uma festa de formatura. 

O assessor do prefeito Marcos Trad (PSD), Robson Gatti, 46, também testou positivo para o Covid-19. Ele está internado no Hospital da Cassems, mas não está grave.

Hoje o país confirmou a primeira morte pela doença, um homem de 62 anos que estava internado em um hospital particular de São Paulo. Outras quatro mortes que ocorreram na mesma unidade hospitalar estão sob investigação.

 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.